20ago

I congresso catarinense de aleitamento materno

No próxima terça-feira, 25/08 vai acontecer o I Congresso Catarinense de Aleitamento Materno. Um evento gratuito e aberto ao público, na Assembleia Legislativa.

O objetivo do evento é esclarecer profissionais da área saúde, gestantes e lactantes sobre a amamentação e o primeiro ano de vida do bebê. Estarão em pauta os direitos da mulher que amamenta, dicas e orientações sobre amamentação, cuidados com recém nascido, além de debates e rodas de conversa.

O evento traz profissionais super respeitados e referência em todo o país. Uma oportunidade única de tirar todas aquelas dúvidas que as mães de primeira viagem têm com quem mais entende do assunto: pediatras, médicos, enfermeiras e nutricionistas.

Interessou? Você pode se inscrever em http://escola.alesc.sc.gov.br/eventos ou ligar (48)3239-1573

Restam poucas vagas!

amamentação

Abaixo a programação completa do evento.

Para acessar o flyer:  I Congresso Catarinense de Aleitamento Materno

08h15 às 08h45

Abertura Oficial

08:45 – 09:15: Política Nacional – Mulher trabalhadora que amamenta

Fernanda Monteiro – Coordenadora das Ações de Aleitamento Materno na Coordenação Geral de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde. Coordena o Comitê Nacional de Aleitamento Materno.

09:15 – 10:00: Abordagem Sistêmica na Prática do Aleitamento Materno

Dra. Lylian Dalete Araújo – Professora aposentada da Universidade Estadual de Londrina.Consultora do Ministério da Saúde pela Rede Amamenta Brasil. Tutora da Estratégia Amamenta Alimenta Brasil. Sócia Fundadora da Deleite Educação e Cuidado em Aleitamento Materno.

10:00 – 10:30: A hora mágica – a primeira hora de vida do recém-nascido

Elisabeth Kuehn de Souza – Coordenadora do Banco de Leite Humano de Blumenau. Presidente do Comitê Regional de Aleitamento Materno do Médio Vale do Itajaí. Consultora em Aleitamento Materno pelo IBLC. Membro da Rede IBFAN Brasil. Membro da REHUNA

10:30 – 10:45 DEBATE

10:45 – 11:15 Iniciativa Hospital Amigo da Criança – IHAC: situação atual e perspectivas futuras em SC

Dra. Evanguelia  Kotzias Atherino dos Santos – Professora do Curso de Graduação e do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina. Consultora do Ministério da Saúde Área da Criança e Aleitamento Materno. Consultora Internacional em Aleitamento Materno. Membro efetivo da International Baby Food Action Network – Rede IBFAN.

11:15 – 11:45 A importância dos  primeiros   300 dias, o cuidado com os recém nascidos, da  gestação ate  o 1º mês de vida do bebê.

Dr. Cecim El Achkar – Médico pepediatra, da Associação de Pediatras do Hospital Florianópolis.

11:45 – 12:30 DEBATE

12:30 – 14:00 Almoço

14:00 – 14:45 O desmame precoce e o stress tóxico infantil e suas repercussões sobre a relação criança família.

Dr. José Martins Filho – médico pediatra, Prof. Titular, Emérito de Pediatria da UNICAMP, Presidente da Academia Brasileira de Pediatria, Membro Titular da  Sociedade Brasileira de Médicos Escritores.

14:45 – 15:00 DEBATE

15:00 – 15:30 Direitos trabalhistas da mulher trabalhadora que amamenta.

Desembargador Dr. Amarildo Carlos de Lima – do Tribunal Regional do Trabalho do Estado de Santa Catarina. Gestor Regional do Programa Trabalho Seguro em Santa Catarina.

15:30 – 16:00 Aconselhamento – a arte de escutar, atitude e postura do profissional frente à nutriz e sua família.

Sonia Silva – Enfermeira Obstetra, responsável pelo Aleitamento Materno na UNIMED Grande Florianópolis.

16:00 – 16:15 DEBATE

16:15 – 16:30 Intervalo Café

16:30 – 17:00 Bancos de Leite Humano no Brasil e em Santa Catarina: segurança alimentar e nutricional na atenção neonatal.

Dra. Maria Beatriz Nascimento – Médica Neonatologista e Coordenadora Técnica Do Banco De Leite Humano Da Maternidade Darcy Vargas – Joinville (SC). Prof. da Área Materno-Infantil Curso de Medicina da Universidade da Região de Joinville – Univille. Consultora Internacional De Lactação (International Board Certified Lactation Consultant – Iblce). Membro Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria.

17:00 – 17:45 Experiências Exitosas – Aleitamento Materno na Atenção Básica – Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil – EAAB

Alessandra Monestel – Nutricionista. Mestre em Saúde e Gestão do Trabalho. Responsável pelo serviço de Nutrição da Secretaria Municipal de Saúde de Itajaí – SC. Membro do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional do município de Itajaí. Facilitadora Estadual da EAAB.

