25maio

5 dicas para gestante na hora de viajar

Viajar é sempre bom, a gente sempre volta outra pessoa, dá aquele gás pra seguir a vida e aquela animada pra programar a próxima viagem! 🙂

Independente disso, toda viagem tem muitos desafios, como sobreviver à vontade de conhecer 50 coisas diferentes no mesmo dia, não engordar comendo todas as mil delícias que você que experimentar (impossível resistir, né?) e por aí vai.

Mas o primeiro grande desafio é: levar uma mala que não esteja abarrotada e que você use tudo que esteja dentro.

Por que, né? Quem nunca levou um monte de roupa que não usou na viagem põe o dedo aqui que já vai fechar.

Dia desses dei uma entrevista para a Momfly sobre isso, contanto cinco itens que NÃO PODEM faltar na sua mala de viagem para compor looks incríveis.

Gostei tanto que resolvi dar uma incrementada nessa lista pra ajudar a lembrar de coisas importantes para a viagem como um todo, principalmente para gestantes.

Durante a gravidez, precisamos realmente planejar melhor, porque já temos um pesinho extra, nosso corpo tá mudando e tem coisas que realmente precisamos levar.

Vou colocar aqui alguns detalhes que fazem toda diferença numa viagem.

Como evitar de virar um baiacú

Dicas de viagem para gestante

Tem gente que já tem predisposição para retenção de líquido e durante a gravidez, quase todas as mulheres incham. Principalmente no último trimestre.

Se for viajar de avião, dê preferência a um assento no corredor. Assim você poderá caminhar um pouco durante o voo e aquele xixi que mais parece goteira também não vai incomodar ninguém! hehe.

Converse com o seu médico sobre o uso de meias de compressão. Elas podem ajudar a aliviar o inchaço e melhorar a circulação. Aquele lembrete pra mudar a posição das pernas de tempo em tempo sempre é válido.

Se você for viajar de carro, planeje paradas estratégicas para esticar as pernas e caminhar um pouco, e aquele xixizinho básico.

E sempre use roupas confortáveis! Uma legging com uma camiseta branca e um tênis é tudo que você precisa para que a roupa não se torne um fator de desconforto.

 

Enjoos: é possível vencê-los?

Isso ainda é um mistério na gestação: tem gente que enjoa e gente que não sente nada (abençoadas!).
Tem pessoas que mesmo não estando grávidas enjoam durante uma viagem.

Se você é dessas pessoas que enjoam, tem alguns truques podem ajudar, como por exemplo, ter sempre água por perto, mas tomar ao longo da viagem em pequenos goles.

Antes de viajar evite alimentos muito gordurosos como fritura e também bebidas com gás. Eles podem ser os vilões do enjoo.

Evite ler durante a viagem, foque em um ponto no horizonte e não olhe muito para os lados. Parece bobeira, mas isso ajuda.

 

Como chegar ao destino minimamente elegante

O look da viagem pode ser cool e estiloso, porque não? Mas, principalmente as grávidas, devem usar uma roupa confortável.

Como eu falei lá em cima, aposte numa legging com uma t-shirt. Você pode achar que vai ficar com cara de roupa de academia, mas com os acessórios certos, fica transformador!


Look comfy para gestante

Duda veste Blusa estica e vai da Agora sou mãe.

Gosto muito da ideia de usar uma terceira peça, para viajar é sempre bom ter a mão um casaquinho confortável e quentinho. Caso viaje de avião, a temperatura costuma sempre ficar bem baixa.

Os lenços também são versáteis e podem ser usados em qualquer estação, dependendo do material. Dá pra amarrar no pescoço, fazer de mantinha complementar e até amarrar na bolsa.

E no pé, use um tênis ou qualquer sapato flat. Por estar muito tempo sentada, seu pés poderão inchar, embora o bom mesmo é ficar com aquelas meias quentinhas e deliciosas. Adoro levar uma pantufa!

 

Look de viagem lindo e confortável

Duda veste Legging gestante Antonella da Agora sou Mãe.

Evite usar maquiagem, o avião resseca bastante a pele e começa a dar aqueeeeela agonia!

