05set

10 vezes que você sofreu MOMNESIA

Espera. Você SÓ acha que não sabe o que é “momnesia”.

Provavelmente já passou por isso tantas vezes, que vai ser até difícil selecionar apenas 10 momentos. E o melhor: isso tudo tem explicação e você não está ficando louca!! Ufa.

O termo “momnesia” está sendo estudado, principalmente nos Estados Unidos, na última década, e aponta o fenômeno como recorrente em grávidas e mães de recém-nascidos. Segundo os estudos, no final da gravidez e depois do nascimento do bebê, as mães se tornam mais esquecidas… uma amnésia de situações recentes e que acaba gerando confusões (muitas vezes engraçadas).

O cansaço é tratado como o principal causador desses lapsos de memória. Não dormir direito (você pode estar se perguntando: o que é dormir mesmo?), ter multitarefas (a gente vira mãe, mas a rotina da casa e da família – e do trabalho muitas vezes – não para), e tantas outras preocupações que acabam afetando nosso desempenho cognitivo durante este período.

Mesmo que não signifique nada grave para o cérebro, o assunto é tratado com maior seriedade pelos estudiosos. Segundo a neuropsiquiatra Louann Brizendine , autora do livro The Female Brain, a momnesia pode ser perigosa, como quando a mãe se esquece de apertar os cintos da cadeirinha da criança no assento de carro. Ela sugere que as mães sejam conscientes de que a momnesia existe e tentem estar concentradas ao máximo ao realizar atividades que envolvam a segurança dos pequenos. Nessa onda, o aplicativo Waze até fez um aviso para lembrar de tirar a criança do carro.

Já nas situações cotidianas, o remédio é rir. A momnesia deve passar depois de algum tempo pós-parto, ou até o primeiro ano do bebê, dizem os estudiosos.

Vou te contar, os estudiosos não sabem nada (inocentes).

No meu caso, 5 anos depois, a momnesia ainda está aqui! #socorro.

momnesia3

O lado bom é que, pelo menos eu tenho capacidade de lembrar do que eu esqueci (otimista, não?), assim já fica pra contar história! E no caso desse post, pra você perceber que não é a única louca do pedaço.

  1. COLOQUEI O SUCO DE LARANJA NO MICROONDAS POR 30 SEGUNDOS
  2. FURTEI O CELULAR DA COSTUREIRA E PASSEI O DIA COM ELE NA BOLSA, SEM PERCEBER.
  3. ESQUECI O MARIDO TRANCADO EM CASA
  4. DEIXEI A CHAVE DE CASA DO LADO DE FORA DA PORTA (essa é clássica e acontece sempre)
  5. DEI MAIOR CHILIQUE PORQUE ALGUÉM PERDEU O CONTROLE DA TV (e esse alguém fui eu)
  6. ESQUECI O DIA DO LANCHE COLETIVO DO DUDU (e deixei 20 crianças esperando por comida. Antes que me apedrejem, resolvi a tempo e ninguém morreu por isso)
  7. DEIXEI O CARRO LIGADO NO ESTACIONAMENTO DO SUPERMERCADO E SAÍ PARA AS COMPRAS
  8. PERDI O CARRO NO ESTACIONAMENTO DO SHOPPING, E FIQUEI HORAS VAGANDO (beeeem mais de uma vez).
  9. PERDI A CHAVE DO CARRO DENTRO DO SHOPPING, E NUNCA MAIS, NA VIDA, ENCONTREI (Tive que abandonar meu carro e voltar pra casa de táxi, acho que joguei a chave no lixo)
  10. COLOQUEI OS SAPATOS INVERTIDOS NA CRIANÇA (quem nunca?)

Acho (mesmo) que sou acima da média no quesito esquecimento, já fiz até terapia pra isso. Sabe o famoso TDAH? Pois é. Sou dessas. Mas por incrível que pareça,  já fui pior (não sei nem dizer se isso é bom ou ruim, kkk).

Fato é que, mesmo tentando impedir, aqui a momnesia (ainda que tardia) reina.

Mas vou te dar uma dica, abrace a Dori que há em você e seja feliz!

(e jamais esqueça o lanchinho das crianças, tá?)

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24maio

Ideias de ensaio gestante na praia

Da série coisas que se deve fazer na gravidez: ensaio gestante!

Sei que falar isso é um clichezão, mas a gravidez é um momento único e precisa ser registrado. Conheço algumas pessoas que perguntaram fazer um book de gestante vale à pena.

Bom, se não quiser fazer por você, faça pelo seu filho. Ele vai precisar de fotos da sua gravidez pra trabalhos do colégio. Digo por experiência própria, então é bom caprichar, hehe.

Acho os ensaios externos mais bonitos e naturais. E amo fotos de grávida na praia.

Pra inspirar, peguei algumas fotos da Laiz Alionço, que AMA uma praia e seu trabalho reflete exatamente isso.