Janine Guimarães – Nutricionista. Especialistaem Nutrição Clínica e Clínica Funcional, Saúde da Família e Gestão da Clínica. Facilitadora Nacional da EAAB. Responsável pela Área Técnica de Alimentação e Nutrição da Atenção Básica à Saúde  da SMS de Joinville.

Moderadora – Enfa. Dda. Marcia Sueli Del Castanhel – Coordenadora da Saúde da Criança/Capital Criança da SMS Florianópolis, Presidente do COMAMAS. Facilitadora Nacional da EAAB.

04ago

Agosto dourado e os benefícios da amamentação

Você pode imaginar que só porque eu não consegui amamentar eu não apoie a amamentação. Não é verdade.

Amamentar é difícil no início sim. Eu insisti por mais de um mês e, no meu caso não deu certo. Pra entender melhor, leia esse post onde conto minha experiência com a amamentação. Isso não significa que com você será assim. E comigo no futuro também. Espero amamentar meu próximo filho (ainda não encomendado, calmaê!) e que eu tenha uma experiência tranquila ao amamentar, o que infelizmente não vivenciei.

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Não poderia deixar passar em branco aqui no blog o Agosto Dourado, mês dedicado exclusivamente à importância da amamentação. Em Floripa, a Hora do Mamaço aconteceu no último sábado, dia 01/08 no parque de Coqueiros, mas o movimento acontece paralelamente em várias cidades do Brasil.  A ideia é reforçar a importância do aleitamento materno para toda a sociedade, alertando empresas e pessoas que lidam com as mães que amamentam (ou seja, o mundo!), além das próprias mães, é claro.

Pra entender melhor os reais benefícios da amamentação, recomendo um post muito bem escrito pela minha amiga Shirley, do blog Macetes de Mãe. LEIA AQUI.

E só pra lembrar, caso você esgote as tentativas e não consiga, jamais se culpe por não amamentar. Hoje eu não ficaria tão abalada e compartilhei minha (não tão boa) experiência única e exclusivamente pra vocês não se sentirem assim! Porque juro, culpa é tempo perdido. Vai beijar o cangote do neném que é a melhor coisa que tem. (rima brega desmoralizou o post, foi mais forte que eu)

Um beijo!

Bia

 

 

 

29jun

Eu não amamentei meu filho

Fui convidada pelo site Mulher da Abril  a compartilhar um relato sobre maternidade. Decidi falar sobre as minhas dificuldades no processo de amamentação e como me senti ao ter amamentado meu filho por pouco mais de 30 dias.

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Segue o relato publicado no site:

Eu não tenho nenhuma foto do meu filho se alimentando antes dos seis meses de vida. Hoje, quase quatro anos depois, me dou conta de que isso não é normal. Arrependo-me de não ter registrado aqueles momentos, que me fazem muita falta. Era assim: só eu e ele. A gente se olhava nos olhos e dessa maneira, nasceu a maior troca de amor que eu já pude sentir na vida.

O vínculo entre mãe e filho era reforçado – ele sentia o meu cheiro, pegava no meu cabelo, tocava na minha pele e preenchia o meu colo. Eu também aproveitava para conversar baixinho, contar para ele como estava sendo a experiência de ser sua mãe, agradecia por tudo o que estava vivendo, mas também desabafava sobre os desafios e dificuldades que enfrentávamos nesse processo de adaptação. Eu sabia que ele era o meu maior confidente e eu a dele.

Você, que está lendo esse texto do outro lado da tela, deve estar se perguntando sobre quais momentos específicos da maternidade eu me refiro. E sim, eram aqueles em que o meu bebê era amamentado. Só que com mamadeira. Eu nunca havia cogitado não amamentar – como a maioria das grávidas, isso já estava nos meus planos. Perceber que o processo não estava dando certo, que o meu filho passava fome, perdia muito peso e que ele não estava saudável – palavras do pediatra – me desmoronou. Eu tentei de tudo, mas não conseguimos.

Vejo pouca gente falando sobre esse assunto e, talvez por isso, eu deva falar sobre ele. Na época, procurei amparo, relatos que pessoas que estavam passando pelo mesmo que eu e mesmo com tantas informações, me sentia só. O que eu encontrava por aí eram muitas celebridades amamentando com um grande sorriso no rosto, campanhas de amamentação que reforçavam sobre o laço que é criado entre mãe e bebê.

