12jul

Conversas noturnas

Quarto escuro, dentes escovados e xixi feito.

Hora do papo cabeça antes de dormir

– Mãe, quando eu crescer eu vou ser o Batman, tá?

E continuou falando sobre quão legal seria morar na BatCaverna, e das muitas armadilhas que iria planejar contra Coringa e Lex Luthor, que aliás, é um fracote.

De repente, uma pausa.

– Mas mãe, eu vou querer que tu e o pai morem lá comigo. Vocês podem?

– Sim, filho. Se tu quiser, a gente vai morar na BatCaverna.

Outra pausa.

– Mas e quando vocês morrerem?

Outra pausa. Dessa vez, minha.

– Ah filho, mas acho que isso demora. Dá tempo de morar na BatCaverna.

– Demora quanto?

– Não sei.

Achei que a conversa ia se alongar, mas acho que ele entendeu que certas respostas a gente não tem mesmo.

– Mãe (sim, ele fala “mãe” a cada frase), sabia que eu já sei fazer manobra de patinete?

A arte de desviar de assuntos desconcertantes.

Sim, as crianças aprendem também.

18abr

II Seminário Internacional de Mães

 

Seminário internacional de mães

Ser mãe é não saber.

Ao mesmo tempo em que não existe uma fórmula mágica, entre uma conversa e outra, entre um artigo e outro, sempre aprendo alguma coisa que interfere na minha visão sobre a maternidade. E sim, ela vive em constante mudança.

A minha mãe foi criada pra ser dona de casa. Já eu, fui criada pra ser dona da minha própria vida e não depender de ninguém. Pelo menos era isso que meus pais tentavam ensinar, ainda que a realidade deles não refletisse suas palavras.

Ela era dona de casa, ele provedor.

E dentro desses dois modelos antagônicos de criação que eu tive: teoria versus prática, associado às minhas experiências e à criação do meu marido, eu vivo tentando construir a mais sensata (ou menos louca) personalidade materna.

Talvez, se eu não tivesse buscado me conhecer melhor, fuçando o fundo do baú mesmo, com terapia, leitura, conversa e, principalmente, com troca de experiências com todo tipo de gente, eu não estaria seguindo o mesmo curso.

Se é o jeito certo? Não sei dizer. E arrisco dizer que ninguém sabe. Essa nova figura de mulher e mãe ainda é um ponto de interrogação gigante pra mim.

Ser mãe é não saber.

Mas ser mãe é, definitivamente, buscar o saber, a todo tempo.

 

Cheia de vontade, quero convidar vocês a participarem comigo do II Seminário Internacional de Mães, que tem como principal reflexão o tema: Que mãe você quer ser?

Aprender a ser mãe e reaprender a ser mulher; educação; impacto dos filhos sobre a psique feminina, e alimentação estão dentre os principais assuntos que serão abordados no evento. As palestrantes são maravilhosas, entre as minhas preferidas: Cris Guerra e Laura Gutman, do livro “A maternidade e o encontro com a própria sombra”.

 

O evento será em Belo Horizonte, no dia 04 de junho. Eu vou estar lá assistindo todas as palestras e quero encontrar vocês!

Os ingressos já estão no quarto lote, mas quem quiser participar, tenho um cupom de desconto de 20% no valor total, basta acessar este link e usar o código “agorasoumae20” no momento do pagamento!

Para mais informações, acesse AQUI!

 

Espero vocês lá.

Beijos, Bia!

21mar

Os perigos da meningite

No último dia 3 estive em São Paulo para participar do lançamento de uma campanha nacional de conscientização dos riscos da meningite, Vença a Meningite, do laboratório GSK. O meu papel é espalhar para o maior número de pais e mães dados reais sobre essa doença, que pode chegar a 40% de letalidade em alguns casos.

Os personagens “reais” dessa campanha são cinco atletas paralímpicos que contraíram a doença meningocócica na infância. Conhecemos um pouco de suas histórias de vida, de suas famílias, da luta e vitória sobre essa doença de rápida evolução e difícil diagnóstico.

