07ago

[Convite] Quer tirar dúvidas sobre amamentação? Vem pra nossa Live!

Quem é mãe sabe: amamentar pode não ser sempre essa belezinha toda que vemos nas fotos das redes sociais.

Por isso queremos convidar vocês para uma conversa AO VIVO na próxima terça, dia 08/08 ás 20h no nosso instagram @agorasoumae.

Pra nos ajudar, convidamos a enfermeira obstetra, Soninha Silva, especialista na saúde materno infantil e consultora em aleitamento materno.

A ideia é trazer informações atualizadas para você que quer amamentar ou está amamentando se sentir apoiada e mais segura. E claro, tirar suas dúvidas!

Manda suas perguntas pra gente?

Dúvidas sobre crescimento, desenvolvimento e sobre a melhor forma de nutrir seu bebê com segurança.

Vai dizer que você nunca se perguntou: “O bebê não para de chorar, o que eu faço? Como saber quando ele está saciado? E se eu não conseguir? Meu leite é “fraco”, o que faço? Eu sinto muita dor ao amamentar, é normal? E se meu bebê não mamar? Devo me preparar para amamentar? Até quando amamentar? Entre outras..

Vamos juntas? Aparece na nossa transmissão Live!

04ago

Semana Mundial de Aleitamento: tudo sobre amamentação

Agosto é o mês de incentivo a amamentação e é muito importante falarmos sobre isso com seriedade e sem romantização.

 

Cerca de 170 países se uniram para promover, proteger e apoiar a amamentação na semana de 1º a 7 de agosto e nós estamos aqui, juntas, para falar sobre isso.

 

A edição deste ano da Semana Mundial de aleitamento tem como tema “Amamentar: ninguém pode fazer por você. Todos podem fazer juntos com você”.

 

Então, vamos ajudar as mães nessa? Vamos!

 

É um direito amamentar e é também recomendação da Organização Mundial da Saúde. Além de ser um direito de toda mulher, o leite materno é o melhor alimento do mundo pro bebê.

Não é sempre que é fácil, mas tem dia que é. E a gente se agarra nisso e segue acreditando e defendendo a amamentação, mas acima disso respeitamos todas as formas de maternar e todos os caminhos seguidos pelas mães.

Fizemos então um apanhado de notícias e informações sobre amamentação e sobre quem tá em volta das mães, porque o apoio ajuda muito nesse processo.

 

Amamentar é um processo cerebral

A jornalista Ana Regina Fritsch tentou engravidar por muito tempo até que optou pela adoção. Durante o processo de adoção descobriu a amamentação adotiva. Sim, ela amamentou sua filha! Ela soube que a amamentação é um processo cerebral e isso ajudou muito ela no processo. Parece surreal, mas o corpo é algo fascinante mesmo. Dá uma lida na matéria aqui.

 

Esclareça suas dúvidas sobre amamentação

Informação é poder! A maravilhosa Maíra Silva, enfermeira pediátrica do Banco de Leite Humano do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, explica nessa matéria, muitas questões relacionadas ao aleitamento. Excelente leitura, porque as respostas são verdadeiras, tratando com seriedade e sem romantizar. Dá uma lida aqui.

 

Tudo sobre amamentação

Cartilha parece uma coisa cafona e antiga, mas olha, me surpreendi com essa aqui. Informações preciosas sobre antes, durante e depois da amamentação. Vale ao menos passar o o olho nesse material feito com muito cuidado por especialistas da FioCruz. Acesse a cartilha aqui.

 

Doe leite materno

Essa dica é boa pra quem já amamenta. O Ministério da Saúde lançou esse ano uma campanha pra incentivar a doação de leite materno pelas mães que amamentam. Essa prática pode salvar vidas! O slogan da campanha é “Um pouquinho do que você doa, é tudo para quem precisa”, não tem como não se emocionar, não é? Se quiser saber mais sobre, veja aqui.

Amamentar é um ato de amor, alimentar seu filho e cuidar dele da melhor forma, também. Não estamos aqui pra julgar, pois toda mãe dá seu melhor ao filho, e o vínculo é criado pelo amor, simples assim.


Por uma maternidade com respeito, apoio e menos julgamentos.

Não julgue uma mãe que não conseguiu amamentar, mas incentive e dê o apoio necessário para que mais mães façam essa escolha e tenham essa oportunidade de nutrir seu filho da melhor forma.

