26abr

10 coisas que você precisa fazer antes do parto

Sabe aquelas coisas que você precisa fazer antes do bebê nascer? Pois é. Na verdade são mil, eu sei.

Dando uma fuçada pra relembrar, escolhi o que eu acho realmente necessário que seja feito antes da hora!

 

1 – Instalar a cadeirinha do carro

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Na correria, duvido que tu vais ler o manual! Então deixa a bichinha no carro, devidamente instalada e preparada!

 

2 – Encontrar o pediatra

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Como a primeira consulta do bebê é com apenas 7 dias de vida, escolher após o nascimento é quase uma missão impossível.

 

3 – Lavar as roupinhas do bebê

lavar-roupa

Lerê, Lerê! Minha mãe fez questão de lavar à mão, mas euzinha aqui, em tempos máquina de lavar que só falta falar, testaria o ciclo “roupa de bebê”. Mas minha mãe ama um tanque (e é verdade!).

 

4 – Congelar e preparar sua comida

Faça sua própria comida congelada, várias porções, pra quando você quiser ficar sozinha e não depender de ninguém – nem do fogão!

 

5 – Decidir como e quem será informado do nascimento

whatsapp

Uma ótima ideia é criar um grupo no whatsapp com as pessoas que você quer informar. É legal dizer como e quando gostaria de ser visitada. Mas deixa isso pro pai ou qualquer pessoa da sua confiança.

 

6 – Comprar uma capa protetora pro seu colchão e duas para o do bebê

capa-de-colchão

Pra você, em caso da bolsa estourar ou quando o bebê domir na sua cama. E ele vai, nem que um cochilo da tarde!

E claro, pro berço! Na cama do Dudu, hoje tenho uma só, volta e meia o colchão é atingido. Tipo lei de Murphy: capa lavando signfica xixi no colchão.

 

7 – Deixar as malas prontas

mala da maternidade

Aqui eu fiz um post sobre o que levar na mala de maternidade! Claro que é uma sugestão com base nas minhas necessidades, mas dá pra ter como base!

 

8 – Deixar a casa limpa, elimine as pilhas de roupas pra passar e lavar

Se acumular, será um caminho sem volta por um longo período. Um bebê tem o poder de sujar mais roupas do que um exército inteiro.

 

9 – Tenha álcool gel em casa e na maternidade

alcool-gel

Se já era recomendado, em tempos de H1N1 vira praticamente uma obrigação! E ai da visita que não lavar as mãos.. hehe. As maternidades e hospitais já oferecem, mas sempre é bom uma dose extra.

 

10 – Comprar absorventes pós parto

Isso é uma experiência bem pessoal. A minha maternidade forneceu um par e lá foi minha mãe correndo comprar mais. O sangramento depois do parto (no meu caso, cesárea) é muito intenso.

Claro que ainda tem aquela frufruzada toda, como as lembrancinhas da maternidade, enfeite de porta, etc. Mas embora seja tudo lindo, não é exatamente uma necessidade!

Beijos,

Bia.

24abr

Dia mundial da meningite

Meningite_Crianca_Final

24 horas.

Esse é o tempo necessário para a meningite se manifestar e colocar em risco a vida de um bebê, criança ou adulto. Quando não é fatal, a doença tem grandes chances de deixar sequelas para uma vida toda.

A cada ano, cerca de 1 milhão de pessoas são atingidas pela meningite, que tem rápida ação e difícil diagnóstico.

Hoje, dia 24 de abril, é o Dia Mundial da Meningite. 28 países e inúmeros parceiros espalhados pelo mundo estão unidos para conscientizar a população da complexidade dessa doença e importância da vacinação como principal forma de prevenção. Falando nisso, você já vacinou seu filho?

Como parceira da campanha #VençaaMeningite, não poderia deixar de compartilhar histórias de vida de dois atletas que, apesar das severas sequelas deixadas pela doença, são motivo de orgulho e superação e vão representar nosso país esse ano.

Tive o prazer de conhecê-los no evento de abertura da campanha.

Como mãe, é impossível não se emocionar ainda mais.

 

O site Casa de Vacinas informa local mais próximo de você para vacinar seu filho.

Neste post aqui, você também encontra mais informações.

 

#gsk, #meufuturocampeao, #juntoscontramenengite e #vençaameningite

post-patrocinado

18abr

II Seminário Internacional de Mães

 

Seminário internacional de mães

Ser mãe é não saber.

Ao mesmo tempo em que não existe uma fórmula mágica, entre uma conversa e outra, entre um artigo e outro, sempre aprendo alguma coisa que interfere na minha visão sobre a maternidade. E sim, ela vive em constante mudança.

A minha mãe foi criada pra ser dona de casa. Já eu, fui criada pra ser dona da minha própria vida e não depender de ninguém. Pelo menos era isso que meus pais tentavam ensinar, ainda que a realidade deles não refletisse suas palavras.

