10mar

Veja o que rolou na semana da mulher!

Tem acontecido tanta coisa nesse mundão de meu deus que tá difícil acompanhar tudo.

 

Chega mais pra saber das últimas!

 

Victoria Beckham incentiva mães a trabalharem

 

A estilista e ex-spice girl tem quatro filhos minha gente, QUATRO (e eu aqui com unzinho e rebolando). Ela trabalha bastante e incentiva as mães a trabalharem e a dar esse exemplo aos filhos. (me identifico!) Se quiser ler a matéria toda tá aqui.

 

Teste comprova e capacidade multitarefa das mulheres

 

Olha, essa pesquisa científica que o Fantástico mostrou nós já sabemos faz tempo (né, não?). Mulheres de fato conseguem fazer mais coisas ao mesmo tempo, nosso dia tem mais que 24h com certeza (rs). Assista o vídeo da matéria aqui.

 

Saúde mental na maternidade

 

Esse texto é bem naquele estilo “seja a mulher da sua vida”. Ainda no clima do dia das mulheres, essa reflexão é importante para nossa saúde mental e também para a saúde dos nossos filhos. Leia mais aqui.

 

Supernanny responde as dúvidas mais frequentes dos pais

 

As vezes eu queria que a Supernanny fosse tipo a Mary Poppins e aparecesse em casa naqueles momentinhos mais difíceis. Toca aqui se você tá comigo nessa! Podemos ver um vídeo dela com dicas aqui. (Mas já vou dizendo, educar filho dos outros é sempre moleza, quero ver com os dela! haha).

 

Mulheres grávidas podem engravidar?

 

Ainda bem que não aconteceu comigo! (hahahaha) Uma coisa de cada vez, né? Por mais absurdo que possa parecer, a ciência descobriu que algumas mulheres podem ovular durante a gravidez. (chocada) Lê aqui ó.

 

Mulher de Gustavo Lima grávida

 

Lindona na foto, com aquele look comfy que a gente ama, pra fechar o resumão! Olha a modelo aqui.

Na ASM você encontra peças assim, versáteis, práticas e confortáveis.

Confere lá e conta pra gente!

 

25ago

Lançamento e-book Agora Sou Mãe e Top Mothers

Algumas de vocês já devem ter percebido por meio das redes sociais e da barra que fica no topo do blog que o Agora Sou Mãe passou a fazer parte da TopMothers, a maior rede de blogs do segmento família do Brasil.

Vocês não imaginam quanto fiquei feliz com o convite e o reconhecimento do meu trabalho! Era um passo que eu queria dar com o blog há algum tempo e, ueba, consegui! Isso o profissionalizou enquanto veículo de comunicação, mas sempre com a mesma pegada e conteúdo que vocês já conhecem.

A maior novidade é que o Agora Sou Mãe lançou um livro em parceria com a editora O Fiel Carteiro, maior editora brasileira 100% digital. O meu e-book faz parte da Coleção TopMothers e será alimentado ao longo do ano com novos conteúdos – e totalmente grátis! (uebaaaa!)

ebook agora sou Mãe

O lançamento oficial aconteceu em maio, na suíte presidencial do hotel Hilton Morumbi, em São Paulo. Eu infelizmente não pude estar presente (pensa numa dor!), mas o Haus TopMothers foi o maior sucesso! No dia, a rede apresentou um novo conceito de evento para o Dia das Mães para anunciantes e imprensa, já mirando em 2016! Ano que vem, tô lá!

O download do e-book pode ser feito por AQUI. Também disponível em Ubook, ou seja, a versão em áudio dos livros!

E desde já deixo meu muito obrigada pra quem baixou meu livro!

Ah, e se vocês tiverem qualquer sugestão de tema pra falar nos próximos capítulos, podem deixar aqui que eu vou amar. Também aceito críticas. Construtivas, please. Kkkkk.

Beijos!

 

21maio

Nosso apartamento, nosso sonho, nosso mundo.

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Pouca gente sabe da história da minha família e das nossas conquistas. Quem me acompanha no insta ou no Snap pode achar que ganhamos tudo de mão beijada, mas na verdade não foi bem assim.

