24maio

Ideias de ensaio gestante na praia

Da série coisas que se deve fazer na gravidez: ensaio gestante!

Sei que falar isso é um clichezão, mas a gravidez é um momento único e precisa ser registrado. Conheço algumas pessoas que perguntaram fazer um book de gestante vale à pena.

Bom, se não quiser fazer por você, faça pelo seu filho. Ele vai precisar de fotos da sua gravidez pra trabalhos do colégio. Digo por experiência própria, então é bom caprichar, hehe.

Acho os ensaios externos mais bonitos e naturais. E amo fotos de grávida na praia.

Pra inspirar, peguei algumas fotos da Laiz Alionço, que AMA uma praia e seu trabalho reflete exatamente isso.

Ao conversar com a fotógrafa, ela me contou que busca se inspirar no estilo e na personalidade de cada mulher, sempre com feminilidade e de forma natural.

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Dá pra ter bastante inspiração, né?

Seguem os contatos da Laiz (que trabalha aqui em Floripa), a quem interessar!

laizfotografia.com.br

IG: @laizfotografia

(48)9611-6148

 

26abr

10 coisas que você precisa fazer antes do parto

Sabe aquelas coisas que você precisa fazer antes do bebê nascer? Pois é. Na verdade são mil, eu sei.

Dando uma fuçada pra relembrar, escolhi o que eu acho realmente necessário que seja feito antes da hora!

 

1 – Instalar a cadeirinha do carro

instalar-cadeirinha-do-carro

Na correria, duvido que tu vais ler o manual! Então deixa a bichinha no carro, devidamente instalada e preparada!

 

2 – Encontrar o pediatra

escolha-do-pediatra

Como a primeira consulta do bebê é com apenas 7 dias de vida, escolher após o nascimento é quase uma missão impossível.

 

3 – Lavar as roupinhas do bebê

lavar-roupa

Lerê, Lerê! Minha mãe fez questão de lavar à mão, mas euzinha aqui, em tempos máquina de lavar que só falta falar, testaria o ciclo “roupa de bebê”. Mas minha mãe ama um tanque (e é verdade!).

 

4 – Congelar e preparar sua comida

Faça sua própria comida congelada, várias porções, pra quando você quiser ficar sozinha e não depender de ninguém – nem do fogão!

 

5 – Decidir como e quem será informado do nascimento

whatsapp

Uma ótima ideia é criar um grupo no whatsapp com as pessoas que você quer informar. É legal dizer como e quando gostaria de ser visitada. Mas deixa isso pro pai ou qualquer pessoa da sua confiança.

 

6 – Comprar uma capa protetora pro seu colchão e duas para o do bebê

capa-de-colchão

Pra você, em caso da bolsa estourar ou quando o bebê domir na sua cama. E ele vai, nem que um cochilo da tarde!

E claro, pro berço! Na cama do Dudu, hoje tenho uma só, volta e meia o colchão é atingido. Tipo lei de Murphy: capa lavando signfica xixi no colchão.

 

7 – Deixar as malas prontas

mala da maternidade

Aqui eu fiz um post sobre o que levar na mala de maternidade! Claro que é uma sugestão com base nas minhas necessidades, mas dá pra ter como base!

 

8 – Deixar a casa limpa, elimine as pilhas de roupas pra passar e lavar

Se acumular, será um caminho sem volta por um longo período. Um bebê tem o poder de sujar mais roupas do que um exército inteiro.

 

9 – Tenha álcool gel em casa e na maternidade

alcool-gel

Se já era recomendado, em tempos de H1N1 vira praticamente uma obrigação! E ai da visita que não lavar as mãos.. hehe. As maternidades e hospitais já oferecem, mas sempre é bom uma dose extra.

 

10 – Comprar absorventes pós parto

Isso é uma experiência bem pessoal. A minha maternidade forneceu um par e lá foi minha mãe correndo comprar mais. O sangramento depois do parto (no meu caso, cesárea) é muito intenso.

Claro que ainda tem aquela frufruzada toda, como as lembrancinhas da maternidade, enfeite de porta, etc. Mas embora seja tudo lindo, não é exatamente uma necessidade!

Beijos,

Bia.

18abr

II Seminário Internacional de Mães

 

Seminário internacional de mães

Ser mãe é não saber.

Ao mesmo tempo em que não existe uma fórmula mágica, entre uma conversa e outra, entre um artigo e outro, sempre aprendo alguma coisa que interfere na minha visão sobre a maternidade. E sim, ela vive em constante mudança.

A minha mãe foi criada pra ser dona de casa. Já eu, fui criada pra ser dona da minha própria vida e não depender de ninguém. Pelo menos era isso que meus pais tentavam ensinar, ainda que a realidade deles não refletisse suas palavras.

Ela era dona de casa, ele provedor.

