12jun

O que a gente viu sobre maternidade por aí!

 

Dicas de como viajar grávida e com bebê

Dicas ótimas da Thais Fersoza, para viajar com o bebê.. Ela que está grávida do segundinho, o Teodoro, fez um vídeo explicando tim tim por tim tim todos os preparativos antes e durante a viagem. Ela deixa a dúvida pra gente: como será viajar com dois? Dá uma olhada aqui.

 

O use de celular por pais é um prejuízo pra crinaça?

Estamos todos inseridos na cultura digital, mas como lidar? Pra fazer essa análise, os pesquisadores da Universidade de Michigan e da Universidade do Estado de Illinois  levaram em conta questionários respondidos por pais e mães de 170 famílias. Pode ser que a gente não goste muito do resultado da pesquisa, mas vale a pena a reflexão. Dá uma olhada aqui.

 

Como lidar com os palpites durante a gravidez

Aquele momento de agradecer a Revista Crescer pelas gargalhadas da semana! Porque a gente ouve cada coisa quando está grávida, que só por Deus! Vão falar da sua roupa, vão falar do tamanho da barriga, do quanto você engordou ou do quanto você tem que engordar, vão falar do parto….e não para mais. O que você acham dessas respostinha aqui? (hahahah)

 

Dicas de como cuidar dos cachos dos filhos

Samara Felippo que têm cabelo liso, tem duas filhas cacheadas e percebeu no comportamento da filha que representatividade importa. “Alícia mesmo num momento de crise me confessou a pouca representatividade na escola, na sala de aula, nas propagandas, nos brinquedos. É essa nossa sociedade racista. Quero que ela se ame, se aceite e saiba cuidar de seus cachos maravilhosos.” Muito importante ler essa matéria e oportunizar espaços. Veja aqui.

 

Grávida usa cinto de segurança?

O ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Eduardo Zlotnik, foi entrevistado pelo G1 e falou sobre os cuidados na hora de dirigir e deu dicas para quando estiver na direção. Entrevista de ouro! Dá uma lida aqui.

 

Inclusão no comercial da Johnsons

Precisamos dar visibilidade para a diversidade. E também acolhimento para os pais de crianças com deficiência.  A campanha da Johnson & Johnson para o último dia das mães, trouxe um bebê com síndrome de Down para protagonizar o comercial. Isso foi inédito na nossa publiciadade e é só o começo dessa discussão. A trip fez uma matéria incrível sobre isso, que você pode ler aqui.

 

Minha gravidez e a gravidez da minha mãe são parecidas

Depressão pós parto, diabete gestacional e gravidez de gêmeos são recorrentes na mesma família. Já parto prematuro e náuseas é puro mito! Não é porque sua mãe enjoou muito na gravidez dela, você vai enjoar. Mas mesmo assim várias vezes é bom recordar o passado para ver o que pode acontecer com você. Dá uma lida na matéria completa aqui.

 

 

Eliana está em repouso, saiba o que é um descolamento de placenta.

A placenta além de envolver o bebê é responsável por nutrir e fornecer oxigênio a ele pelo cordão umbilical. Quando acontece esses deslocamentos, dependendo do nível, pode haver uma interrupção no fornecimento de nutrientes e oxigênio para a criança. Descolamentos menores podem se tornar grandes, por isso o repouso. Fica paradinha aí Dona Eliana, estamos com você! Leia a matéria aqui.

27jun

Fim de semana em Gramado

A trapo family resolveu fazer um pit stop em Gramado no último fim de semana. Fomos de carro, aproximadamente 5 horas de viagem daqui de Floripa.

Foi super (gordo) divertido.

Postei algumas coisas lá no instagram (@biamendesbs) e no snapchat, mas vou deixar aqui o registro do que fizemos, com minha humilde opinião.

