06fev

8 Dicas de presentes para gestantes

Gente, tem uma mulher atrás daquela barriga toda! JURO!

Tem uma criança dentro dela e todo mundo tá muito ansioso por isso, mas as vezes a ansiedade é tanta que esquecem da moça ali carregando a barriga.

Quando estamos grávidas além de muito sensíveis a mulher fica imersa nesse universo que é a gestação e a maternidade.

Presentes para grávidas

Lemos livros, participamos de grupos de gestante e eu confesso que sempre que via uma família, ficava observando atenta.

É um momento de adaptação e de transformação e em meio a tantas mudanças esquecemos da gente.

As pessoas também esquecem. Todos estão envolvidos na chegada do bebê, afinal de contas nove meses passa voando!

São os móveis, a decoração do quarto, as roupinhas, os acessórios, os produtos de higiene, as fraldas…nossa entra muita coisa nessa lista de coisas a fazer.

A família toda ajuda nesse momento, ganhamos muita coisa de presente para o filhote.

Mas e os futuros pais? E essa mulher maravilhosa que tá nesse turbilhão de emoções?

Presenteie os pais também, porque não?

Vou sugerir aqui alguns presentes legais, para cuidados com a mulher grávida e uns mimos também. Se tiver mais ideias me manda?

 

1 – Caixinha de produtos com cuidados para a pele da gestante

É legal montar um kit pra ela, com óleo para prevenir as estrias, esfoliante para os pés, filtro solar e pode acrescentar aquelas pomadinhas com lanolina para o bico dos seios (são milagrosas para o início da amamentação).

Procure produtos com cheiros suaves ou próprios para gestante. Alguns produtos têm ingredientes que não são recomendados para grávidas.

Tem outros que o cheiro é muito forte e muitas mulheres enjoam só de abrir a embalagem.

 

2 – Massagem

Porque não oferecer uma sessão de massagem com um massoteraputa especializado?

Não tem coisa melhor que uma massagem. As grávidas ficam super ansiosas e uma massagem acalma e relaxa.

Tenho certeza que fará bem para os bebês também.

Ah, os pais também podem ganhar, né.

 

3 – Roupas para a gestante que ela possa usar depois

Aposte nesse item que é certeiro! Quando ficamos grávidas perdemos parte do nosso guarda roupa.

Tem vestidos que servem para gestantes, também para a amamentação e ainda podem ser usado depois dessa fase. (dá uma olhada aqui)

Sonde a mãe da grávida para saber que numeração ela usa ou dê um kit de sobrevivência para grávidas. Gente, sério, esses kits são ouro! (Você encontra aqui)

 

4 – Faxineira

O casal não tem diarista, nem faxineira? Taí um ótimo presente.

Durante a gravidez bate um cansaço tão grande e depois com a barriga não dá pra fazer quase nada.

Claro que se eles não tiverem alguém pra ajudar, o maridão pode botar a mão na massa. Mas é legal deixar ele mimar um pouco a mulher que tá toda sensível, principalmente quando tá perto do nascimento.

Dá um descanso pros dois e dá uma faxina de presente antes da chegada do bebê.

 

5 – Um dia de salão de beleza

Nada como alguém cuidando de você. Um corte de cabelo ou só alguém lavando e massageando seu cabelo já dá uma paz.

Mesmo pra quem não gosta de mexer no cabelo tem as unhas. Dê um dia de manicure ou um podólogo para os pés.

É gostoso cuidar da gente e isso vai dando confiança e liberando ocitocina. Excelente para a hora do parto (hahahah)!

 

6 – Garrafinha de água

Ótimo presente porque amamentar dá uma sede danada! E ter uma garrafinha cheia que você pode levar para qualquer lugar é maravilhoso.

Procure alguma que seja térmica, assim se tiver calor dá pra colocar água fresca e se tiver frio dá pra tomar um chazinho.

 

7 – Uma conta netflix por um ano

Um luxo, eu queria ganhar de presente!