E dentro desses dois modelos antagônicos de criação que eu tive: teoria versus prática, associado às minhas experiências e à criação do meu marido, eu vivo tentando construir a mais sensata (ou menos louca) personalidade materna.

Talvez, se eu não tivesse buscado me conhecer melhor, fuçando o fundo do baú mesmo, com terapia, leitura, conversa e, principalmente, com troca de experiências com todo tipo de gente, eu não estaria seguindo o mesmo curso.

Se é o jeito certo? Não sei dizer. E arrisco dizer que ninguém sabe. Essa nova figura de mulher e mãe ainda é um ponto de interrogação gigante pra mim.

Ser mãe é não saber.

Mas ser mãe é, definitivamente, buscar o saber, a todo tempo.

 

Cheia de vontade, quero convidar vocês a participarem comigo do II Seminário Internacional de Mães, que tem como principal reflexão o tema: Que mãe você quer ser?

Aprender a ser mãe e reaprender a ser mulher; educação; impacto dos filhos sobre a psique feminina, e alimentação estão dentre os principais assuntos que serão abordados no evento. As palestrantes são maravilhosas, entre as minhas preferidas: Cris Guerra e Laura Gutman, do livro “A maternidade e o encontro com a própria sombra”.

 

O evento será em Belo Horizonte, no dia 04 de junho. Eu vou estar lá assistindo todas as palestras e quero encontrar vocês!

Os ingressos já estão no quarto lote, mas quem quiser participar, tenho um cupom de desconto de 20% no valor total, basta acessar este link e usar o código “agorasoumae20” no momento do pagamento!

Para mais informações, acesse AQUI!

 

Espero vocês lá.

Beijos, Bia!

07mar

A Síndrome da Supermulher

Eu odeio a supermulher!

Ela é algo inatingível. Um estereótipo que até pode ter sido criado pra inspirar e dizer: “Sim, você é capaz de tudo!”. Concordo. E parou por aí.

Super-mulher

Sou capaz de tudo. Somos capazes de tudo!

Mas quem disse que precisa ser tudo ao mesmo tempo? E quem disse que a gente tem que fazer de tudo, só porque é capaz?

Quando vejo um comercial de TV mostrando o quanto é legal ser essa mulher multidisciplinar, bem sucedida e feliz em todos os aspectos da sua vida – e nessa época tá cheio deles, tenho a vaga sensação de que executar todas as tarefas com êxito tem o mesmo resultado de assoviar e chupar cana ao mesmo tempo. É humanamente impossível não pecar em algum lado, nem que seja na nossa sanidade.

Aquela doida varrida tentando equilibrar todos os lados da sua vida, afogada em um turbilhão de tarefas. E faz questão de resolver tudo sozinha. Quem disse que isso é legal?

Super mãe, super mulher, super esposa, super dona-de-casa, super profissional.

… Super louca!

A questão é aqui é matemática. E a conta não fecha. O dia tem só 24 horas pra encaixar tantos superpoderes.

Sabe qual o resultado da síndrome da supermulher?

Super culpa. Super frustração.

Tudo bem se você teve que trabalhar e ficou longe do seu filho. Tudo bem se você ficou com seu filho e foi uma profissional meia boca, ou nem sequer foi uma. Tudo bem se você não consegue ir na academia. Tudo bem se sua casa anda uma bagunça porque você preferiu ver um filme. Tudo bem se você não fez sexo só pra agradar seu marido naquela noite. Tudo bem! Desde que esteja bem resolvida com você.

Lutamos tanto pela igualdade dos direitos lá fora, mas esquecemos que dentro de casa também precisa ser assim. Não temos a obrigação de dar conta de tudo! Dividir a carga é essencial.

Eu não dou conta de tudo! E quer saber? Tá tudo bem.

Feliz dia da mulher!

Bia.

 

04mar

Músicas para ouvir no parto

Depois de Kate Middleton divulgar sua playlist do parto na primeira gravidez, vários players entraram na onda.  Agora chegou a vez do Spotify divulgar sua seleção de músicas.

Playlist para o partoA Birthing Playlist, criada com curadoria do obstetra nova-iorquino Jacques Moritz, conta com nomes Norah Jones, John Legend e até Milton Nascimento. Ele diz que cerca de 70% de suas pacientes preparam algum repertório musical para a hora do parto.
A gente sabe que gosto musical não se discute, então publico aqui algumas dicas de como escolher o repertório adequado para o momento (e dentro do seu estilo), segundo o médico.

 – Confortante e familiar: a música durante o parto deve ser confortante e familiar (não confunda com relaxante), a fim de deixar as gestantes mais à vontade. A sala de parto não é o lugar para ouvir uma música ou estilo novo, mas sim para os sons favoritos e familiares.

