24jan

Carrinhos de bebê das celebridades

Sempre me pergunto: será que as celebridades são gente como a gente?

Será que elas usam os mesmos produtos que nós (os pobres mortais)? E os filhos deles, será que usam roupas e produtos que usamos nos nossos filhos?

E SIM! Eles são gente como a gentemmm (claro que com um bolso mais recheado), salvo algumas exceções.

Fiquei curiosa para saber que carrinhos de bebê elas usam e o que eles tem de “especialzão”.

O importante é escolher um carrinho de bebê pelo que ele oferece de acordo com o nosso estilo de vida. (and bolso!)

Se a gente for caminhar muito pela rua, por exemplo, é melhor escolher um carrinho de bebê que tenha algum amortecimento. Se não nosso baby vai ficar igual uma pipoca quicando dentro do carrinho (tadinho).

Dá pra se perguntar: pra que momentos eu vou usar? Onde eu vou guardar esse trambolho? Quanto quero gastar com isso?

Mas voltando ao papo das celebridades, dá uma olhada nos carrinhos de bebê que elas tem usado para passear com as crianças e ainda dar aquela esbanjadinha básica no estilo.

A apresentadora brasileira Bela Gil e a atriz e modelo norte americana Jessica Alba usam o City Mini da Baby Jogger.

 

Carrinhos de bebê que as celebridades usam.

Campeão entre as americanas essa marca de carrinho é versátil, confortável e robusta.

Dá pra dobrar o carrinho em um movimento só, bem prático.

A gente pode acoplar a cadeirinha de carro de outras marcas também (eles dão uma lista de marcas compatíveis). O que é bem democrático.

O modelo que a Jéssica Alba usa é o GT que tem uma pequena diferença: as rodas.

Feitas em borracha e recheadas com espuma, aguentam corridas e aventuras.

Ele custa cerca de 625 dólares com o bebê conforto da mesma marca.

A cantora, compositora e apresentadora britânica Lily Allen, usou o carrinho de bebê luxuoso da marca inglesa Silver Cross criada em 1877. Essa é nada mais nada menos que a marca de carrinho tradicional usada pela família real desde de 1920 (não aguento tanta elegância).

Marcas de carrinhos de bebê das famosas

O carrinho de bebê foi modernizado, então tá mais leve e confortável (embora cause uma certa aflição e me remeta a um filme de terror, né não?!) . Custa cerca de 1100 euros.

Kim Kardashian usa um carrinho versátil (como ela). A socialite, empresária, modelo, produtora, empresária, estilista, apresentadora e atriz americana (UFA haha) usa o Orbit baby.

Caracteristicas de carrinhos de bebê das celebrities

Um dos carrinhos de bebê que é pura praticidade e versatilidade.

A marca californiana acertou todas, porque você usa a mesma base e pode acoplar o moisés, a cadeirinha para o carro e até um skate para o(a) filho(a) mais velho(a).

Tem diversos acessórios, mas todos precisam ser da orbit.

Outra coisa boa é que a empresa vende peças (rodas, cinto, guarda sol…) separadas. Então, caso você queira usar no segundinho, terceirinho, quatrinho e as peças estiverem gastas, é só trocar as peças e reaproveitar o carrinho de bebê (investimento pra família).

Ahhh, a cadeirinha para o bebê gira 360º, ou seja, tá no restaurante e tem pouco espaço? É só girar a cadeirinha e deixar a base lá, bem paradinha.

A atriz israelense Natalie Portman (sim, ela é israelense gente) casada com o coreógrafo Benjamin Millepied, usam o modelo Origami. Esse é sem dúvida o mais moderno e tecnológico da lista (fiquei pasma).  

Carrinho de bebê da Natalie Portman

Ele abre e fecha sozinho, é preciso só apertar um botão (ABRE E FECHA SOZINHO!).

Tem luz dianteira perto das rodas. Para passeios noturnos é o máximo.

Suspensão nas 4 rodas e também um display em lcd que te mostra a velocidade, a temperatura, a carga da bateria, quantos km foram percorridos e sensor de presença da criança (é um carrinho, mas parece um carrão!).

Tem entrada usb para carregar nosso celular (QUERO!).

E o que surpreende TODAS, é super green. Ele recarrega as próprias baterias em um único passeio, através das rodas!

Esse carrinho de bebê custa a bagatela de 850 dólares.

 

A ucraniana Mila Kunis (só nas surpresas das nacionalidades) que ficou conhecida no filme Black Swan usa a marca Bob Gear. Ela e o maridão Asthon Kutcher devem gostar de aventuras, porque esse é sem dúvida o carrinho mais resistente.