A gente vive em um apartamento de 90 metros, com 3 quartos, que compramos –

com muito custo – depois que soube que estava grávida do Dudu. Nada veio fácil: foi preciso muito trabalho e dedicação pra conseguir compra-lo. A maioria dos nossos amigos contou com ajuda dos pais nessa etapa. Não foi o nosso caso. Eles até poderiam ter ajudado, mas nossa escolha foi comprar exatamente o que estava dentro das nossas condições.

(Pra não fazer a ingrata, tivemos uma super ajuda até o apartamento ficar pronto, quando moramos na casa da minha mãe, por 4 meses, e também pegamos dinheiro emprestado a juros de poupança, o que, convenhamos, já é ótimo! Isso sem falar no apoio emocional, que claro, foi imensurável.)

Como o trabalho do Tiago era o mais promissor financeiramente, concordamos, na época, com o modelo old style, onde ele trabalhava alucinadamente (e muitas vezes ficava sentido porque queria mais tempo com o Dudu), e eu ficava com maior responsabilidade sobre a casa e o Eduardo. O famoso lerê.

Era tudo muito novo pra gente: morávamos na casa dos nossos pais poucos meses antes disso tudo acontecer e não tínhamos a mínima ideia do valor de uma conta de luz. Fala sério, a gente vivia na mordomia e não sabia! E não foi nada fácil encarar essa montoeira de responsabilidades, confesso.

O tempo foi passando, minha licença maternidade acabou e recebi uma ótima proposta para voltar ao meu trabalho anterior. Só que nessa época eu já tinha o blog e os planos de abrir a minha loja on-line. As coisas foram melhorando, nossa situação financeira ficou mais confortável, até uma ajudante/babá conseguimos contratar. Um verdadeiro luxo!

Graças ao que o trabalho do Tiago nos proporcionou, consegui ser uma mãe em tempo integral no primeiro ano de vida do Dudu (o que sempre foi meu sonho), empreender, fazer o blog e trabalhar com o que eu gosto.

Hoje, com muito orgulho, conquistamos nosso segundo apartamento, maior e com mais estrutura, que fica pronto ano que vem. Não vejo a hora!

Mas na verdade mesmo, o grande responsável por esse empurrão em nossas vidas e carreiras não tem a mínima ideia da transformação que ele foi capaz de fazer com a gente. Obrigada, Dudu, por nos incentivar a correr atrás dos nossos sonhos e fazer #meumundomelhor.

Assim como aqui em casa, muitas mães e pais buscam por um mundo melhor para sua família. Como a história da Vanessa e seus filhos Virgínia e Vitor, apresentada no vídeo abaixo, que me inspirou a escrever esse texto.

Adoraria ouvir a sua história!

Conta para mim e coloca a hashtag #meumundomelhor

POST PATROCINADO

11fev

Querer não é poder, mamãe!

por Juliana Baron

 

Se você costuma ler textos sobre maternidade, já deve estar cansada do papinho de que vivemos nos equilibrando entre todos os nossos papéis como mulher e já deve ter lido muitas dicas ou promessas milagrosas de aproveitamento eficaz do seu tempo. Porém, hoje resolvi fazer o papel de advogada do diabo e vim lhe dizer, como coach, como mãe, como leitora voraz de livros nesse sentido e como alguém que recebe todos os dias alguns pedidos de ‘”ajuda” de quem se diz precisado de luz, que você nunca irá conseguir dar conta de tudo o que você deseja fazer, num período de 24 horas. I´m sorry.

Juro que não quero ser pessimista e nem estragar o seu início promissor de ano.

Imagino que você estivesse cheia de esperança de que em 2015 zeraria sua lista de pendências e conseguiria terminar o ano com a bunda dura, com um casamento feliz, com filhos bem educados, fluentes em inglês e exímios nadadores, com a conta do banco bem gorda de comissões e com a tão sonhada graduação no curso de culinária fitness. Só que eu preciso lhe dizer que não vai rolar. Sabe por quê? Porque o problema não é a quantidade de tempo que lhe é dada todos os dias. A impossibilidade se dá, em decorrência da quantidade de coisas que você quer fazer.