 

Uma mala versátil ou como ir de um passeio em um museu a um jantar a luz de velas, com a mesma roupa?

Grávidas ou não, como é difícil arrumar a mala! A gente quer por tudo e mais um pouco. E acabamos colocando coisas desnecessárias.

O essencial é pensar em peças básicas que combinem entre si. Pra isso tente manter uma paleta de cores básicas e separe alguma opção de terceira peça que dê mais personalidade pro seu look.

Essa terceira peça é aquela que também pode te salvar caso dê uma esfriadinha inesperada.

Nosso vestido midi por exemplo é a peça ideal para esse tipo de situação. Básico e versátil você pode ir da feira ao baile com ele. Dá uma olhada nele na loja Agora sou Mãe

 

Quero dar a volta ao mundo em uma semana

Tanta coisa nova pra ver, muito passeios a fazer e pontos turísticos a visitar, você pode ficar exausta.

Por isso, é importante fazer um planejamento sem muitas expectativas. Vá ao essencial e reserve um tempo no seu roteiro para descansar e relaxar.

Seu corpo não tem mais a mesma disposição de antes porque tá fabricando um bebê! Que tal fazer uma massagem? Tirar umas horinhas do dia para uma soneca?


Durante a viagem tire um dia de folga

Uma viagem também serve para descansar, fugir a rotina corrida, então, aproveite! Descanse em determinados períodos da viagem para recarregar as energias.

Independente do destino, toda gestante deve ter na mala o filtro solar. É preciso passar todos os dias para evitar as temidas manchas na pele, também conhecidas como melasma. Ui, sai de mim!

Os médicos indicam que o melhor momento para viajar é o segundo trimestre de gravidez. Porque o tamanho da barriga ainda não incomoda e o risco de acontecer algum problema na gestação é menor.

 

De qualquer forma é sempre importante consultar seu médico e estar com o pré natal em dia pra evitar riscos.

Feito isso, é só aproveitar e boa viagem!

 

24jan

Carrinhos de bebê das celebridades

Sempre me pergunto: será que as celebridades são gente como a gente?

Será que elas usam os mesmos produtos que nós (os pobres mortais)? E os filhos deles, será que usam roupas e produtos que usamos nos nossos filhos?

E SIM! Eles são gente como a gentemmm (claro que com um bolso mais recheado), salvo algumas exceções.

Fiquei curiosa para saber que carrinhos de bebê elas usam e o que eles tem de “especialzão”.

O importante é escolher um carrinho de bebê pelo que ele oferece de acordo com o nosso estilo de vida. (and bolso!)

Se a gente for caminhar muito pela rua, por exemplo, é melhor escolher um carrinho de bebê que tenha algum amortecimento. Se não nosso baby vai ficar igual uma pipoca quicando dentro do carrinho (tadinho).

Dá pra se perguntar: pra que momentos eu vou usar? Onde eu vou guardar esse trambolho? Quanto quero gastar com isso?

Mas voltando ao papo das celebridades, dá uma olhada nos carrinhos de bebê que elas tem usado para passear com as crianças e ainda dar aquela esbanjadinha básica no estilo.

A apresentadora brasileira Bela Gil e a atriz e modelo norte americana Jessica Alba usam o City Mini da Baby Jogger.

 

Carrinhos de bebê que as celebridades usam.

Campeão entre as americanas essa marca de carrinho é versátil, confortável e robusta.

Dá pra dobrar o carrinho em um movimento só, bem prático.

A gente pode acoplar a cadeirinha de carro de outras marcas também (eles dão uma lista de marcas compatíveis). O que é bem democrático.

O modelo que a Jéssica Alba usa é o GT que tem uma pequena diferença: as rodas.

Feitas em borracha e recheadas com espuma, aguentam corridas e aventuras.

Ele custa cerca de 625 dólares com o bebê conforto da mesma marca.

A cantora, compositora e apresentadora britânica Lily Allen, usou o carrinho de bebê luxuoso da marca inglesa Silver Cross criada em 1877. Essa é nada mais nada menos que a marca de carrinho tradicional usada pela família real desde de 1920 (não aguento tanta elegância).