Amamentação não tem lugar, nem hora, nem ocasião. Por isso, respeite as mulheres amamentando em público.
Amamentação é amor e entrega em tempo integral.

Ofereça suporte: um copo de água, uma almofada e até um abraço!

 

04ago

É possível aumentar a produção de leite materno com a alimentação?

Como aumentar a produção de leite? Quais os alimentos recomendados na amamentação?

Se você está passando (ou já passou) pela amamentação, é bem provável que já tenha pesquisado isso em algum local.

Convidei minha nutróloga, Dra. Isabela David (a mesma do post anterior) pra falar sobre a alimentação da mãe durante a o aleitamento materno. Então o post continua com as palavras ela, claro!

Como aumentar produção de leite materno

***

O primeiro critério da escolha dos alimentos é lembrar que “nem todo alimento saudável, é saudável para você”. O segundo é a variedade alimentar: varie bastante.

No consultório, aplico um índice de variedade alimentar. Quanto aos alimentos considerados “galactagogos”, ou seja, que aumentam a produção de leite, existe muita controvérsia sobre isso. Sou superfã de um mingauzinho de aveia (com ou sem gluten) com morangos e mirtilos no desjejum! É a minha opção favorita! São citados, além da aveia:

–       Canjica

–       Gengibre

–       Macadâmia

–       Amêndoas

–       Gergelim preto

–       Sementes de algodão

–       Mamão verde

–       Alho 

–     Cominho 

–       ervas como fenogrego (Trigonella foenum-graecum), cardo mariano (Silybum marianum) e galega (Gallega officinallis), mas existem algumas restrições no seu uso (é preciso individualizar a prescrição).

Um pouco de intuição geralmente funciona também! (rs) 

Sempre acrescente as folhas verdes escuras, os frutos cítricos, cenouras, leguminosas (como o grão de bico e a lentilha), peixes, ovos, óleo de côco, azeite de olive extravirgem, entre tantas opções alimentares que temos disponíveis! A Weleda, uma empresa que respeito bastante, que segue uma linha antroposófica, tem um produto muito bom, chamado Chá Misto da Mamãe. Existem medicamentos que também aumentam a produção de leite, mas isso deve ser visto apenas com o seu médico, caso seja necessário.

Sobre os líquidos: Muita água. Sem sombra de dúvida, a água mineral e a água de côco são certamente as melhores opções. Um pouco dos sucos naturais de frutas também podem ser usados, mas recomendamos sempre cuidado com a questão calórica e de índice glicêmico. Lembramos que a cafeína pode passar para o leite e agitar o bebê. Cuidado com refrigerantes, cafés e chás ricos em cafeína, como o chá preto e chá verde. Não recomendo a ingestão de álcool durante a amamentação, embora a cerveja preta seja descrita como boa para a produção de leite. Talvez em um frango assado na cerveja! rs..

Também sou a favor da suplementação durante a amamentação (claro, que com acompanhamento médico!).

Em primeiro lugar, o DHA, ou ácido docohexaenoico. Uma gordura muito importante para o desenvolvimento neurocognitivo e visual do bebê. Na realidade, deve-se começar a ingerir pelo menos a partir da segunda metade da gestação. Mas uma fórmula vitamínico-mineral de “amplo espectro” também é muito importante. Isto significa conter a maioria dos nutrientes essenciais (vitaminas A, K, D, E, C, complexo B, cálcio, magnésio, zinco, cromo, manganês, molibdênio, ferro, selênio, entre outros) importantes para a saúde da mãe (a composição do leite materno não muda), para que ela possa manter a amamentação durante, pelo menos, os 6 meses recomendados, desfrutando desta oportunidade tão maravilhosa na vida da mulher! Sistematizar a oferta dos nutrientes através das cápsulas é muito importante!

Cuide-se!

22fev

New York no frio e com a cria! (parte 1)

Oi belezuras.

Vou contar aqui um pouco dos preparativos de NY. Ficamos por lá quatro dias (congelantes) com o Dudu.

New-York-com-crianças

Mas antes de começar, acho interessante explicar um pouco do nosso “perfil viajante” e dos preparativos.

A gente não faz o turista frenético. Como a vida lá em casa já tem agito o suficiente, ninguém passa sufoco pulando de galho em galho (ou de pontos em pontos turísticos). Se der pra fazer tudo, ótimo. Se não der, ok. Dormir poucas horas, principalmente com a cria junto, tá fora do contexto.