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Agora você pode estar aí dizendo para si mesma que dá conta sim da missão, que nem são assim tantas atividades, mas esse é o momento de reconhecer que nem sempre, querer é poder, mãe!

Penso eu que você é capaz de fazer qualquer coisa, mas não tudo ao mesmo tempo. Vai dizer que você nunca esqueceu um pouco do casamento por conta do cansaço, ou trabalhou pelo celular enquanto fingia brincar com o filho, ou pediu pizza para o jantar porque na hora que esteve disponível, preferiu ir à drenagem ao invés do supermercado?

Garanto que assim como eu, você também acha, quase sempre, que poderia estar fazendo mais e melhor. Pois é, “alguém” inventou que mães são super mulheres e que tem super poderes. Aí nós, que adoramos sentir uma culpa e expandir nosso dom materno a tudo que nos cerca, abraçamos a causa e agora nos debatemos tentando encontrar uma solução para esse encaixe impossível.

E hoje eu vim dar essa solução? Claro que não!

Aliás, se você tiver, me conta, por favor. Hoje eu só vim dizer para você que tudo bem chegar ao verão que vem com a bunda mole, meio de bico com o marido, com um filho que tem medo de piscina e não tão ryca e phyna como gostaria. Porque existem motivos mais do que justificáveis para você não conseguir riscar todos os itens da(s) sua(s) lista(s).

Primeiro: você é humana e só tem 24 horas por dia.

Segundo: a maioria desses compromissos não é tão importante como você acredita que é.

Terceiro: você “perderá” muito tempo do seu ano, brincando com o seu filho, descansando as pernas, jogando conversa fora com o marido, enfim, vivendo para além das expectativas supervalorizadas que criou para si mesma. E não adianta culpar a sociedade ou a irritante da Gisele Bündchen, porque somos nós quem permitimos essa cobrança exacerbada.

Ok, sei que falei mal de dicas no início do texto, mas quero terminar esse post dizendo para você que uma possível “solução” é exercitar o poder de escolha das verdadeiras prioridades na sua vida. O texto teve um tom de brincadeira, mas é legal manter uma rotina de exercícios, namorar o marido, economizar, trabalhar, matricular o filho no inglês ou na natação.

A ideia é que nada vire um esforço excessivo ou um motivo para você se culpar ou se punir. Também não caia nessas promessas de aproveitamento de tempo feitas, muitas vezes, por pessoas que nem mães são. Nada contra, sem julgamentos, mas acredito que só quando temos filhos entendemos de verdade a dificuldade de aplicar teorias na prática, de conciliar resultados com amor.

Dá para se organizar de uma forma melhor? Dá! É importante traçar uma rotina e metas para otimizar o seu tempo? Muito! Mas cada uma sabe melhor do que ninguém o que lhe é fundamental ou prioridade.

Então, relaxe, mãe. Faça o que estiver ao seu alcance e o mais importante, aproveite cada instante da vida do seu filho, porque essa é uma meta insubstituível com um prazo imperdoável.

*****

Juliana Baron é um milhão de mulheres em uma só e isso, às vezes, gera uma confusão absurda (por isso, tanta terapia) e, consequentemente, muito assunto para escrever. É apaixonada pelo universo feminino e pretende trabalhar com ele assim que se formar em Psicologia. É mãe do João e está grávida de mais um menino, mas jura que vive uma vida para além da maternidade. É coach, gosta de ler, de escrever, de organizar armários, de colecionar coisas e de relembrar a infância.

Você também me encontra em Blogpsicologando.com

 

14jan

O fantasma do filho único

Filhos únicos são egoístas e solitários. Pensam que são reis do mundo.

E pais que optam por um único filho são egoístas também.

Famílias grandes são mais felizes.

Quando vai ter outro? Não vai dar um irmãozinho(a) pra ele(a)?

Crown

 

Duvido algum pai ou mãe de filho único que não tenha ouvido pelo menos duas dessas frases. Embora eu já tenha ouvido todas. E falei também! Confesso.