Em muitos momentos, eu me sentia perdida. Então, quem não consegue amamentar não vai ter o mesmo vínculo com o filho? Dizer que a amamentação é a melhor alternativa e deve ser a única opção para o bebê nos primeiros meses é incontestável. Tenho certeza disso. Está provado. É ciência. E se eu pudesse, teria feito. Agora, supor que a amamentação no peito cria uma conexão maior entre mãe e bebê e que uma mãe é considerada melhor porque consegue ter essa experiência com o filho não é legal. Vocês sabem o que isso causa em uma mulher que não conseguiu vivenciar isso? Pois é…

Hoje, eu tenho certeza de que quem cria esse laço duradouro somos nós – independente do tipo de parto ou da amamentação. Mas tenho certeza de que a maioria das mães de primeira viagem, fragilizadas e inseguras, vão se sentir “menos” mães, se questionar e ficar com a autoestima baixa se não conseguir amamentar. Foi assim comigo. Eu tinha tanta vergonha e culpa, que chegava a dizer para algumas pessoas que o que tinha dentro da mamadeira era leite materno – só para não ouvir perguntas e julgamentos, que eu não tinha estrutura e nem paciência para responder naquele momento.

Hoje, mais amadurecida, vejo que supervalorizei o problema. Meu filho está lindo, saudável, bem criado. Sou a melhor mãe que posso. Acredito que eu poderia ter sido ainda melhor, se eu não tivesse perdido tanto tempo ficando preocupada e me desgastando com palpites desnecessários naquela época. Boa mãe é aquela que ama o seu filho e que dá o seu melhor para vê-lo feliz e saudável. Ponto final.

 

Pra finalizar, quero dizer que eu apoio a amamentação, e se pudesse, teria feito com maior amor do mundo. Mas nem toda história acontece do jeito que a gente prevê! 🙂 E obrigada a todas que me apoiaram nessa caminhada!

01dez

Dicas sobre amamentação, uso de mamadeiras e chupetas.

Hoje trago um post bem explicativo sobre amamentação e suas alternativas, escrito por uma fonoaudióloga da Clínica Renove, nossa parceira.

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Importância da Amamentação:

O ato de sugar nasce com o bebê e é um reflexo de alimentação, pois visa a ingestão de leite materno, ideal para o recém-nascido. Além disso, o exercício desempenhado pelo bebê no ato de sugar o seio materno colabora para que a sua musculatura orofacial desenvolva-se de forma mais adequada, possibilitando força e tônus mais aptos a desempenhar as funções de sucção, deglutição e, posteriormente, a mastigação e a fonação, além de contribuir também para a respiração nasal.

É importante a observação de posição do bebê durante a amamentação, uma vez que esteja mal posicionado, pode acarretar inflamações no ouvido (otites), trazendo desconforto para o bebê.

A postura para alimentar seu bebê é muito importante. A criança nunca deve estar deitada. Nesta posição há o deslocamento do leite para o ouvido através da tuba auditiva (que na criança é mais curta e horizontal), ocasionando otites freqüentes. Esta posição facilita também o regurgitar da criança pois a musculatura que forma o esôfago e o estômago ainda são imaturas, e torna-se mais difícil realizar sua função. Deve-se então alimentar o bebê inclinado aproximadamente 45 graus e após a alimentação deve-se deixar o bebê deitado para o lado direito e com a cabeça mais inclinada para cima, favorecendo o escoamento gástrico.

 

Mamadeiras e chupetas:

Se por algum motivo não acontecer o aleitamento materno, sugere-se às mães que optem por bicos de mamadeiras que mais assemelhem-se ao seio materno. As mamadeiras comuns tem o bico muito longo e, algumas vezes, muito largo

Quando o bico e o furo da mamadeira são inadequados, o bebê realiza somente a primeira fase da amamentação, que é a ingestão de leite, faltando a segunda fase, na qual o bebê fortalece os músculos da face, estimula a produção do leite, estabelece o vínculo com a mãe e sacia sua necessidade de sucção.

O furo do bico da mamadeira nunca deve ser aumentado pois agrava os prejuízos da amamentação artificial e incoordenação na sucção-deglutição-respiração. Além disso, o bebê não está acostumado a grandes quantidades de leite em pouco tempo, proporcionando cólicas, engasgos e até vômitos. O ideal é que virando-se a mamadeira ela apenas goteje.

Criticada por alguns e defendida por outros, a chupeta não chega a ser um vilão, quando usada racionalmente. Mas, quando usada por períodos prolongados, poderá deixar seqüelas no bebê, como mal posicionamento dentário, desvio no crescimento dos maxilares e alteração na deglutição, mastigação, respiração e fala.

Dar preferência sempre a chupetas e mamadeiras com bicos ortodônticos do tamanho adequado para a idade do bebê. Tanto a chupeta quanto o bico da mamadeira devem ser trocados assim que detectadas rachaduras e manchas brancas e por motivos de higiene.

