13set

Ser mãe é rir da própria cara!

 

Sanidade.

Mantê-la, depois que a gente vira mãe, pode ser tão simples quanto assoviar e chupar cana.

É, minha amiga. Eu digo e repito: ser mãe é bom, mas é roça!

Natureza sábia que só, até deixa a gente mais esquecida e avoada pra não despirocar de vez (leia sobre momnesia aqui!).

O jeito então, é mesmo aprender a tirar sarro das situações desconfortáveis que toda mãe (toooooooda mãe) passa.

E rir da sua própria cara (sempre, porque se você não rir, outro fará.. haha)

Juntei minha (des)experiência materna com o talento da irmã desenhista, boas risadas e paguei em cerveja.

O resultado vocês podem ver aqui.

gestante-frase-divertida gravida-humor look-do-dia-de-mae humor-dia-a-dia-mae humor-gestante maternidade-mae-humor

E pra finalizar, uma pequena definição sobre MOMNESIA que tomei a liberdade de criar:

momnesia-foto

Porque se divertir ainda é o melhor remédio!

 

 

 

 

 

05set

10 vezes que você sofreu MOMNESIA

Espera. Você SÓ acha que não sabe o que é “momnesia”.

Provavelmente já passou por isso tantas vezes, que vai ser até difícil selecionar apenas 10 momentos. E o melhor: isso tudo tem explicação e você não está ficando louca!! Ufa.

O termo “momnesia” está sendo estudado, principalmente nos Estados Unidos, na última década, e aponta o fenômeno como recorrente em grávidas e mães de recém-nascidos. Segundo os estudos, no final da gravidez e depois do nascimento do bebê, as mães se tornam mais esquecidas… uma amnésia de situações recentes e que acaba gerando confusões (muitas vezes engraçadas).

O cansaço é tratado como o principal causador desses lapsos de memória. Não dormir direito (você pode estar se perguntando: o que é dormir mesmo?), ter multitarefas (a gente vira mãe, mas a rotina da casa e da família – e do trabalho muitas vezes – não para), e tantas outras preocupações que acabam afetando nosso desempenho cognitivo durante este período.

Mesmo que não signifique nada grave para o cérebro, o assunto é tratado com maior seriedade pelos estudiosos. Segundo a neuropsiquiatra Louann Brizendine , autora do livro The Female Brain, a momnesia pode ser perigosa, como quando a mãe se esquece de apertar os cintos da cadeirinha da criança no assento de carro. Ela sugere que as mães sejam conscientes de que a momnesia existe e tentem estar concentradas ao máximo ao realizar atividades que envolvam a segurança dos pequenos. Nessa onda, o aplicativo Waze até fez um aviso para lembrar de tirar a criança do carro.

Já nas situações cotidianas, o remédio é rir. A momnesia deve passar depois de algum tempo pós-parto, ou até o primeiro ano do bebê, dizem os estudiosos.

Vou te contar, os estudiosos não sabem nada (inocentes).

No meu caso, 5 anos depois, a momnesia ainda está aqui! #socorro.

momnesia3

O lado bom é que, pelo menos eu tenho capacidade de lembrar do que eu esqueci (otimista, não?), assim já fica pra contar história! E no caso desse post, pra você perceber que não é a única louca do pedaço.

  1. COLOQUEI O SUCO DE LARANJA NO MICROONDAS POR 30 SEGUNDOS
  2. FURTEI O CELULAR DA COSTUREIRA E PASSEI O DIA COM ELE NA BOLSA, SEM PERCEBER.
  3. ESQUECI O MARIDO TRANCADO EM CASA
  4. DEIXEI A CHAVE DE CASA DO LADO DE FORA DA PORTA (essa é clássica e acontece sempre)
  5. DEI MAIOR CHILIQUE PORQUE ALGUÉM PERDEU O CONTROLE DA TV (e esse alguém fui eu)
  6. ESQUECI O DIA DO LANCHE COLETIVO DO DUDU (e deixei 20 crianças esperando por comida. Antes que me apedrejem, resolvi a tempo e ninguém morreu por isso)
  7. DEIXEI O CARRO LIGADO NO ESTACIONAMENTO DO SUPERMERCADO E SAÍ PARA AS COMPRAS
  8. PERDI O CARRO NO ESTACIONAMENTO DO SHOPPING, E FIQUEI HORAS VAGANDO (beeeem mais de uma vez).
  9. PERDI A CHAVE DO CARRO DENTRO DO SHOPPING, E NUNCA MAIS, NA VIDA, ENCONTREI (Tive que abandonar meu carro e voltar pra casa de táxi, acho que joguei a chave no lixo)
  10. COLOQUEI OS SAPATOS INVERTIDOS NA CRIANÇA (quem nunca?)