Marcas de carrinhos de bebê das famosas

O carrinho de bebê foi modernizado, então tá mais leve e confortável (embora cause uma certa aflição e me remeta a um filme de terror, né não?!) . Custa cerca de 1100 euros.

Kim Kardashian usa um carrinho versátil (como ela). A socialite, empresária, modelo, produtora, empresária, estilista, apresentadora e atriz americana (UFA haha) usa o Orbit baby.

Caracteristicas de carrinhos de bebê das celebrities

Um dos carrinhos de bebê que é pura praticidade e versatilidade.

A marca californiana acertou todas, porque você usa a mesma base e pode acoplar o moisés, a cadeirinha para o carro e até um skate para o(a) filho(a) mais velho(a).

Tem diversos acessórios, mas todos precisam ser da orbit.

Outra coisa boa é que a empresa vende peças (rodas, cinto, guarda sol…) separadas. Então, caso você queira usar no segundinho, terceirinho, quatrinho e as peças estiverem gastas, é só trocar as peças e reaproveitar o carrinho de bebê (investimento pra família).

Ahhh, a cadeirinha para o bebê gira 360º, ou seja, tá no restaurante e tem pouco espaço? É só girar a cadeirinha e deixar a base lá, bem paradinha.

A atriz israelense Natalie Portman (sim, ela é israelense gente) casada com o coreógrafo Benjamin Millepied, usam o modelo Origami. Esse é sem dúvida o mais moderno e tecnológico da lista (fiquei pasma).  

Carrinho de bebê da Natalie Portman

Ele abre e fecha sozinho, é preciso só apertar um botão (ABRE E FECHA SOZINHO!).

Tem luz dianteira perto das rodas. Para passeios noturnos é o máximo.

Suspensão nas 4 rodas e também um display em lcd que te mostra a velocidade, a temperatura, a carga da bateria, quantos km foram percorridos e sensor de presença da criança (é um carrinho, mas parece um carrão!).

Tem entrada usb para carregar nosso celular (QUERO!).

E o que surpreende TODAS, é super green. Ele recarrega as próprias baterias em um único passeio, através das rodas!

Esse carrinho de bebê custa a bagatela de 850 dólares.

 

A ucraniana Mila Kunis (só nas surpresas das nacionalidades) que ficou conhecida no filme Black Swan usa a marca Bob Gear. Ela e o maridão Asthon Kutcher devem gostar de aventuras, porque esse é sem dúvida o carrinho mais resistente.

Mila Kunis com Asthon Kutcher passeando com carrinho de bebê

Ele é feito de liga de alumínio, as rodas são de alto impacto compostas de polímeros (???) e o acento é impermeável (não quero nem imaginar pra que tanta resistência, a louca).

Ele tem suspensão regulável é leve e fácil de transportar.

O carrinho de bebê suporta até 31 kg, ou seja, dá pra levar o filho até a adolescência quase (rs).

Também tem vários acessórios e não precisam ser exclusivos da marca.

Esse carrinho custa em média 450 dólares (o mais em conta da lista).

Eu não podia deixar de fora umas extravagâncias de artista, porque né, tem gente trabalhada na excentricidade.

 

A Anne Hathaway e a Nicky Hilton (irmã mais nova da Paris Hilton) por exemplo, usam carrinhos de ouro (literalmente). Desenhado pelo designer de moda Jeremy Scott para a marca Cybex, o carrinho de bebê é puro glamour.

Carrinhos extravagantes das celebridades

Claro, esse já não entra na categoria do pobres mortais. Custa em média 2 mil dólares.

É assim que passeiam os famosos e sua prole.

🙂

27jun

Fim de semana em Gramado

A trapo family resolveu fazer um pit stop em Gramado no último fim de semana. Fomos de carro, aproximadamente 5 horas de viagem daqui de Floripa.

Foi super (gordo) divertido.

Postei algumas coisas lá no instagram (@biamendesbs) e no snapchat, mas vou deixar aqui o registro do que fizemos, com minha humilde opinião.