Sugestão de presentes para grávidas

No último trimestre a disposição diminui um pouco, então poder ficar de pernas pro ar e assistir algo interessante vai ser mara.

Principalmente nos primeiros meses que o bebê ainda não engatinha pela casa e nem tenta escalar coisas, dá para o casal se atualizar nas últimas séries do momento.

 

8- Um livro sobre gravidez

Essa é uma ótima maneira de incluir o pai durante a gestação.

Às vezes eles se sentem um pouco de fora e também sem entender as mudanças na mulher.

Tem um livro mais bem humorado que chama Diário de um grávido, é legal porque é do ponto de vista de um homem.

Tem uns presentes exóticos, eu sei, mas né, vamos ser criativos e também generosos com os pais de primeira viagem, eles merecem!

27out

Dicas de como usar o Pinterest

Eu tenho o Pinterest há uns 4 anos, mas confesso que no início não entendia bem a dinâmica da coisa. Usava mais pra buscar referências e inspirações, uma vez aqui outra acolá. Mês passado fiz uma vídeo conferência a convite do próprio Pinterest e me apaixonei ainda mais.

Ah, se você já conhece bem o Pinterest, talvez esse post não seja pra você, pois vou dar umas dicas bem básicas de como usar essa plataforma. Resolvi escrever porque algumas pessoas me pediram dicas nas ultimas semanas. Então lá vai.

Mas afinal, pra que serve esse bendito Pinterest?

O pinterest é uma plataforma de descoberta visual onde você salva e compartilha ideias e referências de diferentes interesses.

Sabe aquele monte de pastinha de inspiração que a gente sai salvando da internet direto pro computador? Com o pinterest você simplesmente “Pina” essas coisas que te interessam e organiza em seus paineis. O legal é que dá pra acessar seus paineis de qualquer lugar, inclusive do aplicativo do Pinterest no celular, que funciona muito bem e eu amo!

Você pode Pinar (é o ato de selecionar qualquer coisa e jogar pra dentro do seu perfil no pinterest) de dentro do pinterest e também de fora dele. TUDO na internet é Pinável.

Os paineis podem ser públicos ou privados. No meu perfil, eu deixo como público todos os pins referentes aos posts do blog (que no caso ainda estou completando, tá pobrinho o bixo!) e as minhas coisas pessoais deixo no privado: ideias de posts pro blog, decor da minha casa nova, corte de cabelo que quero fazer, organização da casa, moodboard e inspirações pra criar as peças da Agora Sou Mãe e por aí vai.

dicas-como-usar-pinterest

 

Sobre como usar o Pinterest na prática:

Exemplo 1: você vai organizar o chá de bebê do seu filho e está buscando ideias.

Primeira coisa é criar um painel “Chá de Bebê” dentro do seu pinterest. Depois a pesquisa pode ser feita pelo buscador do Pinterest ou em qualquer site externo. A maioria dos sites grandes já possuem o botão de Pinar, mas caso não tenha, você pode baixar o botão do Pinterest pro seu navegador. Já aviso, vicia! A partir daí, é só Pinar qualquer imagem ou matéria que te interesse e selecionar o painel Chá de Bebê.

Eu já tenho o meu: olha só!

Painel Chá de bebê Pinterest

 

Exemplo 2: você viu um monte de matérias legais, mas tá no trabalho e quer ler depois.

Você pode criar um painel chamado “Leitura” e deixar esses pins lá, depois é só entrar nos pins e você é redirecionado pro site do seu interesse. O legal é que todos os Pins são representados por imagens, então fica muito mais fácil e intuitivo de encontrar o que você quiser.

Não existem limites de Pins e Paineis. Ou seja, o céu é o limite!

Você também pode seguir “Pinadores” (contas de pessoas no Pinterest) do seu interesse. Assim, além de ter informações disponíveis no campo de busca, você acessa no seu Feed de notícias.