 

Fonoaudióloga: Angela Bernardino Battistotti

CRFa: 8683/SC

Especialista em Motricidade Orofacial

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08nov

Dificuldades que passei na amamentação

Quem acompanha o blog sabe que eu nunca entrei em detalhes sobre como foi o meu processo de amamentação.  Não falei disso antes porque, infelizmente, foi uma experiência um tanto difícil e traumática e tive medo de influenciar as pessoas que passam por alguma dificuldade a desistirem de amamentar, o que eu jamais faria. Pensando no lado das mães que também passaram por dificuldades na amamentação, resolvi falar como foi comigo.

Como toda grávida, fiz mil planos para o nascimento do meu filho, já tinha imaginado tudo como seria, e lógico que amamentar estava nestes planos.  Dudu nasceu e logo no primeiro momento começaram as dificuldades. Ele não conseguia sugar de jeito nenhum. Passei o primeiro dia só ensaiando com ele e nada. No segundo dia, mesmo com ajuda de muitas enfermeiras capacitadas, ele ainda não pegava. Resolvi usar aqueles adaptadores de bico de silicone. Aí começou a funcionar.

Tive dificuldades que acredito que a maioria das mulheres passa: bicos rachados, dor, sangramento e empedramento (fui parar num banco de leite de tanta dor, o leite simplesmente não saía e estava todo empedrado). Até aí eu conseguiria suportar, mas as minhas dificuldades foram além disso.

O meu problema não era só meu. Era do Dudu também. Como ele não conseguia pegar direito no bico do seio, usei praticamente durante toda a amamentação o bico intermediário de silicone. Eu sentia que eu tinha pouco leite, e que ele estava sempre com fome, mas eu quis insistir e tinha muito medo de ir para a mamadeira.  Havia dias em que eu percebia que o leite era muito escasso. Tive muita resistência em complementar e me sentia mal com a ideia de dar mamadeira.

Na consulta do primeiro mês ao pediatra, o ganho de peso dele estava abaixo do esperado. Mesmo assim, insisti na amamentação exclusiva. Com 1 mês e meio as pessoas começaram a me falar que ele estavam achando ele magro. Levei  novamente ao pediatra e ele estava mais de 1kg abaixo do peso esperado. Para um bebê de 1 mês e meio, 1 quilo representa 25% do peso, é muita coisa!

Comecei então a complementar com Nan. Como ainda usava o bico de silicone no peito e o ato de sugar parecia ser muito difícil para ele (e realmente era, ele tem problemas de respiração pelo nariz e eu ainda não sabia disso), o Dudu começou a rejeitar o peito e querer somente a mamadeira. Por alguns dias ou semanas, eu me senti muito mal, porque o que dizem por aí é que todo mundo pode amamentar. A mãe que não amamenta parece ter má vontade.

Eu passei por algumas situações muito chatas, com pessoas vendo eu dar mamadeira ao meu filho e perguntando porque eu não amamentava, se parei porque quis, se não me esforcei o suficiente. Enfim, encheram o meu saco com isso! Um belo dia eu comecei a dizer que era leite materno, e que tirava com a bomba, simplesmente pra não ficar ouvindo um monte de abobrinhas que eu não estava nem um pouco afim.

Em resumo, acho sim a amamentação importante e nunca pararia sem um motivo respeitável, mas há uma cobrança da sociedade sobre nós, mães que não conseguiram amamentar, como se fôssemos menos mães do que aquelas que amamentam, como se estivéssemos dando veneno ao nosso filho. Depois que o Dudu começou na mamadeira, virou outra criança, muito mais saudável, ganhou peso, dormia melhor e chorava menos, porque lógico, ele passava fome!

Gente, pelo amor de Deus, ter um recém nascido, embora maravilhoso, enche a mãe de preocupações, agústia e stress. Tudo que a gente não precisa são de pessoas metidas e desinformadas botando pitaco onde não devem! Cada uma sabe de si, e com certeza sabe também o que é melhor para o seu filho!

Desculpem o post enorme, mas era um desabafo que estava sendo preparado há tempos.

Beijos e ótimo fim de semana a todas.

19jul

Sorteio pulseira “Mame Aqui”

Hoje o post é dedicado às gravidinhas e lactantes! E tem mais sorteio no Agora Sou Mãe!

Lembram que eu comentei AQUI sobre a pulseira “Mame Aqui”, que ajuda na amamentação?

Depois disso, o pessoal da Carlotha Bolota Joias entrou em contato com o blog, oferecendo duas pulseirinhas pra presentear as leitoras!!!  Uma na cor preta e outra nude. Adorei!

Serão duas sorteadas, e pra participar é mega fácil! Basta comentar neste post “quero participar”, com nome e email válidos. Pronto!

O sorteio será feito no dia 30/07 pelo sorteador.com –  divulgado aqui e também na página da Carlota Bolotha no facebook.

Boa sorte a todas!!!

Beijinhos