Hotel: Laje de Pedra em Canela

Segunda vez que nos hospedamos. Super recomendo, ótimo custo benefício. Espaço kids e recreadores maravilhosos. Quarto amplo e arejado, estrutura pra crianças. O hotel tem o personagem “Capitão Quati” que simplesmente encantou o Eduardo. Domingo agendamos para o quati acordar o Dudu direto no quarto, eles escovaram os dentes juntos, foi muito legal. Café da manhã com bastante opção de frutas pras crias.

hotel-gramado-criancas
vista do quarto

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Chegamos sexta à tarde, Dudu curtiu um pouco a brinquedoteca e fomos jantar.

Le Chalet de La Fondue

Escolhemos a seqüência tradicional de foundue (129 por pessoa, criança não paga). Eduardo estreante não decepcionou. Exceto quando, esfomeado, espetou uma carne crua e passou na farofa, no maior sashimi style, e ia metendo direto pra boca. Como ninguém tem maturidade, saímos de lá e tomamos um Eno (menos o Dudu, que teve que lidar sozinho com a comilança na barriga).

Sábado pela manhã, depois do café, fomos pro SnowLand.

Dentes chocolatosos na neve!
Dentes chocolatosos na neve!

Considerações: Não achei que o passeio valeu (que fique bem claro, no nosso caso). As atrações como Ski e patins no gelo eram pra maiores de 6 anos e Dudu ficou de fora. Logo, a gente também não fez. O parque estava super lotado, pegamos bastante fila. Eduardo foi em um escorregador de neve (bem fraquinho, diga-se de passagem) e vimos o monstro da neve. Tomamos chocolate quente e fomos embora. Acho válido quando é pra mostrar a neve pros pequenos, ou pra levar os grandinhos pra aprender a esquiar ou patinar. Uma dica pra quem vai: levem luvas impermeáveis. O parque oferece luvas de algodão que, uma vez na neve, sempre vão te congelar.

Pausa pra um almoço no tradicional Galeto da Mamma (senhor, ajude!) e voltamos pro hotel pra dar aquela descansada enquanto Dudu brincava.

 

Espertinha que sou, me dei um vale SPA e fui fazer uma massagem!

Logo mais, saímos pra jantar (quero é novidade). A verdade é que a gente já estava estupefato de massa e foundue e, pra quebrar, fomos em um restaurante de comida asiática: o Galangal. 

Apenas o melhor sushi que comi na vida (juro!). E entramos sem nenhuma indicação. Tinha opção de prato kids com arroz, feijão e carne. Ali sentamos, ali comemos. Sugestão: Combinado do Chef + Ebi Fry. NHAM.

Domingo foi dia de ser acordado pelo Quati! O ponto alto da viagem pro Eduardo.

escovando os dentes com o quati!
escovando os dentes com o quati!

Escolhemos visitar o Mini Mundo e a Fábrica de chocolates da Caracol, ainda pela manhã. Já o almoço fico devendo o nome do restaurante, era um bistrô bem charmosinho num shopping e escolhi sopa no pão. 🙂

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Obs: acabamos optando por não ir na Florybal e no parque dos dinossauros. Mas foi super bem recomendado pelas meninas no meu instagram.

Ah, queria ter colocado mais fotos (e de melhor qualidade), mas meu celular deu um certo treco! Perdoa, a intenção foi boa. 🙂

beijos!

 

 

18mar

Esquiando perto de New York

Um dos objetivos da nossa viagem era esquiar (ou ensaiar uma esquiada :P). Comecei a procurar então estações de ski pelos Estados Unidos que tivessem alguma estrutura pra crianças.

Escolhemos a Hunter Mountain porque além de ser perto – duas horas de carro – de NY era o trecho aéreo mais barato da vez. Unimos o útil ao agradável e matamos dois coelhos com uma viajada só. Dormimos uma noite na montanha porque achamos que seria cansativo fazer bate e volta. Ainda bem, seria a maior função mesmo! Alugamos o carro somente pra ir pra Hunter Mountain (estacionamento em NY é raridade e custa caríssimo), pegamos o carro pertinho do nosso hotel e devolvemos no aeroporto.