Ao conversar com a fotógrafa, ela me contou que busca se inspirar no estilo e na personalidade de cada mulher, sempre com feminilidade e de forma natural.

book-gestante-ideias-fotos dicas-fotos-gestante-praia ensaio-fotografico-praia-gestante foto-ensaio-gestante2 foto-gestante-praia foto-gravida foto-gravida-na-praia ideia-foto-gestante-praia laiz-ensaio-gestante

 

Dá pra ter bastante inspiração, né?

Seguem os contatos da Laiz (que trabalha aqui em Floripa), a quem interessar!

laizfotografia.com.br

IG: @laizfotografia

(48)9611-6148

 

26abr

10 coisas que você precisa fazer antes do parto

Sabe aquelas coisas que você precisa fazer antes do bebê nascer? Pois é. Na verdade são mil, eu sei.

Dando uma fuçada pra relembrar, escolhi o que eu acho realmente necessário que seja feito antes da hora!

 

1 – Instalar a cadeirinha do carro

instalar-cadeirinha-do-carro

Na correria, duvido que tu vais ler o manual! Então deixa a bichinha no carro, devidamente instalada e preparada!

 

2 – Encontrar o pediatra

escolha-do-pediatra

Como a primeira consulta do bebê é com apenas 7 dias de vida, escolher após o nascimento é quase uma missão impossível.

 

3 – Lavar as roupinhas do bebê

lavar-roupa

Lerê, Lerê! Minha mãe fez questão de lavar à mão, mas euzinha aqui, em tempos máquina de lavar que só falta falar, testaria o ciclo “roupa de bebê”. Mas minha mãe ama um tanque (e é verdade!).

 

4 – Congelar e preparar sua comida

Faça sua própria comida congelada, várias porções, pra quando você quiser ficar sozinha e não depender de ninguém – nem do fogão!

 

5 – Decidir como e quem será informado do nascimento

whatsapp

Uma ótima ideia é criar um grupo no whatsapp com as pessoas que você quer informar. É legal dizer como e quando gostaria de ser visitada. Mas deixa isso pro pai ou qualquer pessoa da sua confiança.

 

6 – Comprar uma capa protetora pro seu colchão e duas para o do bebê

capa-de-colchão

Pra você, em caso da bolsa estourar ou quando o bebê domir na sua cama. E ele vai, nem que um cochilo da tarde!

E claro, pro berço! Na cama do Dudu, hoje tenho uma só, volta e meia o colchão é atingido. Tipo lei de Murphy: capa lavando signfica xixi no colchão.

 

7 – Deixar as malas prontas

mala da maternidade

Aqui eu fiz um post sobre o que levar na mala de maternidade! Claro que é uma sugestão com base nas minhas necessidades, mas dá pra ter como base!

 

8 – Deixar a casa limpa, elimine as pilhas de roupas pra passar e lavar

Se acumular, será um caminho sem volta por um longo período. Um bebê tem o poder de sujar mais roupas do que um exército inteiro.

 

9 – Tenha álcool gel em casa e na maternidade

alcool-gel

Se já era recomendado, em tempos de H1N1 vira praticamente uma obrigação! E ai da visita que não lavar as mãos.. hehe. As maternidades e hospitais já oferecem, mas sempre é bom uma dose extra.

 

10 – Comprar absorventes pós parto

Isso é uma experiência bem pessoal. A minha maternidade forneceu um par e lá foi minha mãe correndo comprar mais. O sangramento depois do parto (no meu caso, cesárea) é muito intenso.

Claro que ainda tem aquela frufruzada toda, como as lembrancinhas da maternidade, enfeite de porta, etc. Mas embora seja tudo lindo, não é exatamente uma necessidade!

Beijos,

Bia.

18abr

II Seminário Internacional de Mães

 

Seminário internacional de mães

Ser mãe é não saber.

Ao mesmo tempo em que não existe uma fórmula mágica, entre uma conversa e outra, entre um artigo e outro, sempre aprendo alguma coisa que interfere na minha visão sobre a maternidade. E sim, ela vive em constante mudança.

A minha mãe foi criada pra ser dona de casa. Já eu, fui criada pra ser dona da minha própria vida e não depender de ninguém. Pelo menos era isso que meus pais tentavam ensinar, ainda que a realidade deles não refletisse suas palavras.

Ela era dona de casa, ele provedor.

E dentro desses dois modelos antagônicos de criação que eu tive: teoria versus prática, associado às minhas experiências e à criação do meu marido, eu vivo tentando construir a mais sensata (ou menos louca) personalidade materna.

Talvez, se eu não tivesse buscado me conhecer melhor, fuçando o fundo do baú mesmo, com terapia, leitura, conversa e, principalmente, com troca de experiências com todo tipo de gente, eu não estaria seguindo o mesmo curso.

Se é o jeito certo? Não sei dizer. E arrisco dizer que ninguém sabe. Essa nova figura de mulher e mãe ainda é um ponto de interrogação gigante pra mim.

Ser mãe é não saber.

Mas ser mãe é, definitivamente, buscar o saber, a todo tempo.