Eles são um exemplo de superação, verdadeiros guerreiros!

A fotógrafa Anne Geddes com os atletas: Ivanilde, Suelen, Jhulia, Andrey e Filippe.
A fotógrafa Anne Geddes com os atletas: Ivanilde (basquete), Suelen (corrida), Jhulia (corrida), Andrey (natação) e Filippe (goalball).

Além dos atletas, conheci duas grandes fotógrafas. Anne Geddes (a famosa precursora dos ensaios newborn fofos no mundo!) e a brasileira Simone Silverio, referência em ensaio newborn e gestante, que fotografou nossos atletas paralímpicos.

Anne Geddes é embaixadora mundial da conscientização sobre os riscos da doença meningocócica. 15 crianças atingidas pela doença, de todas as partes do mundo, foram clicadas pelas lentes da fotógrafa, que nos apresentou esse trabalho contando a história de cada uma delas. Foi um momento de muita comoção e reflexão sobre os valores da vida. Confesso que fiquei tensa, achei as cenas fortes, porém bonitas. Foi impossível conter as lágrimas.

Unidos contra a meningite!
Unidos contra a meningite!

Foi um evento muito rico em informação, vou passar algumas delas pra vocês:

  • 36% dos casos de meningite são causados por bactérias (doença meningocócica), 43% virais, e os outros 21% são ainda de origem não descoberta.
  • A prevenção consiste em manter hábitos de higiene adequados: lavar as mãos com frequência e manter o ambiente ventilado. Além da vacinação que protege da meningite bacteriana (tipos A, B, C, W e Y).
  • A meningite é transmitida principalmente pelo contato direto com gotículas respiratórias através de contato com a saliva, principalmente tosse e espirro. Ainda que seja possível a transmissão através do compartilhamento de talheres e copos, o meningococo resiste pouco tempo ao ambiente externo.
  • A letalidade da doença meningocócica pode ocorrer entre 10 e 20% dos casos, mesmo com diagnóstico precoce e tratamento adequado. Sem tratamento, a mortalidade supera 50% dos casos.
  • A meningite tipo B é a que mais mata em todo o mundo.
  • A faixa etária com maior risco de letalidade é entre 0 e 2 anos de idade.
  • O evolução da doença meningocócica é muito rápida. O óbito pode ocorrer 24 horas após o aparecimento dos primeiros sintomas. Por isso é tão importante que a pessoa afetada pela doença seja diagnosticada e atendida com urgência, ainda nas primeiras horas.
  • Os sintomas são muitas vezes confundidos com o de uma gripe ou qualquer outra virose. Febre alta, dor de cabeça e prostração aparecem nas primeiras 4 horas. Após esse período, começa a rigidez da nuca e até manchas pelo corpo. Os pais devem levar a criança imediatamente ao pronto socorro para o tratamento adequado. É uma verdadeira corrida contra o tempo.
  • A faixa etária da população transmissora das meningites causadas por bactérias é mais abrangente do que a faixa etária da população dos afetados gravemente (normalmente crianças). Jovens são o maior grupo transmissor da doença meningocócica. Por isso a prevenção deveria acontecer também na população transmissora, que porta a bactéria mas não é afetada pela doença.
  • Na região Sul há uma maior incidência de infecções pelo meningococo do tipo W quando comparada as demais regiões do país.

 

Eu particularmente ainda não vacinei o Eduardo com a vacina Meningocócica ACWY. Tinha até entrado na lista de espera e, quando me chamaram, estava na praia, então foi aquela enrolação e acabei deixando pra lá. Como soube que aqui no sul há maior incidência do tipo W, decidi que vou vaciná-lo o quanto antes.

 

post-patrocinado

17mar

Beijo de mãe

Uma topada no dedão,

aquele amigo que meteu um beliscão,

joelho ralado pelo escorregão.