– Instrumentais pesados: canções para o trabalho de fazer força e empurrar devem enfatizar o instrumental, que a mente processa de forma intuitiva. Músicas com letras, por outro lado, podem ser uma distração. Se você realmente quiser músicas com letras, selecione as que estão num idioma que você não entende, pois pode ter o mesmo efeito que ouvir um som instrumental.

– Duração e Variedade: como o tempo para o trabalho de parto varia, as gestantes devem criar listas longas com uma grande variedade de artistas. Dr. Moritz recomenda um mínimo de cinco horas de música e dez para as mães de primeira viagem.

– Beleza: para finalizar, mas não menos importante, as músicas devem falar sobre coisas bonitas e fazer a mulher se sentir maravilhosa. O nascimento de um bebê é altamente emocional e memorável e o som que você vai querer se lembrar desse dia deve manter esse senso de beleza e emoção.

Vale lembrar que alguns ainda preferem o silêncio. Hoje já não sei dizer em qual categoria estou, haha.

Beijos, Bia.

 

26fev

Zika Vírus: 7 coisas que você precisa saber

É praticamente impossível falar de gravidez sem falar de Zika. O vírus foi declarado pela OMS como uma emergência global.

Ainda que não existam estudos conclusivos sobre as consequência do Zika Vírus, compartilho com vocês as perguntas mais frequentes sobre o vírus transmitido pelo mosquito Aedes Aegypti, respondidas por um especialista.

gestante-zika

Como detectar o vírus?

Existem dois tipos de teste. Um deles é o PCR, que pesquisa fragmentos do vírus na circulação, na urina ou no líquido amniótico. No sangue, fica até cinco dias e na urina, até 15. A precisão é muito alta, mas, se o vírus não estiver circulante, não aponta nada. Ou seja, se a infecção tiver acabado esse teste não dará o diagnóstico. As sorologias também conseguem identificar os anticorpos contra o vírus das classes IgM e IgG, que poderiam ser usados com intervalos bem maiores após a infecção. Porém, o teste tem muita reação cruzada com outros vírus, como Dengue e Febre Amarela, o que diminui sua precisão.

 

O vírus na mãe infecta o bebê?

A infecção de mãe para filho é uma questão que ainda está sendo esclarecida pelos pesquisadores. O que se sabe até agora é que aparentemente o vírus atravessa a placenta e chega à circulação do bebê. Dependendo do período de formação e desenvolvimento do sistema nervoso causará diferentes lesões. A mais preocupante delas é a microcefalia, que parece estar relacionada à infecção pelo vírus da Zika no primeiro trimestre.

 

Toda grávida infectadas terá um bebê com microcefalia?

Vários médicos do nosso grupo são também pesquisadores de outras universidades e da Fiocruz, todos eles estão empenhados em responder estas perguntas através da pesquisa científica, mas nada de conclusivo até o momento. Vale ressaltar que nem todas as gestantes que foram infectadas pelo Zika terão problemas com os seus bebês, parece que o comprometimento fetal tem relação com a idade gestacional que infecção ocorreu. 
E se o bebê nascer com microcefalia?

Neste momento os bebês estão sendo acompanhados de forma bastante atenta pelos nossos especialistas. Os que apresentam complicações graves como a microcefalia dependerão de maior atenção da equipe médica. Os que aparentemente não apresentam sintomas ao nascimento estão sendo acompanhados (previsão de até os três anos de idade) para identificar possíveis problemas que possam aparecer mais tarde.
Quero engravidar, e agora?

No Brasil 50% das gestações não são planejadas, portanto pouca coisa é feita antes da gravidez na maioria dos casos. As recomendações são:

1) Proteção pessoal: uso de repelente, roupas que cubram o corpo e evitar a exposição em regiões de maior registro de casos da doença;

2) Proteção da população: combate ao mosquito transmissor;

3) Evitar a disseminação a partir dos infectados: uso de repelentes e outras formas de proteção aos que estão doentes, para impedir que o mosquito se contamine e dissemine a infecção para outras pessoas.
Já estou grávida, o que fazer?

Use mangas compridas e calças, e sapatos fechados; usar repelente a cada duas horas; prefera locais com ar-condicionado, pois o ar frio dificulta a proliferação do mosquito Aedes Aegypt; verifique diariamente os vasos e suportes em casa para ver se tem água parada; coloque telas nas janelas e use pulseiras feitas à base de citronela.

Como está a situação no Brasil?

O Ministério da Saúde do Brasil tem relatado mais de 3.800 casos de microcefalia. A microcefalia aumentou em pelo menos quatro vezes desde que a infecção pelo Zika vírus apareceu. No site do Ministério da Saúde do Brasil estes dados são atualizados mensalmente, mas os números são muito preocupantes.

Fonte: Dr. Renato Sá – Chefe do setor de obstetrícia e medicina fetal do Grupo Perinatal e diretor do Centro de Diagnósticos da Maternidade Perinatal.