Hotel: Laje de Pedra em Canela

Segunda vez que nos hospedamos. Super recomendo, ótimo custo benefício. Espaço kids e recreadores maravilhosos. Quarto amplo e arejado, estrutura pra crianças. O hotel tem o personagem “Capitão Quati” que simplesmente encantou o Eduardo. Domingo agendamos para o quati acordar o Dudu direto no quarto, eles escovaram os dentes juntos, foi muito legal. Café da manhã com bastante opção de frutas pras crias.

hotel-gramado-criancas
vista do quarto

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Chegamos sexta à tarde, Dudu curtiu um pouco a brinquedoteca e fomos jantar.

Le Chalet de La Fondue

Escolhemos a seqüência tradicional de foundue (129 por pessoa, criança não paga). Eduardo estreante não decepcionou. Exceto quando, esfomeado, espetou uma carne crua e passou na farofa, no maior sashimi style, e ia metendo direto pra boca. Como ninguém tem maturidade, saímos de lá e tomamos um Eno (menos o Dudu, que teve que lidar sozinho com a comilança na barriga).

Sábado pela manhã, depois do café, fomos pro SnowLand.

Dentes chocolatosos na neve!
Dentes chocolatosos na neve!

Considerações: Não achei que o passeio valeu (que fique bem claro, no nosso caso). As atrações como Ski e patins no gelo eram pra maiores de 6 anos e Dudu ficou de fora. Logo, a gente também não fez. O parque estava super lotado, pegamos bastante fila. Eduardo foi em um escorregador de neve (bem fraquinho, diga-se de passagem) e vimos o monstro da neve. Tomamos chocolate quente e fomos embora. Acho válido quando é pra mostrar a neve pros pequenos, ou pra levar os grandinhos pra aprender a esquiar ou patinar. Uma dica pra quem vai: levem luvas impermeáveis. O parque oferece luvas de algodão que, uma vez na neve, sempre vão te congelar.

Pausa pra um almoço no tradicional Galeto da Mamma (senhor, ajude!) e voltamos pro hotel pra dar aquela descansada enquanto Dudu brincava.

 

Espertinha que sou, me dei um vale SPA e fui fazer uma massagem!

Logo mais, saímos pra jantar (quero é novidade). A verdade é que a gente já estava estupefato de massa e foundue e, pra quebrar, fomos em um restaurante de comida asiática: o Galangal. 

Apenas o melhor sushi que comi na vida (juro!). E entramos sem nenhuma indicação. Tinha opção de prato kids com arroz, feijão e carne. Ali sentamos, ali comemos. Sugestão: Combinado do Chef + Ebi Fry. NHAM.

Domingo foi dia de ser acordado pelo Quati! O ponto alto da viagem pro Eduardo.

escovando os dentes com o quati!
escovando os dentes com o quati!

Escolhemos visitar o Mini Mundo e a Fábrica de chocolates da Caracol, ainda pela manhã. Já o almoço fico devendo o nome do restaurante, era um bistrô bem charmosinho num shopping e escolhi sopa no pão. 🙂

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Obs: acabamos optando por não ir na Florybal e no parque dos dinossauros. Mas foi super bem recomendado pelas meninas no meu instagram.

Ah, queria ter colocado mais fotos (e de melhor qualidade), mas meu celular deu um certo treco! Perdoa, a intenção foi boa. 🙂

beijos!

 

 

18mar

Esquiando perto de New York

Um dos objetivos da nossa viagem era esquiar (ou ensaiar uma esquiada :P). Comecei a procurar então estações de ski pelos Estados Unidos que tivessem alguma estrutura pra crianças.

Escolhemos a Hunter Mountain porque além de ser perto – duas horas de carro – de NY era o trecho aéreo mais barato da vez. Unimos o útil ao agradável e matamos dois coelhos com uma viajada só. Dormimos uma noite na montanha porque achamos que seria cansativo fazer bate e volta. Ainda bem, seria a maior função mesmo! Alugamos o carro somente pra ir pra Hunter Mountain (estacionamento em NY é raridade e custa caríssimo), pegamos o carro pertinho do nosso hotel e devolvemos no aeroporto.

A estrada é linda, tem uns trechos de água congelada, neve, árvores. Tinha horas que parecia bruxa de Blair, às vezes meio bucólico, mas sempre lindo de apreciar (ou ter medo, depende de como você encara a vida, haha).