 

Caiu de queixo no chão,

passou o braço no muro de raspão,

Uma quina safada que entrou de bicão.

 

Ah, relaxa! Tudo machucadinho leve…

Dá bola não!

 

E nisso tudo, quem cuida do coração?

Porque sim, é pura frustração!

Brincadeira interrompida por um inconveniente machucado

e pior, de sopetão!

 

Mas quer saber?

Caiu levanta, chora não!

É melhor aprender a se virar sozinho.

 

Pensando bem,

que mal há em um carinho?

Pra fazer você sarar.

Pra (me) fazer sarar.

 

Este post foi um oferecimento de BETACARE™

BETACARE™ é um antisséptico para ferimentos leves que oferece tripla proteção: elimina bactérias, fungos e vírus. Além de não arder, age rapidamente e mostra enquanto está agindo: quando a cor laranja sumir da pele, é hora de reaplicar.

Recomendado para crianças maiores de 2 anos.

 

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Tayuyna. Atendimento ao Consumidor ADV: 0800 134345. Material Código: Anúncio_PM_
Machucado. Data de impressão: Outubro/2015. (1) Monografia do produto. (2) Handbook of
Topical Antimicrobials: Industrial Applications in Consumer Products and Pharmaceuticals, By
Daryl S. Paulson, Page 79. (3) Postgrad Med J (1993) 69 (Supp!. 3), S78-S83 – Action of
povidone-iodine against methic illin-sensitive and-resistant cultures of Staphylococcus aureus
– RW, Lacey and A Catto – Department of Microbiology, university of Leeds, Leedes Ls2 9Jt. *Em  comparação ao álcool. Betacare™ é uma marca comercial. ADV

 

post-patrocinado

07mar

A Síndrome da Supermulher

Eu odeio a supermulher!

Ela é algo inatingível. Um estereótipo que até pode ter sido criado pra inspirar e dizer: “Sim, você é capaz de tudo!”. Concordo. E parou por aí.

Super-mulher

Sou capaz de tudo. Somos capazes de tudo!

Mas quem disse que precisa ser tudo ao mesmo tempo? E quem disse que a gente tem que fazer de tudo, só porque é capaz?

Quando vejo um comercial de TV mostrando o quanto é legal ser essa mulher multidisciplinar, bem sucedida e feliz em todos os aspectos da sua vida – e nessa época tá cheio deles, tenho a vaga sensação de que executar todas as tarefas com êxito tem o mesmo resultado de assoviar e chupar cana ao mesmo tempo. É humanamente impossível não pecar em algum lado, nem que seja na nossa sanidade.

Aquela doida varrida tentando equilibrar todos os lados da sua vida, afogada em um turbilhão de tarefas. E faz questão de resolver tudo sozinha. Quem disse que isso é legal?

Super mãe, super mulher, super esposa, super dona-de-casa, super profissional.

… Super louca!

A questão é aqui é matemática. E a conta não fecha. O dia tem só 24 horas pra encaixar tantos superpoderes.

Sabe qual o resultado da síndrome da supermulher?

Super culpa. Super frustração.

Tudo bem se você teve que trabalhar e ficou longe do seu filho. Tudo bem se você ficou com seu filho e foi uma profissional meia boca, ou nem sequer foi uma. Tudo bem se você não consegue ir na academia. Tudo bem se sua casa anda uma bagunça porque você preferiu ver um filme. Tudo bem se você não fez sexo só pra agradar seu marido naquela noite. Tudo bem! Desde que esteja bem resolvida com você.

Lutamos tanto pela igualdade dos direitos lá fora, mas esquecemos que dentro de casa também precisa ser assim. Não temos a obrigação de dar conta de tudo! Dividir a carga é essencial.

Eu não dou conta de tudo! E quer saber? Tá tudo bem.

Feliz dia da mulher!

Bia.

 

26fev

Diário de viagem: New York (parte 2)

Continuando o post anterior!