A estrada é linda, tem uns trechos de água congelada, neve, árvores. Tinha horas que parecia bruxa de Blair, às vezes meio bucólico, mas sempre lindo de apreciar (ou ter medo, depende de como você encara a vida, haha).

 

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O Hotel

Ficamos num hotel boutique chamado Vila Vosilla. A estrutura do hotel é bem legal: piscina aquecida, sala de jogos e brinquedos, academia, decoração charmosa, restaurante ótimo dentro do hotel, café da manhã incluso na diária. Era a melhor opção com disponibilidade na cidade. Sem falar que é uma fofura! Tem um restaurante anexo que é MARAVILHOSO, o Ladoria. Jantar e café da manhã fora do comum.

 

Só o quarto que não era lá aquelas coisas. Mobília antiga, pequeno, sem falar que ficamos no segundo andar e não tinha elevador pelo estilo mais rústico do hotel (prepara o músculo com as malas pra 20 dias de viagem!). Ah, e o chuveiro pra lá de temperamental. Mas ainda assim foi tranquilo, como não tenho tantas frescuras (e foi só por uma noite). Mas existem quartos maiores, só que não tinha nenhum disponível.

 

*** Uma SUPER dica na hora de reservar hoteis nos EUA: Quando eu cotava pra dois adultos e uma criança a diária ficava cerca de 250 reais mais cara. Lá eles cobram por quarto e não por pessoa, então reservei tudo pra dois adultos (sem criança). A maioria dos quartos tem duas camas de casal. E caso levarem o azar de ter só uma cama, peçam cama extra. Nosso hotel de Nova Iorque tinha duas camas de casal (bingo!), mas esse só tinha uma. Como era só por uma noite, preferimos compartilhar a cama do que pagar a diferença. E tava frio mesmo, bora amontoar! Haha.

 

Esquiando!

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Chegando em Tannersville – a cidade perto da montanha, fomos pra piscina do hotel, jantamos no Ladoria e fomos dormir.

Pedi um spaghetti e Tiago foi no Filet Mignon (Dudu ganha um prato extra e come a comida dos dois, zero desperdício :P). Amamos a comida, super saborosa. (não tirei foto porque estava sem bateria #blogueirafail)

Pela manhã tomamos um bom café. Eu e Tiago fomos de panquecas, Dudu de torradas com queijo e presunto. Outra delícia.

Partimos então pra estação de Hunter Mountain. Foi uns 8 minutinhos de carro.

Chegando lá fomos direto pro guichê alugar equipamentos (lembrando que óculos e roupas não estão disponíveis pra aluguel, apenas skis e capacetes). O pacote de Ski por pessoa com aluguel foi de 80 dólares: 240 doletas a família.

Nunca tinha esquiado na vida. Por isso fui de Ski normal e Dudu também. Tiago sabichão foi de snow.

Amei a experiência e arrisco dizer que já sei me virar!

Já pro Dudu, foi um pouco frustrante. As crianças eram muito ninja e ele mal conseguia se mover. Começou todo empolgado e depois que viu que o buraco era mais embaixo, partiu pra choradeira. Insistimos, tentamos, mas não rolou. Tiago e eu então partimos pro revezamento. Uma hora ele ia esquiar e eu ficava com Dudu, outra hora eu ia.

Acho que ele é muito novinho e não deveria ter pago as 80 suadas doletas pra ele.

Almoçamos lá na estação mesmo. Comemos um hot dog americano e Dudu foi no popcorn Chicken (ou nuggetão mesmo!). De so
bremesa um cookie. Saudável. Favorável! Hehe.

esquiando-criancas-newyorkO ponto alto – e que fez qualquer frustração do Dudu ir pro beleléu – foi o SnowTubing. Nada mais é do que uma boia que te faz descer a mil por hora uma morreba de neve. Ele pirou de felicidade! Toda a família amou. Aqui foram mais 20 dólares por pessoa, só pra constar…

Saímos da estação de Ski e fomos jantar. Escolhemos uma hamburgeria chamada Mama`s Boy. MUITO bom! Hamburger caseiro, pão no estilo Shake Shack e um lugar fofo demais. A batata frita também era deliciosa. Achei o máximo porque eles incentivam os produtores locais, então a maioria dos insumos do restaurante vêm da região.