 

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O Hotel

Ficamos num hotel boutique chamado Vila Vosilla. A estrutura do hotel é bem legal: piscina aquecida, sala de jogos e brinquedos, academia, decoração charmosa, restaurante ótimo dentro do hotel, café da manhã incluso na diária. Era a melhor opção com disponibilidade na cidade. Sem falar que é uma fofura! Tem um restaurante anexo que é MARAVILHOSO, o Ladoria. Jantar e café da manhã fora do comum.

 

Só o quarto que não era lá aquelas coisas. Mobília antiga, pequeno, sem falar que ficamos no segundo andar e não tinha elevador pelo estilo mais rústico do hotel (prepara o músculo com as malas pra 20 dias de viagem!). Ah, e o chuveiro pra lá de temperamental. Mas ainda assim foi tranquilo, como não tenho tantas frescuras (e foi só por uma noite). Mas existem quartos maiores, só que não tinha nenhum disponível.

 

*** Uma SUPER dica na hora de reservar hoteis nos EUA: Quando eu cotava pra dois adultos e uma criança a diária ficava cerca de 250 reais mais cara. Lá eles cobram por quarto e não por pessoa, então reservei tudo pra dois adultos (sem criança). A maioria dos quartos tem duas camas de casal. E caso levarem o azar de ter só uma cama, peçam cama extra. Nosso hotel de Nova Iorque tinha duas camas de casal (bingo!), mas esse só tinha uma. Como era só por uma noite, preferimos compartilhar a cama do que pagar a diferença. E tava frio mesmo, bora amontoar! Haha.

 

Esquiando!

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Chegando em Tannersville – a cidade perto da montanha, fomos pra piscina do hotel, jantamos no Ladoria e fomos dormir.

Pedi um spaghetti e Tiago foi no Filet Mignon (Dudu ganha um prato extra e come a comida dos dois, zero desperdício :P). Amamos a comida, super saborosa. (não tirei foto porque estava sem bateria #blogueirafail)

Pela manhã tomamos um bom café. Eu e Tiago fomos de panquecas, Dudu de torradas com queijo e presunto. Outra delícia.

Partimos então pra estação de Hunter Mountain. Foi uns 8 minutinhos de carro.

Chegando lá fomos direto pro guichê alugar equipamentos (lembrando que óculos e roupas não estão disponíveis pra aluguel, apenas skis e capacetes). O pacote de Ski por pessoa com aluguel foi de 80 dólares: 240 doletas a família.

Nunca tinha esquiado na vida. Por isso fui de Ski normal e Dudu também. Tiago sabichão foi de snow.

Amei a experiência e arrisco dizer que já sei me virar!

Já pro Dudu, foi um pouco frustrante. As crianças eram muito ninja e ele mal conseguia se mover. Começou todo empolgado e depois que viu que o buraco era mais embaixo, partiu pra choradeira. Insistimos, tentamos, mas não rolou. Tiago e eu então partimos pro revezamento. Uma hora ele ia esquiar e eu ficava com Dudu, outra hora eu ia.

Acho que ele é muito novinho e não deveria ter pago as 80 suadas doletas pra ele.

Almoçamos lá na estação mesmo. Comemos um hot dog americano e Dudu foi no popcorn Chicken (ou nuggetão mesmo!). De so
bremesa um cookie. Saudável. Favorável! Hehe.

esquiando-criancas-newyorkO ponto alto – e que fez qualquer frustração do Dudu ir pro beleléu – foi o SnowTubing. Nada mais é do que uma boia que te faz descer a mil por hora uma morreba de neve. Ele pirou de felicidade! Toda a família amou. Aqui foram mais 20 dólares por pessoa, só pra constar…

Saímos da estação de Ski e fomos jantar. Escolhemos uma hamburgeria chamada Mama`s Boy. MUITO bom! Hamburger caseiro, pão no estilo Shake Shack e um lugar fofo demais. A batata frita também era deliciosa. Achei o máximo porque eles incentivam os produtores locais, então a maioria dos insumos do restaurante vêm da região.

26fev

Diário de viagem: New York (parte 2)

Continuando o post anterior!