Vale lembrar que chegamos a pegar a temperatura a-my-ga de 20 graus negativos (meeenos vinte!). Então a gente precisou pegar leve nos passeios externos. Sem falar que pensávamos duas, três ou dez vezes antes de entrar em uma loja, por causa da função de tirar e botar casaco/gorro/cachecol/luva na gente e no Dudu. As lojas são muito quentes, em algumas ficava só de segunda pele mesmo.

Bom, vou contar em tópicos porque é extenso, então quem quiser vai direto ao ponto, porque #soudessas.

Hotel

Ficamos no Belvedere, como resolvemos ir pra NY de última hora (a princípio a gente ia ficar só na Florida) estava tudo caríssimo. Gostei da localização – Broadway com Times Square e a estrutura do quarto era boa, além do hotel ser bonito. Como ponto negativo, o aquecimento do quarto não estava 100%, mas reclamei e eles foram arrumar prontamente, colocaram um aquecedor móvel extra. Além disso o chuveiro era meia boca. Nem ótimo, nem péssimo. Ainda assim, pelo custo benefício e bom atendimento, me hospedaria novamente.

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Vista da nossa janela do Hotel

 

Passeios que fizemos:

Museu de História Natural

Muito legal e interessante pra quem gosta de dinossauros, animais e, como o próprio nome diz, história natural. Amei a sessão de pedras e meteoritos, mas os dinos são o hit do museu. Depois dali, fomos comer no Shake Shack, hamburger muito bom e preço amigo!

Central Park

Fomos meramente pra tirar fotos depois do museu, pois o dia que escolhemos foi o dito cujo, aquele que precisava entrar num freezer pra se esquentar. Repara nossa expressão de conforto com a situação.

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Patinar no gelo no Bryant Park

Uma amiga muito New Yorker deu a dica da patinação no Bryant, além de não cobrarem pra patinar – e somente pelo aluguel dos patins – é um local menos turístico do que as pistas do Central Park e do Rockefeller Center, mas com uma liiiiinda vista pra Biblioteca Pública e um som ambiente no estilo New York, New York de Frank Sinatra enquanto você patina. Eu, Tiago e Dudu gastamos 70 dólares. Dudu pegou um pinguim auxiliar por 20 dólares e dispensou o bicho nos primeiros 5 minutos, ô dó! O legal dessa pista é que não tem limite de tempo. Voltamos caminhando pro hotel nesse dia, pois o frio tinha dado uma pequena trégua. Arrisco dizer que foi o que Dudu mais gostou de fazer!

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Loja da Lego da 5a Avenida

As lojas da Lego são um verdadeiro parque. Sempre tem a área pras crianças montarem seus legos e brincarem, o que torna a visita um bom passeio pra criançada. Infelizmente não conseguimos visitar nenhuma loja da 5a avenida por causa do frio. Então foi do taxi pra loja, da loja pro hotel. Ah, minto! Dei uma fugidinha pra passar na Godiva e tomar o melhor chocolate quente da vida!

lego-quinta-avenida

Passeando pela Times Square

Ficamos muito tempo na loja da M&M`s, pertinho do nosso hotel. Dudu tava maravilhado com a loja e adorou montar seu próprio pacote de M&M`s. Acabamos não entrando muito nas outras lojas da Times por conta do tira e põe da casacada. Pensa na função de fazer Dudu colocar luva, gorro, cachecol e casaco a cada entrada/saída! Ótima maneira de economizar!

loja-mms-times-square

Caminhando pelo Soho

O Soho é definitavemente meu bairro preferido de NY. Na próxima vez, quero me hospedar lá. Dessa vez a gente deu uma tímida caminhada no início do bairro e voltamos pro hotel antes de congelar. Pegamos metrô uma única vez e foi nesse dia, todos os outros dias encaramos o trânsito no táxi. Tudo por causa do mardito frio (olha ele aí de novo gente!!).

Neve!