Ah, e amamos sair caminhando sem rumo, então muitos locais não são necessariamente famosos ou super recomendados por outras pessoas.

Ficamos em New York de 12 a 16 de fevereiro. Pegamos o dia mais frio do ano, no sábado chegou a dar -20 graus na rua. Então, principalmente nesse dia pegamos leve nas programações externas, o que comprometeu um pouco a nossa programação, mas mesmo assim deu pra curtir muito.

Tópicos úteis pra quem vai com criança:

– Carrinho: Eu levei o carrinho do Dudu, um Chicco Liteway véio de guerra que eu amo de paixão. Só usamos carrinho ainda em viagens, acho necessário, é o maior sossego. A gente sai pra bater perna sem se preocupar, já que ele não acompanha o ritmo caminhando sempre. Principalmente em NY foi a salvação, porque deixamos ele quentinho no cobertor. Quando nevou, compramos uma capa na Bed Bath and Beyond (minha loja favorita de coisas pra casa da vida). Ele tem quase 5 anos (faz em agosto) e pesa perto de 20kg e o carrinho ainda dá pro gasto.

– Arrumando as malas: Nosso voo do Brasil era pra Fort Lauderdale, como a gente vai pra Orlando depois, achamos melhor comprar um trecho doméstico FLL – NY, o que acabou com a farra na hora de fazer a mala. 20kg por pessoa, cada um com uma bolsa normal e UMA mala de mão pros três. Cada mala extra custaria 50 dólares por trecho, ou seja, nem pensar! O problema é que a mala precisava ter de tudo, roupas de -20 a +30 graus. O que eu fiz?

Levei um bom casaco e comprei outro lá, e foram os dois casacos que passei nos dias frios. Pro Dudu, a mesma coisa, dois casacos (comprados no Brasil). Como fomos esquiar, também levei uma roupa completa de Ski pra cada um.

Tudo que eu comprei especial pro frio, foi da Decathlon. O preço deles é ótimo e, com o dólar a mais de quatrorreal, fica bem mais barato do que comprar fora.

Recomendo comprar da Decathlon: Segunda pele, roupas de ski, roupas infantis e fleece (adulto e infantil), além de luvas e gorros pra crianças. Pro Dudu comprei uma bota de frio impermeável, que também dá pra neve.

Comprei uma bota pra mim da Columbia, também impermeável e pra neve, quentinha que só! Uma amiga emprestou a dela e chegando lá comprei a minha, paguei 60 dólares no Outlet. No Brasil vi por mais de mil reais.

Gorros, luvas, cachecol, meia calça de lã (pra mim), levei tudo daqui.

Ah, e a parte da minha mala pra Orlando? Enchi de vestidos, assim se fica frio coloca meia calça e casaco, se tá calor vai só com ele. Foi a solução pra diminuir o volume!

– Comida e brinquedos: Dessa vez não levei nenhum tipo de comida e trouxe apenas o iPad. Como tinha limite de bagagem, ficou mais fácil cortar tudo da lista. Dudu é chatinho pra comer junkie food (que bom, né?), mas gosta de massas e a gente capricha nos lanches, compramos frutas (banana salvadora!) e por aí vamos nos virando.

Bom, acho que vou dividir em dois posts (até porque dá pano pra manga e vocês voltam depois, #safadinha #espertinha). No próximo eu conto melhor nossos passeios e o que valeu (além do que não valeu) à pena.

29maio

Porque meu filho come miojo

miojo

Nunca tive nenhum tipo de intolerância alimentar e nunca fui gordinha.

Passei minha infância regada a bolacha bono, MUITO nescau, coca cola, chocolate, nega maluca, miojo, nuggets, lasanha e polenta.

A única comida de verdade que eu comia era arroz, feijão e bife.

Não comia salada e nenhum tipo de fruta.

Desde os meus 22 anos venho tentando melhorar minha alimentação. Comecei a comer alface e rúcula aos trancos e barrancos – mas só por causa da balança, depois arrisquei uma cenourinha ralada, brócolis e couve flor, e até hoje tenho minhas frescuras.

Semana passada, foi a primeira vez que comi uma banana, depois de quase 25 anos. Parei de comer com 4 anos, o pediatra dizia pra minha mãe não insistir – e esse discurso devia ser cômodo pra ela. Mas não vou julgar, até porque a informação que se tinha era completamente diferente naquela época, e não quero ser julgada também.