Ela era dona de casa, ele provedor.

E dentro desses dois modelos antagônicos de criação que eu tive: teoria versus prática, associado às minhas experiências e à criação do meu marido, eu vivo tentando construir a mais sensata (ou menos louca) personalidade materna.

Talvez, se eu não tivesse buscado me conhecer melhor, fuçando o fundo do baú mesmo, com terapia, leitura, conversa e, principalmente, com troca de experiências com todo tipo de gente, eu não estaria seguindo o mesmo curso.

Se é o jeito certo? Não sei dizer. E arrisco dizer que ninguém sabe. Essa nova figura de mulher e mãe ainda é um ponto de interrogação gigante pra mim.

Ser mãe é não saber.

Mas ser mãe é, definitivamente, buscar o saber, a todo tempo.

 

Cheia de vontade, quero convidar vocês a participarem comigo do II Seminário Internacional de Mães, que tem como principal reflexão o tema: Que mãe você quer ser?

Aprender a ser mãe e reaprender a ser mulher; educação; impacto dos filhos sobre a psique feminina, e alimentação estão dentre os principais assuntos que serão abordados no evento. As palestrantes são maravilhosas, entre as minhas preferidas: Cris Guerra e Laura Gutman, do livro “A maternidade e o encontro com a própria sombra”.

 

O evento será em Belo Horizonte, no dia 04 de junho. Eu vou estar lá assistindo todas as palestras e quero encontrar vocês!

Os ingressos já estão no quarto lote, mas quem quiser participar, tenho um cupom de desconto de 20% no valor total, basta acessar este link e usar o código “agorasoumae20” no momento do pagamento!

Para mais informações, acesse AQUI!

 

Espero vocês lá.

Beijos, Bia!

29mar

Novas calças da Agora Sou Mãe!

Oii!!

A Loja online da Agora Sou Mãe vai ficar cheia, cheinha de novidades daqui pra frente!

O primeiro produto que quero apresentar pra vocês é a nossa calça Comfy, em plush ou jeans de moletom! Uma calça pra gestantes – e não gestantes também! Democracia é tudo nessa vida! hehe.

Sabe aquela roupa confortável feito um pijama, mas ideal pra qualquer passeio?

A calça perfeita pra receber na maternidade ou em casa, pra fazer uma pequena caminhada, ir ao shopping, trabalhar ou ir ao almoço de domingo.. pra usar muito durante a gravidez e, principalmente, depois. (e eu me imagino fazendo todas essas coisas ao criar cada produto nosso! hehe)

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Deve ser por isso que quando eu começo a desenvolver uma peça pra marca, a primeira coisa que eu penso é: aonde ela pode ser usada?

Precisa ser básica, atemporal e confortável. Ah, e logicamente servir em uma gestante, durante toda a gravidez e além dela. A modelagem que se adapta a todas as fases da mulher é uma preocupação constante. Ninguém merece roupa descartável, concorda? Por isso os nossos tecidos também são escolhidos a dedo, sempre os melhores do mercado, pra durar mesmo.

Tudo isso soa como papinho de vendedora (e de certa forma é, né? ;P), mas também a mais pura verdade. Juro!

O problema é que eu amo tanto tudo, que sou até suspeita pra falar!

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Gostaram chiquitas?

Pra comprar, ou dar aquela espiada “sem compromisso” (como ODEIO quem usa esse termo, haha) é só clicar nos links abaixo:

Calça Comfy Plush Mescla Creme

Calça Comfy Plush Preta

Calça Comfy Jeans de Moletom

Beijos e até mais!

Bia

 

 

 

21mar

Os perigos da meningite

No último dia 3 estive em São Paulo para participar do lançamento de uma campanha nacional de conscientização dos riscos da meningite, Vença a Meningite, do laboratório GSK. O meu papel é espalhar para o maior número de pais e mães dados reais sobre essa doença, que pode chegar a 40% de letalidade em alguns casos.

Os personagens “reais” dessa campanha são cinco atletas paralímpicos que contraíram a doença meningocócica na infância. Conhecemos um pouco de suas histórias de vida, de suas famílias, da luta e vitória sobre essa doença de rápida evolução e difícil diagnóstico.

Eles são um exemplo de superação, verdadeiros guerreiros!

A fotógrafa Anne Geddes com os atletas: Ivanilde, Suelen, Jhulia, Andrey e Filippe.
A fotógrafa Anne Geddes com os atletas: Ivanilde (basquete), Suelen (corrida), Jhulia (corrida), Andrey (natação) e Filippe (goalball).

Além dos atletas, conheci duas grandes fotógrafas. Anne Geddes (a famosa precursora dos ensaios newborn fofos no mundo!) e a brasileira Simone Silverio, referência em ensaio newborn e gestante, que fotografou nossos atletas paralímpicos.