O fantasma do filho único só perde pra um no ranking dos incompreendidos e julgados formatos familiares. E o Oscar vai para: O casal sem filhos por opção.

Algumas pessoas agem como se não ter filhos fosse um desacato à condição humana. Eu sinceramente, respeito e entendo a opção, embora pense diferente.

Não curto a ideia de terceirizar a criação. Vejo muita criança mais apegada à babá do que à mãe. Acho que isso me desmontaria. Ser mãe é muito diferente de ter um filho. Qualquer uma pode ter filhos aos montes, fica ainda mais fácil quando se tem dinheiro, avós, escolas boas, etc. É só pedir pra babá trocar a fralda e postar foto do bebê Johnson na rede social. Agora devolve que ele regurgitou.

Tem gente que tem filho porque gosta de bebê. Porque tá na onda dos amigos. Porque gosta de brincar de vez em quando com criança. Eu entendo que ter filho é também abrir mão de muita coisa, por muito tempo. Educar é a tarefa mais repetitiva e cansativa do mundo. É doar uma parte de ti tão grande que tu descobres que tem o dobro do teu tamanho. É se desdobrar em mil. E como cansa!

Ao mesmo tempo em que a sociedade julga um único (ou nenhum) filho, a mulher que ainda opta por cuidar da casa e da família é menosprezada, vista como incapaz, ou até preguiçosa. “Maternidade não é desculpa, mulher pediu pra ser igual, agora vai ter que dar conta de tudo!” Só que eu conto nos dedos os pais que realmente assumiram a outra ponta da corda. É matemática. Tirou daqui, alguém precisa colocar ali.

Só pra esclarecer, não sou contra ter babá ou deixar com avós. Eu tenho a maior sorte de poder ter as duas coisas e do Dudu ter um pai presente. Só acho que a babá é uma ajudante da mãe, e não o contrário. E acho essencialmente saudável que a mulher tenha vida fora da maternidade.

Ah, o assunto aqui é o segundo filho! Quer saber minha opinião?

Ter um filho só está sendo maravilhoso. Depois de 3 anos eu tenho liberdade, tempo livre, consigo namorar, trabalhar, viajar, festar, cuidar de mim AND ser uma boa mãe. Sem falar que o Dudu é nosso parceiro em tudo: restaurante, chá de cadeira, avião. Ele topa todas e, logicamente, dá bem menos trabalho do que se fossem dois.

Por outro lado, eu estou disposta a abrir mão dessa “mordomia” um belo dia. Só que esse belo dia ainda não chegou. Talvez chegará final desse ano. Porque a recompensa pelo sacrifício, no meu caso, ainda é infinitamente maior.

02nov

Filhos órfãos de pais vivos

Semana passada, assisti a um vídeo sugerido pela psicóloga do meu grupo de terapia, que falava sobre “filhos órfãos de pais vivos” (veja o vídeo aqui!). Apesar da conotação religiosa do vídeo, que foi feito em um congresso chamado “Mulheres diante do trono”, refleti muito sobre a fala de Helena Tannure nos primeiros dez minutos e fiquei com vontade de compartilhar a reflexão com vocês.

Segundo a palestrante, a expressão foi retirada do livro de Sergio Sinay, “Sociedade dos filhos órfãos – quando pais e mães abandonam suas responsabilidades” (que eu ainda não li, mas estou louca para ler). Apesar de ela soar um tanto exagerada, acredito que a ideia do autor era, justamente, chamar a atenção para esse abandono afetivo cada vez mais recorrente.

Boy with absent parents

Engraçado que na mesma época em que soube do vídeo pela primeira vez, uma amiga ligou querendo conversar sobre o dilema que está vivendo entre continuar trabalhando ou passar mais tempo com a sua filha. Ainda não finalizamos a conversa, mas pensando sobre esse desabafo e depois de ouvir a fala da Helena, concluí que estar com os filhos deve ser sempre prioridade e a escolha mais importante.