Vale lembrar que chegamos a pegar a temperatura a-my-ga de 20 graus negativos (meeenos vinte!). Então a gente precisou pegar leve nos passeios externos. Sem falar que pensávamos duas, três ou dez vezes antes de entrar em uma loja, por causa da função de tirar e botar casaco/gorro/cachecol/luva na gente e no Dudu. As lojas são muito quentes, em algumas ficava só de segunda pele mesmo.

Bom, vou contar em tópicos porque é extenso, então quem quiser vai direto ao ponto, porque #soudessas.

Hotel

Ficamos no Belvedere, como resolvemos ir pra NY de última hora (a princípio a gente ia ficar só na Florida) estava tudo caríssimo. Gostei da localização – Broadway com Times Square e a estrutura do quarto era boa, além do hotel ser bonito. Como ponto negativo, o aquecimento do quarto não estava 100%, mas reclamei e eles foram arrumar prontamente, colocaram um aquecedor móvel extra. Além disso o chuveiro era meia boca. Nem ótimo, nem péssimo. Ainda assim, pelo custo benefício e bom atendimento, me hospedaria novamente.

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Vista da nossa janela do Hotel

 

Passeios que fizemos:

Museu de História Natural

Muito legal e interessante pra quem gosta de dinossauros, animais e, como o próprio nome diz, história natural. Amei a sessão de pedras e meteoritos, mas os dinos são o hit do museu. Depois dali, fomos comer no Shake Shack, hamburger muito bom e preço amigo!

Central Park

Fomos meramente pra tirar fotos depois do museu, pois o dia que escolhemos foi o dito cujo, aquele que precisava entrar num freezer pra se esquentar. Repara nossa expressão de conforto com a situação.

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Patinar no gelo no Bryant Park

Uma amiga muito New Yorker deu a dica da patinação no Bryant, além de não cobrarem pra patinar – e somente pelo aluguel dos patins – é um local menos turístico do que as pistas do Central Park e do Rockefeller Center, mas com uma liiiiinda vista pra Biblioteca Pública e um som ambiente no estilo New York, New York de Frank Sinatra enquanto você patina. Eu, Tiago e Dudu gastamos 70 dólares. Dudu pegou um pinguim auxiliar por 20 dólares e dispensou o bicho nos primeiros 5 minutos, ô dó! O legal dessa pista é que não tem limite de tempo. Voltamos caminhando pro hotel nesse dia, pois o frio tinha dado uma pequena trégua. Arrisco dizer que foi o que Dudu mais gostou de fazer!

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Loja da Lego da 5a Avenida

As lojas da Lego são um verdadeiro parque. Sempre tem a área pras crianças montarem seus legos e brincarem, o que torna a visita um bom passeio pra criançada. Infelizmente não conseguimos visitar nenhuma loja da 5a avenida por causa do frio. Então foi do taxi pra loja, da loja pro hotel. Ah, minto! Dei uma fugidinha pra passar na Godiva e tomar o melhor chocolate quente da vida!

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Passeando pela Times Square

Ficamos muito tempo na loja da M&M`s, pertinho do nosso hotel. Dudu tava maravilhado com a loja e adorou montar seu próprio pacote de M&M`s. Acabamos não entrando muito nas outras lojas da Times por conta do tira e põe da casacada. Pensa na função de fazer Dudu colocar luva, gorro, cachecol e casaco a cada entrada/saída! Ótima maneira de economizar!

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Caminhando pelo Soho

O Soho é definitavemente meu bairro preferido de NY. Na próxima vez, quero me hospedar lá. Dessa vez a gente deu uma tímida caminhada no início do bairro e voltamos pro hotel antes de congelar. Pegamos metrô uma única vez e foi nesse dia, todos os outros dias encaramos o trânsito no táxi. Tudo por causa do mardito frio (olha ele aí de novo gente!!).

Neve!

A neve, por si só, foi uma atração pro Dudu. Dos 4 dias que ficamos em NY, pegamos um dia de neve intensa. Compramos uma capa pro carrinho e caminhamos pelas ruazinhas sem rumo por quase um dia inteiro!