Anne Geddes é embaixadora mundial da conscientização sobre os riscos da doença meningocócica. 15 crianças atingidas pela doença, de todas as partes do mundo, foram clicadas pelas lentes da fotógrafa, que nos apresentou esse trabalho contando a história de cada uma delas. Foi um momento de muita comoção e reflexão sobre os valores da vida. Confesso que fiquei tensa, achei as cenas fortes, porém bonitas. Foi impossível conter as lágrimas.

Unidos contra a meningite!
Unidos contra a meningite!

Foi um evento muito rico em informação, vou passar algumas delas pra vocês:

  • 36% dos casos de meningite são causados por bactérias (doença meningocócica), 43% virais, e os outros 21% são ainda de origem não descoberta.
  • A prevenção consiste em manter hábitos de higiene adequados: lavar as mãos com frequência e manter o ambiente ventilado. Além da vacinação que protege da meningite bacteriana (tipos A, B, C, W e Y).
  • A meningite é transmitida principalmente pelo contato direto com gotículas respiratórias através de contato com a saliva, principalmente tosse e espirro. Ainda que seja possível a transmissão através do compartilhamento de talheres e copos, o meningococo resiste pouco tempo ao ambiente externo.
  • A letalidade da doença meningocócica pode ocorrer entre 10 e 20% dos casos, mesmo com diagnóstico precoce e tratamento adequado. Sem tratamento, a mortalidade supera 50% dos casos.
  • A meningite tipo B é a que mais mata em todo o mundo.
  • A faixa etária com maior risco de letalidade é entre 0 e 2 anos de idade.
  • O evolução da doença meningocócica é muito rápida. O óbito pode ocorrer 24 horas após o aparecimento dos primeiros sintomas. Por isso é tão importante que a pessoa afetada pela doença seja diagnosticada e atendida com urgência, ainda nas primeiras horas.
  • Os sintomas são muitas vezes confundidos com o de uma gripe ou qualquer outra virose. Febre alta, dor de cabeça e prostração aparecem nas primeiras 4 horas. Após esse período, começa a rigidez da nuca e até manchas pelo corpo. Os pais devem levar a criança imediatamente ao pronto socorro para o tratamento adequado. É uma verdadeira corrida contra o tempo.
  • A faixa etária da população transmissora das meningites causadas por bactérias é mais abrangente do que a faixa etária da população dos afetados gravemente (normalmente crianças). Jovens são o maior grupo transmissor da doença meningocócica. Por isso a prevenção deveria acontecer também na população transmissora, que porta a bactéria mas não é afetada pela doença.
  • Na região Sul há uma maior incidência de infecções pelo meningococo do tipo W quando comparada as demais regiões do país.

 

Eu particularmente ainda não vacinei o Eduardo com a vacina Meningocócica ACWY. Tinha até entrado na lista de espera e, quando me chamaram, estava na praia, então foi aquela enrolação e acabei deixando pra lá. Como soube que aqui no sul há maior incidência do tipo W, decidi que vou vaciná-lo o quanto antes.

 

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04mar

Músicas para ouvir no parto

Depois de Kate Middleton divulgar sua playlist do parto na primeira gravidez, vários players entraram na onda.  Agora chegou a vez do Spotify divulgar sua seleção de músicas.

Playlist para o partoA Birthing Playlist, criada com curadoria do obstetra nova-iorquino Jacques Moritz, conta com nomes Norah Jones, John Legend e até Milton Nascimento. Ele diz que cerca de 70% de suas pacientes preparam algum repertório musical para a hora do parto.
A gente sabe que gosto musical não se discute, então publico aqui algumas dicas de como escolher o repertório adequado para o momento (e dentro do seu estilo), segundo o médico.

 – Confortante e familiar: a música durante o parto deve ser confortante e familiar (não confunda com relaxante), a fim de deixar as gestantes mais à vontade. A sala de parto não é o lugar para ouvir uma música ou estilo novo, mas sim para os sons favoritos e familiares.

– Instrumentais pesados: canções para o trabalho de fazer força e empurrar devem enfatizar o instrumental, que a mente processa de forma intuitiva. Músicas com letras, por outro lado, podem ser uma distração. Se você realmente quiser músicas com letras, selecione as que estão num idioma que você não entende, pois pode ter o mesmo efeito que ouvir um som instrumental.

– Duração e Variedade: como o tempo para o trabalho de parto varia, as gestantes devem criar listas longas com uma grande variedade de artistas. Dr. Moritz recomenda um mínimo de cinco horas de música e dez para as mães de primeira viagem.

– Beleza: para finalizar, mas não menos importante, as músicas devem falar sobre coisas bonitas e fazer a mulher se sentir maravilhosa. O nascimento de um bebê é altamente emocional e memorável e o som que você vai querer se lembrar desse dia deve manter esse senso de beleza e emoção.

Vale lembrar que alguns ainda preferem o silêncio. Hoje já não sei dizer em qual categoria estou, haha.

Beijos, Bia.