26fev

Diário de viagem: New York (parte 2)

Continuando o post anterior!

Vale lembrar que chegamos a pegar a temperatura a-my-ga de 20 graus negativos (meeenos vinte!). Então a gente precisou pegar leve nos passeios externos. Sem falar que pensávamos duas, três ou dez vezes antes de entrar em uma loja, por causa da função de tirar e botar casaco/gorro/cachecol/luva na gente e no Dudu. As lojas são muito quentes, em algumas ficava só de segunda pele mesmo.

Bom, vou contar em tópicos porque é extenso, então quem quiser vai direto ao ponto, porque #soudessas.

Hotel

Ficamos no Belvedere, como resolvemos ir pra NY de última hora (a princípio a gente ia ficar só na Florida) estava tudo caríssimo. Gostei da localização – Broadway com Times Square e a estrutura do quarto era boa, além do hotel ser bonito. Como ponto negativo, o aquecimento do quarto não estava 100%, mas reclamei e eles foram arrumar prontamente, colocaram um aquecedor móvel extra. Além disso o chuveiro era meia boca. Nem ótimo, nem péssimo. Ainda assim, pelo custo benefício e bom atendimento, me hospedaria novamente.

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Vista da nossa janela do Hotel

 

Passeios que fizemos:

Museu de História Natural

Muito legal e interessante pra quem gosta de dinossauros, animais e, como o próprio nome diz, história natural. Amei a sessão de pedras e meteoritos, mas os dinos são o hit do museu. Depois dali, fomos comer no Shake Shack, hamburger muito bom e preço amigo!

Central Park

Fomos meramente pra tirar fotos depois do museu, pois o dia que escolhemos foi o dito cujo, aquele que precisava entrar num freezer pra se esquentar. Repara nossa expressão de conforto com a situação.

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Patinar no gelo no Bryant Park

Uma amiga muito New Yorker deu a dica da patinação no Bryant, além de não cobrarem pra patinar – e somente pelo aluguel dos patins – é um local menos turístico do que as pistas do Central Park e do Rockefeller Center, mas com uma liiiiinda vista pra Biblioteca Pública e um som ambiente no estilo New York, New York de Frank Sinatra enquanto você patina. Eu, Tiago e Dudu gastamos 70 dólares. Dudu pegou um pinguim auxiliar por 20 dólares e dispensou o bicho nos primeiros 5 minutos, ô dó! O legal dessa pista é que não tem limite de tempo. Voltamos caminhando pro hotel nesse dia, pois o frio tinha dado uma pequena trégua. Arrisco dizer que foi o que Dudu mais gostou de fazer!

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Loja da Lego da 5a Avenida

As lojas da Lego são um verdadeiro parque. Sempre tem a área pras crianças montarem seus legos e brincarem, o que torna a visita um bom passeio pra criançada. Infelizmente não conseguimos visitar nenhuma loja da 5a avenida por causa do frio. Então foi do taxi pra loja, da loja pro hotel. Ah, minto! Dei uma fugidinha pra passar na Godiva e tomar o melhor chocolate quente da vida!

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Passeando pela Times Square

Ficamos muito tempo na loja da M&M`s, pertinho do nosso hotel. Dudu tava maravilhado com a loja e adorou montar seu próprio pacote de M&M`s. Acabamos não entrando muito nas outras lojas da Times por conta do tira e põe da casacada. Pensa na função de fazer Dudu colocar luva, gorro, cachecol e casaco a cada entrada/saída! Ótima maneira de economizar!

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Caminhando pelo Soho

O Soho é definitavemente meu bairro preferido de NY. Na próxima vez, quero me hospedar lá. Dessa vez a gente deu uma tímida caminhada no início do bairro e voltamos pro hotel antes de congelar. Pegamos metrô uma única vez e foi nesse dia, todos os outros dias encaramos o trânsito no táxi. Tudo por causa do mardito frio (olha ele aí de novo gente!!).