Acho (mesmo) que sou acima da média no quesito esquecimento, já fiz até terapia pra isso. Sabe o famoso TDAH? Pois é. Sou dessas. Mas por incrível que pareça,  já fui pior (não sei nem dizer se isso é bom ou ruim, kkk).

Fato é que, mesmo tentando impedir, aqui a momnesia (ainda que tardia) reina.

Mas vou te dar uma dica, abrace a Dori que há em você e seja feliz!

(e jamais esqueça o lanchinho das crianças, tá?)

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12jul

Conversas noturnas

Quarto escuro, dentes escovados e xixi feito.

Hora do papo cabeça antes de dormir

– Mãe, quando eu crescer eu vou ser o Batman, tá?

E continuou falando sobre quão legal seria morar na BatCaverna, e das muitas armadilhas que iria planejar contra Coringa e Lex Luthor, que aliás, é um fracote.

De repente, uma pausa.

– Mas mãe, eu vou querer que tu e o pai morem lá comigo. Vocês podem?

– Sim, filho. Se tu quiser, a gente vai morar na BatCaverna.

Outra pausa.

– Mas e quando vocês morrerem?

Outra pausa. Dessa vez, minha.

– Ah filho, mas acho que isso demora. Dá tempo de morar na BatCaverna.

– Demora quanto?

– Não sei.

Achei que a conversa ia se alongar, mas acho que ele entendeu que certas respostas a gente não tem mesmo.

– Mãe (sim, ele fala “mãe” a cada frase), sabia que eu já sei fazer manobra de patinete?

A arte de desviar de assuntos desconcertantes.

Sim, as crianças aprendem também.

04mar

Músicas para ouvir no parto

Depois de Kate Middleton divulgar sua playlist do parto na primeira gravidez, vários players entraram na onda.  Agora chegou a vez do Spotify divulgar sua seleção de músicas.

Playlist para o partoA Birthing Playlist, criada com curadoria do obstetra nova-iorquino Jacques Moritz, conta com nomes Norah Jones, John Legend e até Milton Nascimento. Ele diz que cerca de 70% de suas pacientes preparam algum repertório musical para a hora do parto.
A gente sabe que gosto musical não se discute, então publico aqui algumas dicas de como escolher o repertório adequado para o momento (e dentro do seu estilo), segundo o médico.

 – Confortante e familiar: a música durante o parto deve ser confortante e familiar (não confunda com relaxante), a fim de deixar as gestantes mais à vontade. A sala de parto não é o lugar para ouvir uma música ou estilo novo, mas sim para os sons favoritos e familiares.

– Instrumentais pesados: canções para o trabalho de fazer força e empurrar devem enfatizar o instrumental, que a mente processa de forma intuitiva. Músicas com letras, por outro lado, podem ser uma distração. Se você realmente quiser músicas com letras, selecione as que estão num idioma que você não entende, pois pode ter o mesmo efeito que ouvir um som instrumental.

– Duração e Variedade: como o tempo para o trabalho de parto varia, as gestantes devem criar listas longas com uma grande variedade de artistas. Dr. Moritz recomenda um mínimo de cinco horas de música e dez para as mães de primeira viagem.

– Beleza: para finalizar, mas não menos importante, as músicas devem falar sobre coisas bonitas e fazer a mulher se sentir maravilhosa. O nascimento de um bebê é altamente emocional e memorável e o som que você vai querer se lembrar desse dia deve manter esse senso de beleza e emoção.

Vale lembrar que alguns ainda preferem o silêncio. Hoje já não sei dizer em qual categoria estou, haha.

Beijos, Bia.

 

03set

Depressão pós parto em homens é mais comum do que em mulheres

Sabia que a depressão pós parto pode ser mais comum em homens do que em mulheres? Os pais com DPP podem representar 21% (contra 15% da média feminina). É o que aponta um estudo publicado pelo Conselho de Pesquisa Médica do Reino Unido.

Acho que o mundo pré e pós bebê muitas vezes se resume aos que estavam presos pelo cordão. E o coitado do pai (tá, nem sempre ele é coitado. eu sei) pode se sentir excluído.

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Mas não é só isso que pode deixar o moço assim. Vou analisar com o meu olhar e depois eu cito as fontes que comprovam o achismo (já que não sou blogueira suicida e prezo pela veracidade do que escrevo aqui).

Toda a família é impactada com a chegada do bebê. Sim, é lindo. Sim, é muuuuito difícil. E quem não sabe disso vai se frustrar. De verdade.