Já deixo claro que essa é a MINHA posição. É a posição da Juliana mãe, Juliana estudante de Psicologia, Juliana que adora observar o comportamento das crianças e dos seus pais e da Juliana que adora repensar a sua maternidade. Como só posso falar do lugar onde estou, só posso falar através das lentes da minha própria experiência. A intenção também não é criticar ninguém porque eu mesma sempre coloco a minha postura na balança. Mesmo sabendo que não terceirizo por completo a educação do meu filho, sei que poderia ser muito mais presente na vida dele.

Enfim, Helena traz na sua fala um ponto importante que percebo ser uma dúvida constante na cabeça das mulheres que se tornam mães: trabalhar ou não trabalhar fora? Acredito que essa é uma questão bem individual. Algumas gostam de verdade e precisam se desenvolver na área profissional porque isso é um valor importante para elas. Outras o fazem porque precisam do dinheiro e outras decidem por deixar um pouco a carreira de lado para se dedicarem exclusivamente à prole. Penso que todas essas escolha são muito dignas, se forem feitas pelo coração e se forem uma escolha consciente das mães.

Vejo muitas atendendo à cobrança da sociedade e indo trabalhar com o coração apertado. Sei que várias irão alegar que precisam trabalhar fora porque a família precisa daquele valor, mas digo que conheço inúmeras mães que criaram trabalhos alternativos (artesanato, venda de roupa, blog, empresa de decoração de festa infantil) para poder ganhar dinheiro e ao mesmo tempo, ficar mais tempo com os filhos.

Porque a questão não é nem o trabalhar fora em si, mas o tempo dedicado ao trabalho que é, consequentemente, retirado do tempo que se passa com os filhos. Para as que utilizam o argumento de que o que vale é a qualidade do tempo, aviso que já ouvi muita teoria psicológica contra essa velha afirmação porque a quantidade importa sim, e muito. A qualidade também, mas ela não retira a importância da quantidade de tempo.

Pensando sobre esse assunto, lembrei de um dos meus textos mais acessados e comentados até hoje foi o Não tenha filhos! aonde escrevo, justamente, sobre essa responsabilidade dos pais. Quando o escrevi, fiquei com medo das críticas, mas depois fiquei abismada com o tanto de pessoas que pensam como eu:

“(…) se você não está disposto a ser pai ou mãe, o que vai muito além de apenas ter um filho, se a sua imagem de paternidade ou maternidade se baseia naquelas crianças sorrindo brincando no parque (o que acontecerá em 0,0001% da sua semana), se você pensa em tê-los para não se sentir sozinho no futuro ou para corrigir erros que você mesmo cometeu na vida, não tenha filhos! Não transfira para uma criança toda a sua carga de frustrações ou a responsabilidade de transformar a sua vida. Sim, crianças trazem alegria e te apresentam um amor sem tamanho, mas elas exigem muita doação, muita entrega e muito tempo disponível”.

Se você, assim como eu num primeiro momento, está achando que não está incluído nesse grupo de pais ausentes, que eles são uma aberração e estão muito distantes de você, convido-lhe a se auto observar com calma, atenção e honestidade. Repare em quantas vezes você diz “já vou”, “agora não dá” ou fica passeando nas redes sociais ao invés de dar atenção ao seu filho.

Calma, a ideia não é que ninguém corte os pulsos ou se abandone por completo. Tudo é uma questão de bom senso, mas procure refletir sobre o que você quer para o futuro do seu filho, o que vem fazendo para isso e o quanto o amor é algo que não pode ser substituído por grandes festas, viagens ou presentes.

Até o próximo mês e aguardo a participação de vocês.

Escrito por Juliana Baron Pinheiro – Blog Psicologando

Juliana Baron é um milhão de mulheres em uma só e isso, às vezes, gera uma confusão absurda (por isso, tanta terapia) e, consequentemente, muito assunto para escrever. É apaixonada pelo universo feminino e pretende trabalhar com ele assim que se formar em Psicologia. É mãe do João e está grávida de mais um menino, mas jura que vive uma vida para além da maternidade. Gosta de ler, de escrever, de organizar armários, de colecionar coisas e de relembrar a infância.

 

Veja mais artigos da Ju aqui no blog:

Por uma infância de verdade

Sobre a segunda gravidez

As mãe pira