Neve!

A neve, por si só, foi uma atração pro Dudu. Dos 4 dias que ficamos em NY, pegamos um dia de neve intensa. Compramos uma capa pro carrinho e caminhamos pelas ruazinhas sem rumo por quase um dia inteiro!

neve-NY

Compras

Ainda que não tenha sido o nosso foco, é praticamente impossível fugir de uma boa e velha pechincha gringa. Só que com o dólar nas altuuuuuras, comprar no Brasil tá saindo um melhor negócio em quase tudo.

Century 21– Passamos rápido no primeiro dia, onde comprei um casaco por 40 dólares – aquele preto que eu estava em quase todas as fotos. É super leve, de pluma, esquenta e não ocupa espaço. Achei que ia ser 120 mas na hora do caixa passou 40, pensa na alegria! E um chapéu de lã nude que tanto queria que estava de 50 por 8 doletas.

Bed Bath and Beyond – Compramos a capa do carrinho do Dudu e quase chorei na sessão baby, vontade de ter outro (mas passou logo, kkk). Além daquelas fugidinhas nas Marshalls e TJMaxx da vida. Não consigo não ir quando passo por uma, mas dessa vez fui forte e não comprei nada.

Woodburry Outlet – Não estava na programação, mas como passamos na frente pra ir pra Hunter Mountain, resolvemos parar lá pra “almoçar”. Por um breve momento me arrependi de ter comprado as roupas de Ski na Decathlon porque a Columbia estava praticamente toda com 70%OFF, mas ainda assim sairia pelo mesmo preço. Comprei uma bota quentinha de neve pra mim por 60 dólares e uns casaquinhos pro Dudu. Tiago comprou luvas de ski e por aí fechamos as compras. Estava maior chuva e como o outlet é aberto, então tocamos pra montanha! Ah, mas antes passamos da Modells (loja de artigos esportivos fora do outlet) pra comprar nossos óculos de Ski.

 

Restaurantes (esqueci de fotografar as comidas, foi mal!)

Tonys di Napoli – Fomos logo no primeiro dia. Italiano e preço bom. Um prato serve três! Fica próximo da Times Square.

Maria`s Mont Blanc – Surpresa boa da viagem. Melhor comida de todas! Como era do lado do nosso hotel, resolvemos arriscar. É um bistrô de um francês simpático (o preço não é tanto assim, média de 35 dólares o prato individual). Eu pedi uma tilápia e tiago pediu um spaghetti  (Dudu comeu os dois num prato extra :P). Tempero maravilhoso, pratos super bem apresentados. Comida boa de verdade. Morremos de inveja das mesas ao lado que pediram Fondue, a gente só viu que tinha depois!

Shake Shack – O melhor dos fast foods, pão delicioso e carne sem gosto de minhoca, kkkkk. Fomos perto do Museu de Historia Natural.

Bela Vita Pizzeria – fica na 158 W com 58th. Descobrimos por acaso também. Típica pizza americana, só que gostosa. Também tem massas. O restaurante é um cubículo, mas super limpinho, organizado, bom e barato! Depois eu vi que eles são super bem recomendados pelo Google + e Trip Advisor.

Godiva – Chocolate quente! Não vai nos outros drinks… eu fui e me arrependi!

Chipotle – Dudu odiou! Mas eu e Tiago amamos. Mexicano com boas opções e preço ok. Amei o burrito, mas gosto de pimenta!

Além da porcariada de sempre, claro. Amo as hotcakes (ou panquecas) do McDonalds de café da manhã, peço plain só com syrup. Starbucks, Dunkin Donuts, Cinnabon e esse monte de coisa light!

Como eu disse no post anterior, nossa viagem foi curtinha, e ainda assim fizemos em um ritmo tranquilo, sem aquele rush e correria!

Pra quem quiser uma lista bem legal de programas infantis, este é o melhor site, oficial da cidade!

http://www.nycgo.com/dora

Se lembrar de mais alguma coisa, vou atualizando!

O próximo post da viagem vai ser sobre a estação de Ski.