Sou a maior viciada em chocolate que eu conheço (e que todo mundo que me conhece, conhece).

A alimentação do Dudu é quilometricamente melhor do que foi a minha, mas ainda longe do que é considerado ideal. Ele come e ama quase todas as frutas – mínimo de 2 porções por dia, almoça e janta comida de verdade (sem frituras, nem industrializados), não bebe suco de caixinha (exceto no lanche coletivo da escola e em ocasiões esporádicas fora de casa) e encara uma saladinha, desde que bem cortada e camuflada no arroz.

Se ele já comeu todos as besteiras listadas na alimentação da minha infância? Sim (exceto refrigerante). Semana passada, inclusive, fiz um miojo porque estava na correria e minha ajudante tá de férias. Ainda assim tento dar sem aquele pó, e me sinto uma mãe de bosta, mas é a vida.

Essa semana a Bela Gil foi atacada nas redes sociais por postar uma foto da lancheira de sua filha, que continha banana da terra e batata doce, granola caseira e água. Alguns falaram inclusive que tinham pena da menina.

Pena. Por quê?

Porque ela come o que é saudável de verdade (e GOSTA), não produz lixo e está fazendo um bem pra ela? Sobre isso, escreveu uma BELA resposta em seu blog. Acho o máximo, e mesmo estando anos distante da realidade delas, acredito muito nesse modelo alimentar.

Para a consciência coletiva, a cultura e os hábitos de um povo mudar, precisamos de gente “radical”, que beire o absurdo para alguns. É assim que, normalmente, a sociedade desperta.

Estou assistindo ao seriado Mad Men (recomendo!), que se passa entre os anos 60 e 70. No início da temporada, fumar não fazia mal pra saúde, a indústria vendia o cigarro como algo magnífico. Todo mundo fumava em qualquer lugar. Quando um dos personagens sofreu um infarto, o médico recomendou que ele consumisse bastante manteiga e leite. Ninguém se excercitava, faziam piquenique e deixavam seu lixo no chão, e as mulheres que trabalhavam eram mal vistas, ou discriminadas.

Quanta mudança de lá pra cá, não? Já parou pra pensar o que vem pela frente? Ou tá pensando que o mundo parou na nossa cabeça? Eu me pergunto quantas das nossas “verdades” ainda vão cair, e quantas já estão caindo, mas a gente insiste em não enxergar.

Acho que nós, enquanto pais e cidadãos, devemos abrir nossos olhos e nossa cabeça, para as mudanças e melhorias que podemos fazer não só à alimentação, mas também com relação ao lixo, a água e o planeta em geral. Ninguém muda do dia pra noite, eu sei. São anos de uma vida agindo de uma forma e comendo porcarias, é impossível que uma atitude radical – pelo menos pra mim – seja realmente eficaz. Tô bem longe de ser exemplo!

Adquirir a consciência é o primeiro passo. Mas é claro que, além da luta contra os hábitos e vícios de uma vida, existem outras questões que dificultam com que as pessoas, ainda que com vontade, tenham a alimentação da Bela Gil.

Um dos problemas é a acessibilidade. Não é todo mundo que tem acesso a alimentos saudáveis. É muito mais fácil (e barato) dar um miojo do que ir atrás de alimentos orgânicos e cozinhar em casa. Sem falar no tempo! Tem gente que trabalha tanto que mal dá conta de fazer os deveres de casa com os filhos. Sei que isso não é o correto, mas infelizmente a realidade de muita gente é essa.

Comida saudável de verdade é sinônimo de perecibilidade, normalmente são mais caras ou difíceis de encontrar. Lembro que quando eu estava grávida tentei fazer uma reeducação alimentar. Parei quando tive que percorrer várias casas de produtos naturais e diferentes mercados da cidade atrás de cada produto da minha dieta prescrita pela nutricionista. Pro meu ritmo de trabalho, na época, foi bem difícil, até que eu desisti.

De lá pra cá essa situação já melhorou muito. A procura por esses produtos aumentou, logo fez com que a oferta nos locais crescesse também.

E nós?

Infelizmente, continuamos recorrendo aos industrializados e às caixinhas (porém reduzimos). Eu cedo ao pedido do Dudu por um iogurte do solzinho, ele ama comer sucrilhos com o pai, mas tudo dosado. Por outro lado, começamos a consumir orgânicos, procuro cortar as besteiras nos dias de semana e substituir o leite de vaca, além de incluir muitas frutas e verduras.