Ah, e já deixo o convite pra seguir o perfil público do Agora Sou Mãe no Pinterest! basta clicar no texto anterior ou acessar Pinterest.com/agorasoumae

Neste link tem dicas de como Adicionar o botão do Pinterest ao seu navegador! Assim você pode sair pinando mesmo se não encontrar o famoso botãozinho vermelho!

beijos!

 

05mar

Blog no Youtube!

Demoreeeeeei. Eu sei.

Gente, que sufoco gravar vídeo. Mas até que gostei da coisa, sabe?
Acho que é uma maneira de “desvirtualizar virtualizando” (confuso, mas foi o termo ideal pra mensagem que eu queria passar). Muitas vezes acho que não consigo me expressar somente pela escrita, ainda mais eu, que sou A pessoa das caras e bocas.

Mas chega de blablablá (ou não, porque o blablablá tá grande!), a partir de agora vocês podem acompanhar o blog também em vídeo!

Dá um desconto porque foi a primeira vez que eu encarei uma câmera. Tô crua! hehe.

E já tem outro logo em seguida com os produtos de higiene que eu uso no Dudu (farei outro post no blog pra render! haha)

Ah, e se inscreve no canal! Porfaa. 🙂 #agorasoupidona

Beijão!

14jan

O fantasma do filho único

Filhos únicos são egoístas e solitários. Pensam que são reis do mundo.

E pais que optam por um único filho são egoístas também.

Famílias grandes são mais felizes.

Quando vai ter outro? Não vai dar um irmãozinho(a) pra ele(a)?

Crown

 

Duvido algum pai ou mãe de filho único que não tenha ouvido pelo menos duas dessas frases. Embora eu já tenha ouvido todas. E falei também! Confesso.

O fantasma do filho único só perde pra um no ranking dos incompreendidos e julgados formatos familiares. E o Oscar vai para: O casal sem filhos por opção.

Algumas pessoas agem como se não ter filhos fosse um desacato à condição humana. Eu sinceramente, respeito e entendo a opção, embora pense diferente.

Não curto a ideia de terceirizar a criação. Vejo muita criança mais apegada à babá do que à mãe. Acho que isso me desmontaria. Ser mãe é muito diferente de ter um filho. Qualquer uma pode ter filhos aos montes, fica ainda mais fácil quando se tem dinheiro, avós, escolas boas, etc. É só pedir pra babá trocar a fralda e postar foto do bebê Johnson na rede social. Agora devolve que ele regurgitou.

Tem gente que tem filho porque gosta de bebê. Porque tá na onda dos amigos. Porque gosta de brincar de vez em quando com criança. Eu entendo que ter filho é também abrir mão de muita coisa, por muito tempo. Educar é a tarefa mais repetitiva e cansativa do mundo. É doar uma parte de ti tão grande que tu descobres que tem o dobro do teu tamanho. É se desdobrar em mil. E como cansa!

Ao mesmo tempo em que a sociedade julga um único (ou nenhum) filho, a mulher que ainda opta por cuidar da casa e da família é menosprezada, vista como incapaz, ou até preguiçosa. “Maternidade não é desculpa, mulher pediu pra ser igual, agora vai ter que dar conta de tudo!” Só que eu conto nos dedos os pais que realmente assumiram a outra ponta da corda. É matemática. Tirou daqui, alguém precisa colocar ali.

Só pra esclarecer, não sou contra ter babá ou deixar com avós. Eu tenho a maior sorte de poder ter as duas coisas e do Dudu ter um pai presente. Só acho que a babá é uma ajudante da mãe, e não o contrário. E acho essencialmente saudável que a mulher tenha vida fora da maternidade.

Ah, o assunto aqui é o segundo filho! Quer saber minha opinião?

Ter um filho só está sendo maravilhoso. Depois de 3 anos eu tenho liberdade, tempo livre, consigo namorar, trabalhar, viajar, festar, cuidar de mim AND ser uma boa mãe. Sem falar que o Dudu é nosso parceiro em tudo: restaurante, chá de cadeira, avião. Ele topa todas e, logicamente, dá bem menos trabalho do que se fossem dois.