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Compras

Ainda que não tenha sido o nosso foco, é praticamente impossível fugir de uma boa e velha pechincha gringa. Só que com o dólar nas altuuuuuras, comprar no Brasil tá saindo um melhor negócio em quase tudo.

Century 21– Passamos rápido no primeiro dia, onde comprei um casaco por 40 dólares – aquele preto que eu estava em quase todas as fotos. É super leve, de pluma, esquenta e não ocupa espaço. Achei que ia ser 120 mas na hora do caixa passou 40, pensa na alegria! E um chapéu de lã nude que tanto queria que estava de 50 por 8 doletas.

Bed Bath and Beyond – Compramos a capa do carrinho do Dudu e quase chorei na sessão baby, vontade de ter outro (mas passou logo, kkk). Além daquelas fugidinhas nas Marshalls e TJMaxx da vida. Não consigo não ir quando passo por uma, mas dessa vez fui forte e não comprei nada.

Woodburry Outlet – Não estava na programação, mas como passamos na frente pra ir pra Hunter Mountain, resolvemos parar lá pra “almoçar”. Por um breve momento me arrependi de ter comprado as roupas de Ski na Decathlon porque a Columbia estava praticamente toda com 70%OFF, mas ainda assim sairia pelo mesmo preço. Comprei uma bota quentinha de neve pra mim por 60 dólares e uns casaquinhos pro Dudu. Tiago comprou luvas de ski e por aí fechamos as compras. Estava maior chuva e como o outlet é aberto, então tocamos pra montanha! Ah, mas antes passamos da Modells (loja de artigos esportivos fora do outlet) pra comprar nossos óculos de Ski.

 

Restaurantes (esqueci de fotografar as comidas, foi mal!)

Tonys di Napoli – Fomos logo no primeiro dia. Italiano e preço bom. Um prato serve três! Fica próximo da Times Square.

Maria`s Mont Blanc – Surpresa boa da viagem. Melhor comida de todas! Como era do lado do nosso hotel, resolvemos arriscar. É um bistrô de um francês simpático (o preço não é tanto assim, média de 35 dólares o prato individual). Eu pedi uma tilápia e tiago pediu um spaghetti  (Dudu comeu os dois num prato extra :P). Tempero maravilhoso, pratos super bem apresentados. Comida boa de verdade. Morremos de inveja das mesas ao lado que pediram Fondue, a gente só viu que tinha depois!

Shake Shack – O melhor dos fast foods, pão delicioso e carne sem gosto de minhoca, kkkkk. Fomos perto do Museu de Historia Natural.

Bela Vita Pizzeria – fica na 158 W com 58th. Descobrimos por acaso também. Típica pizza americana, só que gostosa. Também tem massas. O restaurante é um cubículo, mas super limpinho, organizado, bom e barato! Depois eu vi que eles são super bem recomendados pelo Google + e Trip Advisor.

Godiva – Chocolate quente! Não vai nos outros drinks… eu fui e me arrependi!

Chipotle – Dudu odiou! Mas eu e Tiago amamos. Mexicano com boas opções e preço ok. Amei o burrito, mas gosto de pimenta!

Além da porcariada de sempre, claro. Amo as hotcakes (ou panquecas) do McDonalds de café da manhã, peço plain só com syrup. Starbucks, Dunkin Donuts, Cinnabon e esse monte de coisa light!

Como eu disse no post anterior, nossa viagem foi curtinha, e ainda assim fizemos em um ritmo tranquilo, sem aquele rush e correria!

Pra quem quiser uma lista bem legal de programas infantis, este é o melhor site, oficial da cidade!

http://www.nycgo.com/dora

Se lembrar de mais alguma coisa, vou atualizando!

O próximo post da viagem vai ser sobre a estação de Ski.

 

Beijos

Bia

22fev

New York no frio e com a cria! (parte 1)

Oi belezuras.

Vou contar aqui um pouco dos preparativos de NY. Ficamos por lá quatro dias (congelantes) com o Dudu.

New-York-com-crianças

Mas antes de começar, acho interessante explicar um pouco do nosso “perfil viajante” e dos preparativos.