A neve, por si só, foi uma atração pro Dudu. Dos 4 dias que ficamos em NY, pegamos um dia de neve intensa. Compramos uma capa pro carrinho e caminhamos pelas ruazinhas sem rumo por quase um dia inteiro!

neve-NY

Compras

Ainda que não tenha sido o nosso foco, é praticamente impossível fugir de uma boa e velha pechincha gringa. Só que com o dólar nas altuuuuuras, comprar no Brasil tá saindo um melhor negócio em quase tudo.

Century 21– Passamos rápido no primeiro dia, onde comprei um casaco por 40 dólares – aquele preto que eu estava em quase todas as fotos. É super leve, de pluma, esquenta e não ocupa espaço. Achei que ia ser 120 mas na hora do caixa passou 40, pensa na alegria! E um chapéu de lã nude que tanto queria que estava de 50 por 8 doletas.

Bed Bath and Beyond – Compramos a capa do carrinho do Dudu e quase chorei na sessão baby, vontade de ter outro (mas passou logo, kkk). Além daquelas fugidinhas nas Marshalls e TJMaxx da vida. Não consigo não ir quando passo por uma, mas dessa vez fui forte e não comprei nada.

Woodburry Outlet – Não estava na programação, mas como passamos na frente pra ir pra Hunter Mountain, resolvemos parar lá pra “almoçar”. Por um breve momento me arrependi de ter comprado as roupas de Ski na Decathlon porque a Columbia estava praticamente toda com 70%OFF, mas ainda assim sairia pelo mesmo preço. Comprei uma bota quentinha de neve pra mim por 60 dólares e uns casaquinhos pro Dudu. Tiago comprou luvas de ski e por aí fechamos as compras. Estava maior chuva e como o outlet é aberto, então tocamos pra montanha! Ah, mas antes passamos da Modells (loja de artigos esportivos fora do outlet) pra comprar nossos óculos de Ski.

 

Restaurantes (esqueci de fotografar as comidas, foi mal!)

Tonys di Napoli – Fomos logo no primeiro dia. Italiano e preço bom. Um prato serve três! Fica próximo da Times Square.

Maria`s Mont Blanc – Surpresa boa da viagem. Melhor comida de todas! Como era do lado do nosso hotel, resolvemos arriscar. É um bistrô de um francês simpático (o preço não é tanto assim, média de 35 dólares o prato individual). Eu pedi uma tilápia e tiago pediu um spaghetti  (Dudu comeu os dois num prato extra :P). Tempero maravilhoso, pratos super bem apresentados. Comida boa de verdade. Morremos de inveja das mesas ao lado que pediram Fondue, a gente só viu que tinha depois!

Shake Shack – O melhor dos fast foods, pão delicioso e carne sem gosto de minhoca, kkkkk. Fomos perto do Museu de Historia Natural.

Bela Vita Pizzeria – fica na 158 W com 58th. Descobrimos por acaso também. Típica pizza americana, só que gostosa. Também tem massas. O restaurante é um cubículo, mas super limpinho, organizado, bom e barato! Depois eu vi que eles são super bem recomendados pelo Google + e Trip Advisor.

Godiva – Chocolate quente! Não vai nos outros drinks… eu fui e me arrependi!

Chipotle – Dudu odiou! Mas eu e Tiago amamos. Mexicano com boas opções e preço ok. Amei o burrito, mas gosto de pimenta!

Além da porcariada de sempre, claro. Amo as hotcakes (ou panquecas) do McDonalds de café da manhã, peço plain só com syrup. Starbucks, Dunkin Donuts, Cinnabon e esse monte de coisa light!

Como eu disse no post anterior, nossa viagem foi curtinha, e ainda assim fizemos em um ritmo tranquilo, sem aquele rush e correria!

Pra quem quiser uma lista bem legal de programas infantis, este é o melhor site, oficial da cidade!

http://www.nycgo.com/dora

Se lembrar de mais alguma coisa, vou atualizando!

O próximo post da viagem vai ser sobre a estação de Ski.

 

Beijos

Bia