20jun

Dudu em: Almoço de pescador

Eu tenho muita sorte!

Qualquer evento em família pode render uma sessão fotográfica das tias babonas, fotógrafas por hobby ou profissão. E eu, folgada e abusada – diga-se de passagem, aproveito o máximo esses momentos pra ter os melhores registros da vida do Dudu. 

Esse dia saímos pra um almoço em Santo Antônio de Lisboa (pra quem não conhece Floripa, um dos bairros mais charmosos e com excelentes opções gastronômicas, comemos uma tainha fresca maaara) e a minha irmã e minha tia levaram suas câmeras. Olha uma amostrinha do que rendeu:

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Gostaram? Essas fotos são da Juliana Ávila, fotógrafa de Brasília e tia do Dudu babona.

Vou deixar os contatos aqui embaixo pra vocês conhecerem melhor o trabalho dela. Ah, quem falar que viu no blog ganha 10% de desconto na sessão! Ela faz gestantes, bebês e crianças e os valores são ótimos.

Fina Arte Fotografia – Brasília (Juliana Ávila)

(61) 3526-1417 – facebook.com/finaartefotografia

Ah, desculpem o tamaaaanho da fonte na marca d’água das fotos, estou me adaptando a um programinha novo e ficou grande demais. Prometo melhorar nas próximas vezes, mas fiquei com preguiça de editar e salvar todas as fotos de novo! Perdão! hehe.

Beijinhos a todos.

13jun

E mãe lá pode ficar doente?

Na penúltima virose que o Dudu pegou uma virose (sim, virou uma sucessão delas desde que ele entrou na escolinha) eu olhava pra aquela carinha de anjo, cabisbaixo e febrio, e pensava: “Ah, meu filho, tão indefeso. Por que não passa isso pra mim e se livra dessa chatice?”

Pois é. Aconteceu que essa semana, eu e ele pegamos a mardita. Como mãe, fui obrigada a mudar a minha opinião. Se eu fico doente, tenho que cuidar de mim e dele também, são dois incapazes juntos! Mas até aí tudo bem.. 

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E quem é mãe de dois, faz o que? Não dá pra ficar doente! A gente perde esse direito. Saudades do tempo em que eu deitava numa cama e ficava lagarteando até melhorar.

Por isso vou caprichar no meu Centrum pra não dar sorte pro azar e cuidar bem do meu pacotinho!

Beijinhos e boa sorte pra gente, mãezarada!

23maio

8 passos de uma alimentação saudável para crianças até 2 anos

Oi meninas!!

Recebi um material muito legal e completo sobre dicas de alimentação dos 6 meses aos 2 anos de idade e resolvi compartilhar com vocês. Lembrando que até os 6 meses a amamentação exclusiva é o melhor alimento.

dicas alimentação para bebês

PASSO 1: A partir dos 6 meses, dar alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas e legumes) 3 vezes ao dia, continuando com leite materno nas outras refeições.

As crianças precisam ser estimuladas a comer, e nunca forçadas. 

PASSO 2: A alimentação complementar deve ser oferecida, a princípio, sem rigidez de horários, respeitando sempre a vontade da criança.

• Crianças amamentadas no peito em livre demanda desenvolvem muito cedo a capacidade de autocontrole sobre a ingestão de alimentos, aprendendo a distinguir as sensações de saciedade após as refeições e de fome após o jejum (período sem oferta de alimentos). Esquemas rígidos de alimentação interferem nesse processo de  autocontrole pela criança. 

• O tamanho da refeição está relacionado positivamente com os intervalos entre as refeições. Grandes refeições estão associadas a longos intervalos e vice-versa.

• Sugere-se que para as crianças em aleitamento materno sejam oferecidas, sem esquema rígido de horário, três refeições complementares: uma no período da manhã, uma no horário do almoço e outra no final da tarde ou no início da noite.

PASSO 3: A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida com colher; começar com consistência pastosa (papas e purês) e gradativamente aumentar a sua consistência até chegar à alimentação da família.

• No início da alimentação complementar, os alimentos oferecidos à criança devem ser preparados especialmente para ela, sob a forma de papas / purês de legumes / cereais / frutas. São os chamados alimentos de transição.

• A partir dos oito meses, podem ser oferecidos os mesmos alimentos preparados para a família, desde que amassados, desfiados, picados ou cortados em pedaços pequenos.

• Sopas e comidas ralas / moles não fornecem energia suficiente para a criança.

PASSO 4: Oferecer à criança diferentes alimentos ao dia. Uma alimentação variada é uma alimentação colorida.