Normalmente, nós mulheres, temos pra onde correr. Ainda que sozinhas com o bebê, procuramos um jeitinho de canalizar nossas emoções. Fala sério, a gente desabafa com o que vê pela frente e na hora do aperto, fica amiga até de um poste. No meu caso (como nesse e em vários outros momentos) escolhi essa tela. Mas nesse parágrafo, falo por mim e por uma parcela que possa se identificar. Sei que no caso da mulher com DPP a coisa muda de figura.

E os homens? Será que conversam o suficiente sobre suas dificuldades e desafios do primeiro ano de vida do bebê? Será que se preparam pra isso? Pra ter uma noção, basta comparar a quantidade de blogs maternos e paternos. Esses eu conto nos dedos.

Mas peraí. Parece que o cara não tem o direito de sentir tanto quanto a gente. Afinal, eles não gestaram, deformaram o corpo, não foram atacados por hormônios (que mais pareciam exús) e que faziam a gente não responder por nós.

Como assim tá estressado? Quer trocar de lugar comigo? Se liga! Você não aguentaria um dia.” Quem nunca pensou – ou falou isso, que atire a primeira fralda!

Perdi as contas de quantas vezes explodi com meu marido ao tentar “comparar” as tarefas que envolvem o dia a dia do recém nascido, ou competir sobre quem está mais cansado. E aprendi uma coisa: entrar nessa onda é batalha perdida, pros dois lados.

É difícil pra gente. Mas pra eles também! E cada um no seu quadrado. (ado, aádo)

A verdade é que a (nem tão) nova configuração familiar mexeu com o psicológico da nossa geração. Os papéis tão bem definidos antes – pai/provedor mãe/dona de casa já não representam a maioria, mas refletem a forma de como a maior parte de nós fomos criados. É difícil brigar com valores enraizados, muitas vezes presentes apenas em nosso inconsciente.

Ah, voltando a falar deles. (sim, porque dominei o assunto, contei minha história e no caso, era pra falar da DPP masculina!)

Os problemas mais recorrentes relatados pelos novos pais são: dificuldade em criar vínculo com o bebê, falta de atenção da esposa e problemas no relacionamento conjugal, transformações no papel familiar e identidade pessoal, stress pela mudança da rotina e principalmente do sono, sentimento de obrigação em amparar psicologicamente a mãe e pressão por sentir-se o provedor da casa.

Principais sintomas da depressão pós parto masculina: irritabilidade, tristeza, falta de apetite, falta de vontade de se relacionar com a parceira, inclusive com o bebê. Mas só quem pode dar o diagnóstico é um especialista!

Uma das pesquisas que eu acessei pra fazer este texto, publicada na Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia recomendou a participação e envolvimento do pai desde a gravidez como membro da família (não um mero acompanhante da mãe) e a busca de informações sobre o puerpério por parte do pai, pois a DPP masculina pode ter relação com a falta de conhecimento e despreparo.

Ou seja, o envolvimento do pai desde a gravidez representa muito, aproxima o casal e traz benefícios principalmente pra ele!

Fonte:

Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia

Daily Mail United Kingdom

Hospital Albert Einstein

 

 

 

25ago

Lançamento e-book Agora Sou Mãe e Top Mothers

Algumas de vocês já devem ter percebido por meio das redes sociais e da barra que fica no topo do blog que o Agora Sou Mãe passou a fazer parte da TopMothers, a maior rede de blogs do segmento família do Brasil.

Vocês não imaginam quanto fiquei feliz com o convite e o reconhecimento do meu trabalho! Era um passo que eu queria dar com o blog há algum tempo e, ueba, consegui! Isso o profissionalizou enquanto veículo de comunicação, mas sempre com a mesma pegada e conteúdo que vocês já conhecem.

A maior novidade é que o Agora Sou Mãe lançou um livro em parceria com a editora O Fiel Carteiro, maior editora brasileira 100% digital. O meu e-book faz parte da Coleção TopMothers e será alimentado ao longo do ano com novos conteúdos – e totalmente grátis! (uebaaaa!)

ebook agora sou Mãe

O lançamento oficial aconteceu em maio, na suíte presidencial do hotel Hilton Morumbi, em São Paulo. Eu infelizmente não pude estar presente (pensa numa dor!), mas o Haus TopMothers foi o maior sucesso! No dia, a rede apresentou um novo conceito de evento para o Dia das Mães para anunciantes e imprensa, já mirando em 2016! Ano que vem, tô lá!

O download do e-book pode ser feito por AQUI. Também disponível em Ubook, ou seja, a versão em áudio dos livros!

E desde já deixo meu muito obrigada pra quem baixou meu livro!

Ah, e se vocês tiverem qualquer sugestão de tema pra falar nos próximos capítulos, podem deixar aqui que eu vou amar. Também aceito críticas. Construtivas, please. Kkkkk.

Beijos!