 

Cheia de vontade, quero convidar vocês a participarem comigo do II Seminário Internacional de Mães, que tem como principal reflexão o tema: Que mãe você quer ser?

Aprender a ser mãe e reaprender a ser mulher; educação; impacto dos filhos sobre a psique feminina, e alimentação estão dentre os principais assuntos que serão abordados no evento. As palestrantes são maravilhosas, entre as minhas preferidas: Cris Guerra e Laura Gutman, do livro “A maternidade e o encontro com a própria sombra”.

 

O evento será em Belo Horizonte, no dia 04 de junho. Eu vou estar lá assistindo todas as palestras e quero encontrar vocês!

Os ingressos já estão no quarto lote, mas quem quiser participar, tenho um cupom de desconto de 20% no valor total, basta acessar este link e usar o código “agorasoumae20” no momento do pagamento!

Para mais informações, acesse AQUI!

 

Espero vocês lá.

Beijos, Bia!

07mar

A Síndrome da Supermulher

Eu odeio a supermulher!

Ela é algo inatingível. Um estereótipo que até pode ter sido criado pra inspirar e dizer: “Sim, você é capaz de tudo!”. Concordo. E parou por aí.

Super-mulher

Sou capaz de tudo. Somos capazes de tudo!

Mas quem disse que precisa ser tudo ao mesmo tempo? E quem disse que a gente tem que fazer de tudo, só porque é capaz?

Quando vejo um comercial de TV mostrando o quanto é legal ser essa mulher multidisciplinar, bem sucedida e feliz em todos os aspectos da sua vida – e nessa época tá cheio deles, tenho a vaga sensação de que executar todas as tarefas com êxito tem o mesmo resultado de assoviar e chupar cana ao mesmo tempo. É humanamente impossível não pecar em algum lado, nem que seja na nossa sanidade.

Aquela doida varrida tentando equilibrar todos os lados da sua vida, afogada em um turbilhão de tarefas. E faz questão de resolver tudo sozinha. Quem disse que isso é legal?

Super mãe, super mulher, super esposa, super dona-de-casa, super profissional.

… Super louca!

A questão é aqui é matemática. E a conta não fecha. O dia tem só 24 horas pra encaixar tantos superpoderes.

Sabe qual o resultado da síndrome da supermulher?

Super culpa. Super frustração.

Tudo bem se você teve que trabalhar e ficou longe do seu filho. Tudo bem se você ficou com seu filho e foi uma profissional meia boca, ou nem sequer foi uma. Tudo bem se você não consegue ir na academia. Tudo bem se sua casa anda uma bagunça porque você preferiu ver um filme. Tudo bem se você não fez sexo só pra agradar seu marido naquela noite. Tudo bem! Desde que esteja bem resolvida com você.

Lutamos tanto pela igualdade dos direitos lá fora, mas esquecemos que dentro de casa também precisa ser assim. Não temos a obrigação de dar conta de tudo! Dividir a carga é essencial.

Eu não dou conta de tudo! E quer saber? Tá tudo bem.

Feliz dia da mulher!

Bia.

 

04mar

Músicas para ouvir no parto

Depois de Kate Middleton divulgar sua playlist do parto na primeira gravidez, vários players entraram na onda.  Agora chegou a vez do Spotify divulgar sua seleção de músicas.

Playlist para o partoA Birthing Playlist, criada com curadoria do obstetra nova-iorquino Jacques Moritz, conta com nomes Norah Jones, John Legend e até Milton Nascimento. Ele diz que cerca de 70% de suas pacientes preparam algum repertório musical para a hora do parto.
A gente sabe que gosto musical não se discute, então publico aqui algumas dicas de como escolher o repertório adequado para o momento (e dentro do seu estilo), segundo o médico.

 – Confortante e familiar: a música durante o parto deve ser confortante e familiar (não confunda com relaxante), a fim de deixar as gestantes mais à vontade. A sala de parto não é o lugar para ouvir uma música ou estilo novo, mas sim para os sons favoritos e familiares.

– Instrumentais pesados: canções para o trabalho de fazer força e empurrar devem enfatizar o instrumental, que a mente processa de forma intuitiva. Músicas com letras, por outro lado, podem ser uma distração. Se você realmente quiser músicas com letras, selecione as que estão num idioma que você não entende, pois pode ter o mesmo efeito que ouvir um som instrumental.

– Duração e Variedade: como o tempo para o trabalho de parto varia, as gestantes devem criar listas longas com uma grande variedade de artistas. Dr. Moritz recomenda um mínimo de cinco horas de música e dez para as mães de primeira viagem.

– Beleza: para finalizar, mas não menos importante, as músicas devem falar sobre coisas bonitas e fazer a mulher se sentir maravilhosa. O nascimento de um bebê é altamente emocional e memorável e o som que você vai querer se lembrar desse dia deve manter esse senso de beleza e emoção.

Vale lembrar que alguns ainda preferem o silêncio. Hoje já não sei dizer em qual categoria estou, haha.

Beijos, Bia.