• Desde cedo a criança deve acostumar-se a comer alimentos variados.

• Só uma alimentação variada evita a monotonia da dieta e garante a quantidade de ferro e vitaminas que a criança necessita, mantendo uma boa saúde e crescimento adequados.

• O ferro dos alimentos é melhor absorvido quando a criança recebe, na mesma refeição, carne e frutas ricas em vitamina C.

• A formação dos hábitos alimentares é muito importante e começa muito cedo. É comum a criança aceitar novos alimentos apenas após algumas tentativas e não nas primeiras. O que pode parecer rejeição aos novos alimentos é resultado do processo natural da criança em conhecer novos sabores e 90 texturas e da própria evolução da maturação dos reflexos da criança.

• Os alimentos devem ser oferecidos separadamente, para que a criança aprenda a identificar as suas cores e sabores. Colocar as porções de cada alimento no prato, sem misturá-los.

PASSO 5: Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições.

• As crianças devem acostumar-se a comer frutas, verduras e legumes desde cedo, pois esses alimentos são importantes fontes de vitaminas, cálcio, ferro e fibras. 

• Para temperar os alimentos, recomenda-se o uso de cebola, alho, óleo, pouco sal e ervas (salsinha, cebolinha, coentro).

PASSO 6: Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, balas, salgadinhos e outras guloseimas nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação.

• Açúcar, sal e frituras devem ser consumidos com moderação, pois o seu excesso pode trazer problemas de saúde no futuro. O açúcar somente deve ser usado na alimentação da criança após um ano de idade.

• Deve-se evitar dar à criança alimentos muito condimentados (pimenta, mostarda, “catchup”, temperos industrializados).

PASSO 7: Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos. Garantir armazenamento e conservação adequados.

Para uma alimentação saudável, deve-se usar alimentos frescos, maduros e em bom estado de conservação.

• Os alimentos oferecidos às crianças devem ser preparados pouco antes do consumo.

• Para evitar a contaminação dos alimentos e a transmissão de doenças, a pessoa.responsável pelo preparo das refeições deve lavar bem as mãos e os alimentos que vão ser consumidos, assim como os utensílios onde serão preparados e servidos. 

• Os alimentos devem ser guardados em local fresco e protegidos de insetos e outros animais.

PASSO 8: Estimular a criança doente e convalescente a se alimentar e oferecer sua alimentação habitual e alimentos preferidos, respeitando sua aceitação.
     
As crianças doentes, em geral, têm menos apetite. Por isso, devem ser estimuladas a se alimentar, sem, no entanto, serem forçadas a comer.

• Para garantir uma melhor nutrição e hidratação da criança doente, aconselha-se oferecer os alimentos de sua preferência, sob a forma que a criança melhor aceite, e aumentar a oferta de líquidos.

• Para a criança com pouco apetite oferecer um volume menor de alimentos por refeição e aumentar a freqüência de oferta de refeições ao dia.

• Para que a criança doente alimente-se melhor, é importante sentar-se ao lado dela na hora da refeição e ser mais flexível com horários e regras.

• Se a criança come com sua própria colher, a pessoa responsável pela sua alimentação deve ir oferecendo-lhe alimentos com o uso de outra.

Fonte: Guia Alimentar para crianças menores de 2 anos: Ministério da Saúde.

21mar

As melhores cadeirinhas de atividades

Quando o bebê começa a engatinhar e aprender a ficar de pé, as cadeirinhas de atividades são uma opção muito legal para distrair e estimular, sem os malefícios causados pelo andador (os principais são riscos de fraturas por quedas e colisões pela movimentação, aprender a andar da forma errada sustentando o peso na ponta dos pés e sobrecarga dos músculos das perninhas).

O Bebê fica sentado e a cadeirinha é estática, só fica de pé se fizer algum esforço voluntário. De toda forma, o uso deve ser controlado, como qualquer atividade ou exercício proposto a um bebê. Não vai deixar a criança plantada lá hein!? haha. Fiquei imaginando como teria sido legal se eu tivesse na época do Dudu, porque vou te contar, nunca vi um ser pra ficar enteado fácil como ele, sempre quer viver novas emoções!

1. Fun Safari (U$ 98): Essa versão vem com 58 atividades e brinquedos. Possui brinquedos no alto estimulando a criança a pular e levantar

2. Beach ExerSauser (U$60): permite que o bebê gire para brincar. Possui três níveis de altura para regular a cadeirinha. 