Mila Kunis com Asthon Kutcher passeando com carrinho de bebê

Ele é feito de liga de alumínio, as rodas são de alto impacto compostas de polímeros (???) e o acento é impermeável (não quero nem imaginar pra que tanta resistência, a louca).

Ele tem suspensão regulável é leve e fácil de transportar.

O carrinho de bebê suporta até 31 kg, ou seja, dá pra levar o filho até a adolescência quase (rs).

Também tem vários acessórios e não precisam ser exclusivos da marca.

Esse carrinho custa em média 450 dólares (o mais em conta da lista).

Eu não podia deixar de fora umas extravagâncias de artista, porque né, tem gente trabalhada na excentricidade.

 

A Anne Hathaway e a Nicky Hilton (irmã mais nova da Paris Hilton) por exemplo, usam carrinhos de ouro (literalmente). Desenhado pelo designer de moda Jeremy Scott para a marca Cybex, o carrinho de bebê é puro glamour.

Carrinhos extravagantes das celebridades

Claro, esse já não entra na categoria do pobres mortais. Custa em média 2 mil dólares.

É assim que passeiam os famosos e sua prole.

🙂

19mar

Sobre maternidade e o encontro com a própria sombra

por Juliana Baron

 

Estou lendo o livro “A maternidade e o encontro com a própria sombra” da Laura Gutman, e estou adorando. Talvez você já tenha ouvido falar (bem ou mal) dele ou você não tenha gostado muito da leitura – e te entendo completamente -, mas como eu comungo demais com a posição da autora e como acho que vale a reflexão, hoje quis vir falar um pouco sobre ele.

De forma bem resumida, Laura afirma em seu livro, que a maternidade, além de ser um momento maravilhoso, revela a sombra da mãe (entenda por sombra a parte escura do mundo psíquico e espiritual) e que o bebê sente como se fossem todos os seus sentimentos, os da mãe, sobretudo, aqueles dos quais não tem consciência. A autora, ao longo da obra, explica e exemplifica essas afirmações e fala sobre como essas manifestações, que refletem a sombra da mãe, podem servir para o seu crescimento pessoal.

maternidade-encontro-com-propria-sombra

Disse no início que entendo quem não gostou do livro, porque sei que ouvir sobre o vinculo e a responsabilidade direta que temos sobre nossos filhos, não é mesmo tão sonoro assim. Compreender e aceitar que choros, cólicas e incomodações, por exemplo, têm ligação direta com a maneira como nós mães nos tratamos e nos sentimos, pesa e pode causar muitos incômodos internos. Não, não estou trazendo à tona aquele clichê de que “a culpa é sempre da mãe” porque sempre fujo dessa piada sem graça e detesto quando usam o termo “culpa”. Quer vincular o cuidado de uma mãe ao comportamento do filho? Fale em responsabilidade.

Ok, mas por que afirmo que as colocações de Laura me agradam? Porque por experiência própria, sei que a maternidade releva as nossas próprias sombras e depois de algum tempo de análise, me foi revelada a via mais do que direta entre o que eu vivo e como meu filho se apresenta. Imaginamos que iremos engravidar, que tudo serão flores e que os únicos contratempos serão os físicos, como excesso de peso, enjoos e azia. Só que não. Parece que a partir do momento em que nos descobrimos grávidas, nos enchemos de dúvidas e emoções desconhecidas, contraditórias. É como se a poeira das nossas inquietações, que Laura diz que seriam todas nossas misérias, alegrias, inseguranças e situações que precisam ser resolvidas, fosse assoprada para fora do nosso tapete psíquico. Muitas vezes, até escolhemos não vê-la, afinal estamos ocupadas demais com os preparativos e as listas, mas então o bebê nasce e a poeira continua por ali. E se escolhemos não vê-la, as inquietações se apresentam através de sintomas comuns. É o leite que não desce, o bebê que só chora, uma tristeza que toma conta…

Entendo que não é fácil falarmos sobre caos interno, crise de identidade e desestruturação espiritual durante um dos momentos mais bonitos na vida de uma mulher, mas tenho para mim que há beleza em toda essa impermanência e que se nos déssemos mais atenção durante esse período, sairíamos muito mais fortes dele. Criaríamos filhos mais saudáveis psiquicamente, mais disponíveis para a vida e muito mais independentes. Também entendo que talvez a gravidez não seja o melhor momento para que todas as mulheres reflitam sobre suas pendências emocionais ou vasculhem seus alicerces psíquicos. Sei que algumas possuem questões mais práticas a serem resolvidas, como o relacionamento com o pai daquele filho, por exemplo, mas acredito, de verdade, que a gestação vai muito além de passar creme na barriga, fazer um book bacana ou pensar na decoração do quarto, e se pudermos e estivermos dispostas a mergulhar para dentro de nós mesmas, sairemos dela muito mais íntegras e evoluídas.