Por outro lado, eu estou disposta a abrir mão dessa “mordomia” um belo dia. Só que esse belo dia ainda não chegou. Talvez chegará final desse ano. Porque a recompensa pelo sacrifício, no meu caso, ainda é infinitamente maior.

02nov

Filhos órfãos de pais vivos

Semana passada, assisti a um vídeo sugerido pela psicóloga do meu grupo de terapia, que falava sobre “filhos órfãos de pais vivos” (veja o vídeo aqui!). Apesar da conotação religiosa do vídeo, que foi feito em um congresso chamado “Mulheres diante do trono”, refleti muito sobre a fala de Helena Tannure nos primeiros dez minutos e fiquei com vontade de compartilhar a reflexão com vocês.

Segundo a palestrante, a expressão foi retirada do livro de Sergio Sinay, “Sociedade dos filhos órfãos – quando pais e mães abandonam suas responsabilidades” (que eu ainda não li, mas estou louca para ler). Apesar de ela soar um tanto exagerada, acredito que a ideia do autor era, justamente, chamar a atenção para esse abandono afetivo cada vez mais recorrente.

Boy with absent parents

Engraçado que na mesma época em que soube do vídeo pela primeira vez, uma amiga ligou querendo conversar sobre o dilema que está vivendo entre continuar trabalhando ou passar mais tempo com a sua filha. Ainda não finalizamos a conversa, mas pensando sobre esse desabafo e depois de ouvir a fala da Helena, concluí que estar com os filhos deve ser sempre prioridade e a escolha mais importante.

Já deixo claro que essa é a MINHA posição. É a posição da Juliana mãe, Juliana estudante de Psicologia, Juliana que adora observar o comportamento das crianças e dos seus pais e da Juliana que adora repensar a sua maternidade. Como só posso falar do lugar onde estou, só posso falar através das lentes da minha própria experiência. A intenção também não é criticar ninguém porque eu mesma sempre coloco a minha postura na balança. Mesmo sabendo que não terceirizo por completo a educação do meu filho, sei que poderia ser muito mais presente na vida dele.

Enfim, Helena traz na sua fala um ponto importante que percebo ser uma dúvida constante na cabeça das mulheres que se tornam mães: trabalhar ou não trabalhar fora? Acredito que essa é uma questão bem individual. Algumas gostam de verdade e precisam se desenvolver na área profissional porque isso é um valor importante para elas. Outras o fazem porque precisam do dinheiro e outras decidem por deixar um pouco a carreira de lado para se dedicarem exclusivamente à prole. Penso que todas essas escolha são muito dignas, se forem feitas pelo coração e se forem uma escolha consciente das mães.

Vejo muitas atendendo à cobrança da sociedade e indo trabalhar com o coração apertado. Sei que várias irão alegar que precisam trabalhar fora porque a família precisa daquele valor, mas digo que conheço inúmeras mães que criaram trabalhos alternativos (artesanato, venda de roupa, blog, empresa de decoração de festa infantil) para poder ganhar dinheiro e ao mesmo tempo, ficar mais tempo com os filhos.

Porque a questão não é nem o trabalhar fora em si, mas o tempo dedicado ao trabalho que é, consequentemente, retirado do tempo que se passa com os filhos. Para as que utilizam o argumento de que o que vale é a qualidade do tempo, aviso que já ouvi muita teoria psicológica contra essa velha afirmação porque a quantidade importa sim, e muito. A qualidade também, mas ela não retira a importância da quantidade de tempo.