A gente não faz o turista frenético. Como a vida lá em casa já tem agito o suficiente, ninguém passa sufoco pulando de galho em galho (ou de pontos em pontos turísticos). Se der pra fazer tudo, ótimo. Se não der, ok. Dormir poucas horas, principalmente com a cria junto, tá fora do contexto.

Ah, e amamos sair caminhando sem rumo, então muitos locais não são necessariamente famosos ou super recomendados por outras pessoas.

Ficamos em New York de 12 a 16 de fevereiro. Pegamos o dia mais frio do ano, no sábado chegou a dar -20 graus na rua. Então, principalmente nesse dia pegamos leve nas programações externas, o que comprometeu um pouco a nossa programação, mas mesmo assim deu pra curtir muito.

Tópicos úteis pra quem vai com criança:

– Carrinho: Eu levei o carrinho do Dudu, um Chicco Liteway véio de guerra que eu amo de paixão. Só usamos carrinho ainda em viagens, acho necessário, é o maior sossego. A gente sai pra bater perna sem se preocupar, já que ele não acompanha o ritmo caminhando sempre. Principalmente em NY foi a salvação, porque deixamos ele quentinho no cobertor. Quando nevou, compramos uma capa na Bed Bath and Beyond (minha loja favorita de coisas pra casa da vida). Ele tem quase 5 anos (faz em agosto) e pesa perto de 20kg e o carrinho ainda dá pro gasto.

– Arrumando as malas: Nosso voo do Brasil era pra Fort Lauderdale, como a gente vai pra Orlando depois, achamos melhor comprar um trecho doméstico FLL – NY, o que acabou com a farra na hora de fazer a mala. 20kg por pessoa, cada um com uma bolsa normal e UMA mala de mão pros três. Cada mala extra custaria 50 dólares por trecho, ou seja, nem pensar! O problema é que a mala precisava ter de tudo, roupas de -20 a +30 graus. O que eu fiz?

Levei um bom casaco e comprei outro lá, e foram os dois casacos que passei nos dias frios. Pro Dudu, a mesma coisa, dois casacos (comprados no Brasil). Como fomos esquiar, também levei uma roupa completa de Ski pra cada um.

Tudo que eu comprei especial pro frio, foi da Decathlon. O preço deles é ótimo e, com o dólar a mais de quatrorreal, fica bem mais barato do que comprar fora.

Recomendo comprar da Decathlon: Segunda pele, roupas de ski, roupas infantis e fleece (adulto e infantil), além de luvas e gorros pra crianças. Pro Dudu comprei uma bota de frio impermeável, que também dá pra neve.

Comprei uma bota pra mim da Columbia, também impermeável e pra neve, quentinha que só! Uma amiga emprestou a dela e chegando lá comprei a minha, paguei 60 dólares no Outlet. No Brasil vi por mais de mil reais.

Gorros, luvas, cachecol, meia calça de lã (pra mim), levei tudo daqui.

Ah, e a parte da minha mala pra Orlando? Enchi de vestidos, assim se fica frio coloca meia calça e casaco, se tá calor vai só com ele. Foi a solução pra diminuir o volume!

– Comida e brinquedos: Dessa vez não levei nenhum tipo de comida e trouxe apenas o iPad. Como tinha limite de bagagem, ficou mais fácil cortar tudo da lista. Dudu é chatinho pra comer junkie food (que bom, né?), mas gosta de massas e a gente capricha nos lanches, compramos frutas (banana salvadora!) e por aí vamos nos virando.

Bom, acho que vou dividir em dois posts (até porque dá pano pra manga e vocês voltam depois, #safadinha #espertinha). No próximo eu conto melhor nossos passeios e o que valeu (além do que não valeu) à pena.

30abr

Alimentação e onde ficamos em Orlando

Mais um da saga Disney!

ALIMENTAÇÃO

Quando o Dudu tinha dois anos eu fiquei pirada com a questão da alimentação, levei papinha na mala, fazia marmitinha, sem falar no stress que aquela preocupação toda me gerou. Agora, com 4 anos, dei uma bela desencanada: férias são férias!