Enfim, para quem não conhece o livro e para quem gosta de questionar suas crenças empoeiradas, fica a indicação.

Como essa semana completo 38 semanas de gestação, talvez não apareça no próximo mês, mas assim que eu me organizar na nova rotina, entre uma mamada e outra e entre uma reflexão e outra, espero aparecer por aqui.

Beijos, Juliana Baron

(Não entrei muito na questão da figura paterna porque só posso falar por mim, que sou mãe, e o livro foca no que Laura chama de fusão emocional bebê-mãe).
Juliana Baron é um milhão de mulheres em uma só e isso, às vezes, gera uma confusão absurda (por isso, tanta terapia) e, consequentemente, muito assunto para escrever. É apaixonada pelo universo feminino e pretende trabalhar com ele assim que se formar em Psicologia. É mãe do João e está grávida de mais um menino, mas jura que vive uma vida para além da maternidade. É coach, gosta de ler, de escrever, de organizar armários, de colecionar coisas e de relembrar a infância.

04dez

Dicas de presentes para recém nascidos e novas mães

Quem não dá pelo menos um presente ao recém nascido? E quem disse que a mãe precisa ficar esquecida? Com o natal próximo, o ritual é mais que obrigatório!

Mas o que dar de presente pra um recém nascido ou a uma nova mãe?

Minha amiga Shirley, do Blog Macetes de Mãe fez um post cheio de sugestões de presentes para grávidas, bebês e novas mães e eu recomendo a leitura pra vocês!

O fato das nossas camisetas para gestantes estarem incluídas na lista foi mais um motivo pra eu indicar, mas a grande verdade é que eu amo o blog da Shi, e tenho certeza de se tu ainda não conhece, vai se apaixonar!

Presentes para gestantes e bebês

 

Quer saber mais? Acessa o Macetesdemae.com

Beijinhos

Bia

 

 

01dez

Dicas sobre amamentação, uso de mamadeiras e chupetas.

Hoje trago um post bem explicativo sobre amamentação e suas alternativas, escrito por uma fonoaudióloga da Clínica Renove, nossa parceira.

dicas-gerais-amamentação

Importância da Amamentação:

O ato de sugar nasce com o bebê e é um reflexo de alimentação, pois visa a ingestão de leite materno, ideal para o recém-nascido. Além disso, o exercício desempenhado pelo bebê no ato de sugar o seio materno colabora para que a sua musculatura orofacial desenvolva-se de forma mais adequada, possibilitando força e tônus mais aptos a desempenhar as funções de sucção, deglutição e, posteriormente, a mastigação e a fonação, além de contribuir também para a respiração nasal.

É importante a observação de posição do bebê durante a amamentação, uma vez que esteja mal posicionado, pode acarretar inflamações no ouvido (otites), trazendo desconforto para o bebê.

A postura para alimentar seu bebê é muito importante. A criança nunca deve estar deitada. Nesta posição há o deslocamento do leite para o ouvido através da tuba auditiva (que na criança é mais curta e horizontal), ocasionando otites freqüentes. Esta posição facilita também o regurgitar da criança pois a musculatura que forma o esôfago e o estômago ainda são imaturas, e torna-se mais difícil realizar sua função. Deve-se então alimentar o bebê inclinado aproximadamente 45 graus e após a alimentação deve-se deixar o bebê deitado para o lado direito e com a cabeça mais inclinada para cima, favorecendo o escoamento gástrico.

 

Mamadeiras e chupetas:

Se por algum motivo não acontecer o aleitamento materno, sugere-se às mães que optem por bicos de mamadeiras que mais assemelhem-se ao seio materno. As mamadeiras comuns tem o bico muito longo e, algumas vezes, muito largo

Quando o bico e o furo da mamadeira são inadequados, o bebê realiza somente a primeira fase da amamentação, que é a ingestão de leite, faltando a segunda fase, na qual o bebê fortalece os músculos da face, estimula a produção do leite, estabelece o vínculo com a mãe e sacia sua necessidade de sucção.

O furo do bico da mamadeira nunca deve ser aumentado pois agrava os prejuízos da amamentação artificial e incoordenação na sucção-deglutição-respiração. Além disso, o bebê não está acostumado a grandes quantidades de leite em pouco tempo, proporcionando cólicas, engasgos e até vômitos. O ideal é que virando-se a mamadeira ela apenas goteje.