 

Beijos

Bia

22fev

New York no frio e com a cria! (parte 1)

Oi belezuras.

Vou contar aqui um pouco dos preparativos de NY. Ficamos por lá quatro dias (congelantes) com o Dudu.

New-York-com-crianças

Mas antes de começar, acho interessante explicar um pouco do nosso “perfil viajante” e dos preparativos.

A gente não faz o turista frenético. Como a vida lá em casa já tem agito o suficiente, ninguém passa sufoco pulando de galho em galho (ou de pontos em pontos turísticos). Se der pra fazer tudo, ótimo. Se não der, ok. Dormir poucas horas, principalmente com a cria junto, tá fora do contexto.

Ah, e amamos sair caminhando sem rumo, então muitos locais não são necessariamente famosos ou super recomendados por outras pessoas.

Ficamos em New York de 12 a 16 de fevereiro. Pegamos o dia mais frio do ano, no sábado chegou a dar -20 graus na rua. Então, principalmente nesse dia pegamos leve nas programações externas, o que comprometeu um pouco a nossa programação, mas mesmo assim deu pra curtir muito.

Tópicos úteis pra quem vai com criança:

– Carrinho: Eu levei o carrinho do Dudu, um Chicco Liteway véio de guerra que eu amo de paixão. Só usamos carrinho ainda em viagens, acho necessário, é o maior sossego. A gente sai pra bater perna sem se preocupar, já que ele não acompanha o ritmo caminhando sempre. Principalmente em NY foi a salvação, porque deixamos ele quentinho no cobertor. Quando nevou, compramos uma capa na Bed Bath and Beyond (minha loja favorita de coisas pra casa da vida). Ele tem quase 5 anos (faz em agosto) e pesa perto de 20kg e o carrinho ainda dá pro gasto.

– Arrumando as malas: Nosso voo do Brasil era pra Fort Lauderdale, como a gente vai pra Orlando depois, achamos melhor comprar um trecho doméstico FLL – NY, o que acabou com a farra na hora de fazer a mala. 20kg por pessoa, cada um com uma bolsa normal e UMA mala de mão pros três. Cada mala extra custaria 50 dólares por trecho, ou seja, nem pensar! O problema é que a mala precisava ter de tudo, roupas de -20 a +30 graus. O que eu fiz?

Levei um bom casaco e comprei outro lá, e foram os dois casacos que passei nos dias frios. Pro Dudu, a mesma coisa, dois casacos (comprados no Brasil). Como fomos esquiar, também levei uma roupa completa de Ski pra cada um.

Tudo que eu comprei especial pro frio, foi da Decathlon. O preço deles é ótimo e, com o dólar a mais de quatrorreal, fica bem mais barato do que comprar fora.

Recomendo comprar da Decathlon: Segunda pele, roupas de ski, roupas infantis e fleece (adulto e infantil), além de luvas e gorros pra crianças. Pro Dudu comprei uma bota de frio impermeável, que também dá pra neve.

Comprei uma bota pra mim da Columbia, também impermeável e pra neve, quentinha que só! Uma amiga emprestou a dela e chegando lá comprei a minha, paguei 60 dólares no Outlet. No Brasil vi por mais de mil reais.

Gorros, luvas, cachecol, meia calça de lã (pra mim), levei tudo daqui.

Ah, e a parte da minha mala pra Orlando? Enchi de vestidos, assim se fica frio coloca meia calça e casaco, se tá calor vai só com ele. Foi a solução pra diminuir o volume!

– Comida e brinquedos: Dessa vez não levei nenhum tipo de comida e trouxe apenas o iPad. Como tinha limite de bagagem, ficou mais fácil cortar tudo da lista. Dudu é chatinho pra comer junkie food (que bom, né?), mas gosta de massas e a gente capricha nos lanches, compramos frutas (banana salvadora!) e por aí vamos nos virando.

Bom, acho que vou dividir em dois posts (até porque dá pano pra manga e vocês voltam depois, #safadinha #espertinha). No próximo eu conto melhor nossos passeios e o que valeu (além do que não valeu) à pena.