Se a nossa alimentação é a melhor de todas? Claro que não é. Mas a consciência e as pequenas melhorias, quando contínuas, podem quebrar os velhos hábitos a longo prazo. Procuro melhorar dentro da minha realidade, e sei que temos um longo caminho pela frente.

Tenho certeza de que pro Dudu, é muito mais fácil do que está sendo pra mim.

Queria eu ter tido a oportunidade de me alimentar como a filha da Bela Gil. Realmente não entendo porque há o preconceito com quem come comida de verdade, quando o inverso que deveria acontecer.

Acho que cada um pode melhorar dentro da sua realidade, sem precisar atacar o outro.

***

Uma ressalva:

Eu não dou miojo regularmente para o Dudu, nem considero como um alimento. Mas assim como ele come coxinha e pastel em festinhas vez ou outra, o miojo é uma exceção.

 

 

18maio

Desafio Detox!

Fui convidada pela Organic Press a fazer o #desafiodetox de 2 dias e, claro, aceitei na hora. Parece que leram o meu pensamento, era tudo que eu precisava depois de dois meses nadando na jaca! Tava doida por um empurrãozinho pra uma vida mais saudável.

desafio-detox

1. Eu nunca tinha feito detox.

2. Embora eu tente melhorar, minha alimentação tá longe de servir de exemplo. Mas com o conhecimento que a gente vai adquirindo sobre os alimentos e a importância de comer bem (e comer comida de verdade!), é natural que o interesse por uma alimentação saudável aumente a cada dia.

É esse o processo que tô vivendo. Nada radical, tudo no seu tempo.

Foram dois dias de detox com os sucos prensados a frio da Organic Press, refeições da Funcional Gourmet e snacks das lojas Mundo Verde do centro e do Beiramar Shopping. Além disso, fizemos tratamentos na clínica Onodera, pra ajudar a eliminar as toxinas e turbinar o detox!

O cardápio foi elaborado pela Nutricionista Elisa Berkenbrock (@dicadanutri). O coquetel de abertura ficou por conta da loja chamosíssima Espaço Garimpo, e o encerramento no Costão do Santinho!

Dá uma espiadinha!

sucos-organic-press

***  Mas afinal, o que é um suco prensado a frio?

Inspirados na técnica milenar de extração do azeite de oliva, os sucos prensados a frio extraem das frutas e vegetais orgânicos o que eles têm de melhor: fitonutrientes, minerais e enzimas vivas, extraindo mais nutrientes por mililitro de puro suco, sem uso de água, açúcar ou conservantes. Não pasteurizados, são 100% naturais. Por conta disso, sua validade é de 3 dias na geladeira e de até 30 dias no freezer.

Eu me apaixonei pelo sabor inigualável dos sucos. É coisa boa mesmo, Dudu aprovou todos! Como não sou a maior fã de salada, é legal tomar um suco verde todo dia (as meninas da Organic Press falaram que vai um pé de couve orgânica em cada garrafinha de suco verde!)

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Os pratos eram todos vegetarianos, e fiquei surpresa do quanto estavam gostosos! E olha que sou chata pra comer, fiquei com medo de não conseguir encarar, adorei todos! As porções tinham tamanho suficiente pra saciar bastante a fome!

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Entre os snacks saudáveis da Mundo verde: oleaginosas, chocolate (AMÉM!), além do up das sementes nas sopas, que ajudaram a deixar a barriga forradinha, haha.

Os tratamentos estéticos estavam MARA!

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***  O que eu achei do Detox?

A dieta foi super fácil de fazer, tudo veio pronto para o consumo (só faltava mastigar), o que facilitou MUITO a minha vida nesses dois dias. Não passei fome, pelo contrário, fiquei super saciada. Meu intestino voltou a funcionar beeeem e notei muita diferença no inchaço e retenção de líquido, me senti muito melhor. Além de dar um start na tão adiada reeducação alimentar!

Recomendo muitíssimo!

Quem tiver qualquer dúvida sobre esse detox, pode encaminhar um email para Elisa, nutricionista responsável e.nutricionista@hotmail.com ou seguir lá no instagram @Dicadanutri. E quem quer fazer o detox, só enviar um email pra quero@organipress.com.br

E uma ótima semana desintoxicada pra gente!