Criticada por alguns e defendida por outros, a chupeta não chega a ser um vilão, quando usada racionalmente. Mas, quando usada por períodos prolongados, poderá deixar seqüelas no bebê, como mal posicionamento dentário, desvio no crescimento dos maxilares e alteração na deglutição, mastigação, respiração e fala.

Dar preferência sempre a chupetas e mamadeiras com bicos ortodônticos do tamanho adequado para a idade do bebê. Tanto a chupeta quanto o bico da mamadeira devem ser trocados assim que detectadas rachaduras e manchas brancas e por motivos de higiene.

 

Fonoaudióloga: Angela Bernardino Battistotti

CRFa: 8683/SC

Especialista em Motricidade Orofacial

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07out

Uma mãe lesada e um filho esperto

Pituquinho cuti cuti bilú bilú bebê!!!

Quem é meu bebê?

Fez dodoixinho filhinho? Uiuiuiui.. vem colinho de mamãe vem.. Ponto ponto.. paxou!

Isso não é falar como criança!!! Já viu alguma criança falar assim?

Vocês também tem vontade de matar esse tipo de mãe? Esse excesso de fofura te irrita? Principalmente quando a criança JÁ É UMA CRI-AN-ÇA, não mais um bebê?

Pois então, junte-se ao meu time!

Meu discurso seria lindo, exceto por um peque(nuxo)no detalhe. Se eu fosse literal e cumprisse minhas ameaças, a ponto de matar essas mães fofuxas, teria que cometer suicídio. E isso não seria legal. (tu sentiria a minha falta? diz que xim, diz que ximmmm!!!)

Bastaaaaaaaaaaa!!!

Recentemente um surto de mãe de um ex bebê tomou conta de mim. Como lidar com essa cafonice? E mais? Como lidar com esse distúrbio psicológico que tenta falar mais alto do que minha noção?

Explico.

Nunca fui do tipo cuti cuti.. e nem acho que isso faz bem pra criança/bebê/marido/ser humano.

Cada dia o Dudu perde um pouco dos traços de bebê e se afirma como menino. O simples fato de pronunciar fonemas corretamente corta o coração. “Cube” nesse domingo transformou-se em “CLube”. Simples assim.

Antes cada palavra falada corretamente era uma farra, agora vira uma despedida da fofura de falar errado. Ele já fala quase tudo certinho.

Acontece que nem todas essas mudanças e evoluções são visíveis a olho nu. E a louca aqui, começou a respingar tardiamente uns trejeitos de fofura excessiva ao dirigir-se ao filhote. Uma forma inconsciente de negar seu crescimento. Só pode.

É filha, aceita que dói menos!

Brincadeiras à parte. Fala infantilizada é coisa séria e pode prejudicar a criança em vários aspectos, inclusive na evolução linguística... Carinho, cuidado e amor não são sinônimo de voz fininha e palavras erradas. Uma boa dose de meiguice na fala é inevitável diante da overdose de fofura das crianças, ninguém escapa!

Mas vamos nos controlar, pro bem deles?

Olha, aqui tá difícil, até porque o danadinho sabe muito bem tirar proveito da situação e me derreter quando lhe é conveniente.

E quando ele não tá afim, sabe o que diz?

– Não sou bebê! Sou menino “gande”, mãe.

Ah, e o menino “gande” ainda fala “quilança”. Suspeito que ele já saiba falar “quiança”, que fica mais perto do correto, mas acho que ele sabe que ali mora um grande trunfo arrancador de suspiros maternos. Arma branca da pesada!

Só pra descontrair, alguém lembra dessa fala no filme Entrando numa fria? hahaha.

não-infantilize-o-bebe

10abr

Recordação invejável!

Recebi um vídeo na fanpage do Agora Sou Mãe enviado pelo Ricardo, pai da Duda. Fui obrigada a compartilhar com vocês.

Ele registrou vários momentos do primeiro ano da filha e reuniu em um lindo vídeo, super bem gravado e editado.

As imagens são simples, do cotidiano e transbordam amor. São nesses momentos que a gente enxerga o quão precioso é o que temos em nossas mãos: nossa família. Pais, avós, amigos e quem mais importa pra eles e pra pequena Duda, com certeza estão ali.

Eu revivi o primeiro aninho do Dudu e montei um filme que passou só na minha cabeça. O primeiro pensamento que eu tive ao assistir foi: como eu queria ter um vídeo assim do Dudu. Por isso chamei de recordação invejável. E inveja no bom sentido, viu gente? Quem não queria ter essa preciosidade e guardar pra vida toda?