Pensando sobre esse assunto, lembrei de um dos meus textos mais acessados e comentados até hoje foi o Não tenha filhos! aonde escrevo, justamente, sobre essa responsabilidade dos pais. Quando o escrevi, fiquei com medo das críticas, mas depois fiquei abismada com o tanto de pessoas que pensam como eu:

“(…) se você não está disposto a ser pai ou mãe, o que vai muito além de apenas ter um filho, se a sua imagem de paternidade ou maternidade se baseia naquelas crianças sorrindo brincando no parque (o que acontecerá em 0,0001% da sua semana), se você pensa em tê-los para não se sentir sozinho no futuro ou para corrigir erros que você mesmo cometeu na vida, não tenha filhos! Não transfira para uma criança toda a sua carga de frustrações ou a responsabilidade de transformar a sua vida. Sim, crianças trazem alegria e te apresentam um amor sem tamanho, mas elas exigem muita doação, muita entrega e muito tempo disponível”.

Se você, assim como eu num primeiro momento, está achando que não está incluído nesse grupo de pais ausentes, que eles são uma aberração e estão muito distantes de você, convido-lhe a se auto observar com calma, atenção e honestidade. Repare em quantas vezes você diz “já vou”, “agora não dá” ou fica passeando nas redes sociais ao invés de dar atenção ao seu filho.

Calma, a ideia não é que ninguém corte os pulsos ou se abandone por completo. Tudo é uma questão de bom senso, mas procure refletir sobre o que você quer para o futuro do seu filho, o que vem fazendo para isso e o quanto o amor é algo que não pode ser substituído por grandes festas, viagens ou presentes.

Até o próximo mês e aguardo a participação de vocês.

Escrito por Juliana Baron Pinheiro – Blog Psicologando

Juliana Baron é um milhão de mulheres em uma só e isso, às vezes, gera uma confusão absurda (por isso, tanta terapia) e, consequentemente, muito assunto para escrever. É apaixonada pelo universo feminino e pretende trabalhar com ele assim que se formar em Psicologia. É mãe do João e está grávida de mais um menino, mas jura que vive uma vida para além da maternidade. Gosta de ler, de escrever, de organizar armários, de colecionar coisas e de relembrar a infância.

 

Veja mais artigos da Ju aqui no blog:

Por uma infância de verdade

Sobre a segunda gravidez

As mãe pira

 

17out

Para os incompatíveis na TV

Novela ou Futebol?

Aqui em casa o amor de um é o pavor do outro.

Eu até gosto de futebol, mas um jogo de-ci-si-vo, de um time que eu conheço – e torço e, se não for pedir muito, que não seja reprise. Ui! Dá até calafrio de pensar. Que abuso!

Eu assisto bem menos novela. Ele assiste bem menos futebol.

Nossa salvação são filmes, séries e programas de TV que gostamos em comum. Só que ver filme é quase que um ritual. O fato de eu saber que vou parar por DUAS horas sentada com tantas outras coisas pra fazer me trava um pouco pra começar a assistir. Preguiça, acho. E meio que psicológico, muitas vezes eu fico mais de duas horas assistindo coisas picadas e só percebo depois.

Esse trololó todo foi só pra compartilhar uma dica com vocês. Estamos viciados na série How I Met Your Mother.

How-I-Met-Your-Mother-Banner

Tem no NetFlix até a oitava temporada. Por que NetFLix? Só pra gente ter trabalho de baixar a nona na treta!

O enredo, como o próprio nome diz, fala sobre como Ted (protagonista) conheceu a mãe de seus filhos. A cada episódio narrado por Ted, ele conta aos seus filhos um pouco da sua história envolvendo seus 4 amigos: Robin, Barney, Lily e Marshall.

Além de ser um humor leve e cotidiano, a história passa por diversas fases da vida dos personagens. Desde a vida de solteiro, casamento, gravidez, crescimento dos filhos.. A gente se identifica muito em várias cenas!

Tem gente que diz que eles tentam ser Friends (eu também já disse), mas ao longo dos episódios a gente percebe que o enredo é bem diferente e a história é ótima, vai além do besteirol! Começa a ver e me diz.

Espero que a dica ajude os casais incompatíveis na TV. Ou pra quem só quer assistir algo legal mesmo..

Bom fim de semana!

Beijones..