3. Baby Einsten (U$95): Com ajuste do acento em três níveis, essa cadeirinha oferece muitos brinquedinhos para distrair o bebê, como espelhos, pianinho e um pequeno teclado.

4. Doodle Bugs (U$90): Permite o bebê a circular através da mesa e a cadeirinha é destacável da mesa, que pode ser aproveitada mesmo quando o bebê começa a andar.

5. Jumperoo (U$100): Cada vez que o bebê pula ou se movimenta, liga luzes e toca música. O acento é destacável e pode ser lavado a máquina.

6. The Super Seat (U$50): Além de funcionar como cadeira de atividades, acomoda o bebê sentado e a cadeirinha pode ser destacada e usada para as refeições do bebê. Achei essa bem útil!

7. Bounce Bounce Baby (U$55): Sem ocupar muito espaço, promete divertir a criança e ainda tem uma bandejinha para pequenos lanches. 

Fonte: Parents Magazine Online

Considero este item como uma futilidade no enxoval, porém uma futilidade bem bacana! Mas pra quem quer fazer uma listinha mais enxuta, dá sim pra desconsiderar. Todas essas cadeirinhas estão com os preços de fora, aqui é um pouquinho mais salgado!!

Beijinhos

 

19mar

A busca pelo médico perfeito

Estou procurando um médico ou um
milagreiro?

Desde que o Dudu nasceu ele tem
problemas de respiração, ronca muito e tem dificuldades de respirar
pelo nariz. Sem falar do quanto ele baba – até hoje. É uma agonia
imensa vê-lo passar por isso e parecer ser
impotente.

Já consultei muitos pediatras, cada um
dizia uma coisa. O primeiro disse que era só rinite, dispensou
qualquer outro exame, outros disseram que ele tinha somente
adenoide muito aumentada (o que foi comprovado por exame, no último
a respiração nasal estava obstruída em 94%). Mas eu nunca
sosseguei. Quando ele completou 1 ano, pareceu curado, e durou
cerca de 5 meses, sem nenhuma crise, respirando pelo nariz, sem
babar, parecia que tinham trocado a peça que estava estragada e
pronto. O motivo desta “cura” foi um tratamento que optei por
fazer, porém incluía remédios muito fortes a base de corticoide,
foi a minha única opção no momento de desespero, que meu filho não
respirava e nem queria mais tomar mamadeira de tamanho o cansaço
que ele tinha.

Quem receitou estes remédios foi
um médico super conhecido e bem conceituado, mas eu, como mãe,
sentia que não queria dar aquilo ao meu filho, caso ele voltasse a
ter uma nova crise. Fiquei com medo de cada vez o intervalo entre
as crises ser menor, e ele criar uma dependência destes
medicamentos.

Desde que entrou na escola,
começou gradativamente a piorar. Coincidiu com a pintura do meu
apartamento (mesmo tirando ele de casa por uns dias) e de uma
reforminha no quarto dele, que passou a dormir no nosso quarto.
Semana passada ele teve uma crise e entrei em desespero – até por
isso não consegui postar ontem cedinho – e comecei a procurar
outros especialistas. Sexta-feira fui em um pediatra e um otorrino.
O pediatra pediu uns 300 exames, dentre eles dois que me chamaram
atenção: intolerância à lactose e alergia. São exames altamente
agressivos, e o Dudu não tem nenhum sintoma de intolerância à
lactose como diarreia, vômito ou mal estar, o intestino dele
funciona perfeitamente. Quando questionei outros médicos eles não
entenderam o porquê do pedido. E o exame de alergia é simplesmente
um pecado fazer na idade dele. Como temos sérios casos de rinite na
família, preferimos não fazer o exame e encarar o fator genético
como um diagnóstico prévio.

Levamos em dois
otorrinos. O primeiro, na sexta-feira passada, que conseguimos no
desespero via emergência, sugeriu uma endoscopia nasal – processo
também super agressivo, mas se necessário faríamos sem problemas,
estamos dispostos a qualquer coisa para ver o Dudu bem. Ele se
mostrou favorável à cirurgia para retirada de adenoide e amídalas –
o que para mim deve ser feito em último caso. O segundo otorrino,
que tinha sido muito bem recomendado por vários amigos meus, só
tinha consulta particular para metade de abril, pela bagatela de
R$400 – unimed, pra variar, só no dia de São Nunca. Só que eu estava desesperada
e implorei um encaixe urgente, a secretária se comoveu com a mãe
doida aqui e conseguiu uma consulta para o próximo dia, por causa
de uma desistência.