Eu e Tiago um comemos de tudo um pouco, muitos restaurantes estilo americano mesmo – Dennys, Perkings, Cheesecake Factory, Outback e toda essa porcariada, sem falar, claro, nos fastfoods McDonalds e afins. Mas o Dudu não curtiu muito essa vibe junk (graças a Deus), na verdade até a gente encheu o saco!

Dois restaurantes brasileiros salvaram a nossa vida! Camilas e Gilsons: Comida maravilhosa, feijão delícia, farofinha e carne boa. Os dois nota MIL! Pra quem vai com criança é indispensável, muitas vezes levávamos só o Dudu pra comer e a gente ia pra outro lugar. O valor por pessoa era algo em torno de 15 a 20 dólares.

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Nós no T-Rex
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Foto grande: restaurante brasileiro. Foto topo: macarrão na Cheesecake Factory. E na úlitma: recorremos ao miojão emergencial.

 

Em Downtown Disney fomos ao T-Rex, foram quase 2 horas de espera entre chegar e comer, mas o restaurante é super legal e as crianças amam – ou morrem de medo dos dinossauros, não foi o caso do Dudu, ufa!

Compramos bastante comida pra fazer no hotel, escolhi um quarto com cozinha completa justamente pra poder cozinhar e evitar tanta porcaria, mas quase sempre dava preguiça de cozinhar. Mas rolou um macarrãozinho a bolonhesa, burritos, e… me julguem: um miojão pro Dudu.

Barraquinha de frutas no Animal Kingdom, foto roubada do @agorasoumae
Barraquinha de frutas no Animal Kingdom, foto roubada do @agorasoumae

Nos parques da Disney há muitas barraquinhas de frutas de todo tipo. Dudu come bastante fruta, então foi muito bom ter a opção lá dentro. Pode levar comida pros parques, muitas famílias optam pelas suas marmitinhas, o que eu acho super válido no caso de restrições alimentares e dos pequenos (dos menores ainda, no caso), ou de quem é uma mega mãe super empenhada, o que não é meu caso. A comida dos parques, em si, era ruim. Existem vários tipos: hambuger, pratos com carnes e acompanhamentos, pizza, massas.. mas achei tudo com gosto de miojo-tempero-pronto-condimentos-sazon. Assim como 90% de todo resto que comi por lá.

Maravilha do mundo. Oreo Cheesecake. Segunda maravilha: Chocolate quente da Godiva.
Maravilha do mundo. Oreo Cheesecake. Segunda maravilha: Chocolate quente da Godiva.

Fomos em um sushi muito bom, chama MoonFish Grill, comemos uma variedade de peças – que me perdoem não lembro o nome – e valeu super!

HOSPEDAGEM:

Ficamos hospedados no Sheraton Vistana Villages, uma espécie de condomínio com sistema de hotel, uma mega estrutura externa com 4 piscinas grandes, 2 academias, sala de jogos, bares, quadras, restaurante, etc. Achei que o serviço e a qualidade do restaurante deixou a desejar, e um funcionário insistente ligava pra gente todos-os-santos-dias oferecendo um “café da manhã” de 90 minutos e um bônus de 100 dólares pra gente ouvir uma tal palestra. Pra quem não sabe, eles queriam nos vender uma cota de Time Sharing dos hoteis da rede, falei pro Tiago que iria pelos “cenzinho” e negaria na cara de pau – tempos de crise, ne?.. Mas ele me proibiu hahaha. Mesmo demonstrando desinteresse – tive até que ser ríspida, o coitado continuou nos ligando – e nos acordando – até quase o final da estadia.

Fora isso, gostei!

Essa nossa viagem foi super light, a gente tava sem roteiro, fazia o que tava afim na hora que a gente queria.. sem obrigações e horários de acordar (tá, poderia ter sido melhor se o INFILIZ não tivesse nos acordado quase todos os dias, sem que a gente solicitasse). Nos últimos dias despluguei o telefone, e ficamos em paz!

Beijoca!!

PS: Prometo intercalar os assuntos do blog pra não ficar na mesmice.. vou dar um tempo de Disney hehe.