Fomos lá. A consulta durou
uma hora, ele fez perguntas que nunca nos tinham feito antes e eu
comecei a ficar tranquila. Sobre aqueles exames (endoscopia,
alergia e intolerância à lactose) todos foram descartados. O
diagnóstico foi dado através de um exame feito ali mesmo e com
ajuda das radiografias que eu levei. Dudu colaborou muito na
consulta, deixou ver ouvido, nariz, orelha e até as amídalas – que
já são grandes, tadinho! Conclusão: rinite + adenoite e amídala
aumentadas. cirurgia só em último caso. vamos tratar com uma
medicação leve e fazer várias mudanças em casa (cuidado extra com
as roupinhas dele, não usar perfume, sem pelúcias, etc.) Já venho
tomando estes cuidados, mas agora vou redobrar. O médico,
sinceramente, não falou nada do que eu não soubesse ou no mínimo,
desconfiasse. Mas o fato de ele passar segurança e falar aquilo que
eu queria – e precisava – ouvir, me fez mais
confiante.

A segurança passada por um bom
profissional fez toda a diferença. Dizem que de médico e louco todo
mundo tem um pouco. Juntei isso com meu sexto sentido de mãe e só
sosseguei quando, depois de muito tempo e muita procura, encontrei
um médico que eu confiei para cuidar dos problemas respiratórios do
Dudu.

Existem médicos e médicos. Cada um em uma
linha de tratamento, lógico que nenhum é perfeito – como eu disse
buscar no título do post. Mas cada uma precisa encontrar um
profissional de confiança, que faça você se sentir confortável com
as decisões a serem tomadas e os tratamentos
escolhidos.

Respondendo à minha pergunta do
início: Devo estar procurando um milagreiro, porque o que mais quero é ver meu filho curado, mesmo sabendo que há um longo caminho pela frente.
Ele ja deu alguns sinais de melhora, isso me deixou muito feliz!!!
Nunca tinha contado isso aqui, Desculpem se me passei no tamanho do texto, sei que ficou gigante e cheio de lamúrias. Prometo um mais animadinho próxima vez.

Beijinhos

 

 

01mar

Cuidados com a higiene dos ouvidos

A médica otorrinolaringologista pediatra, Fernanda Maia Monteiro, dá a dica de manter a higiene dos ouvidos sem prejudicar a audição, principalmente para os pais que não ficam satisfeitos em limpar os ouvidos só com fraldinhas e querem utilizar outros mecanismos, neste caso é melhor dar preferência para o uso das hastes flexíveis com as pontas mais arredondas, própria para limpar os ouvidos sem prejudicar a audição.

O ouvido é um órgão muito importante e, ao mesmo tempo, muito frágil. Por isso, tem de ser tratado com cuidado especial. Nele são encontradas glândulas ceruminosas responsáveis pela produção e secreção da cera, também conhecida como cerume ou cerúmen, uma substância natural que ajuda a mantê-lo saudável. É esta cera que impede a entrada de poeira, sujeira e outras partículas prejudiciais no canal do ouvido, lubrifica o conduto auditivo e formam uma barreira contra a invasão por microorganismos.

Normalmente, a cera se acumula, resseca naturalmente e depois sai para o ouvido externo, pelo qual é expelida. Isso quer dizer que o ouvido é “autolimpante”, mas, às vezes, a cera se acumula demais e o corpo não consegue eliminá-la. Os bebês, por exemplo, normalmente têm cera abundante que protege o ouvido médio e interno das infecções externas.

No inverno, por exemplo, é comum as crianças sofrerem com resfriados e gripes, que podem acabar evoluindo para uma otite (inflamação no ouvido). No verão, a causa mais comum é a inflamação da pele por causa da água. É aí que entra o otorrinolaringologista, médico especializado, que irá fazer a remoção adequada e os produtos indicados para a melhor higienização dos ouvidos.

Mas como podemos manter os ouvidos limpos sem prejudicar a audição e sem sair por aí exibindo os ouvidos sujos? Para ajudar neste assunto, a Bellacotton inovou ao lançar no Brasil as hastes flexíveis com pontas arredondadas e uma limitação que as tornam ainda mais seguras, sem penetrar no canal auditivo. Criado especialmente para o cuidado com crianças, o produto evita lesões no ouvido interno e tem a função de limpar a parte externa do ouvido.

O produto está a venda em farmácias, drogarias, lojas de conveniências, mini, super e hiper mercados de todo o Brasil.

 Hastes Flexíveis Bebê Bellacotton, 50 unidades – valor médio R$ 2,80