07ago

[Convite] Quer tirar dúvidas sobre amamentação? Vem pra nossa Live!

Quem é mãe sabe: amamentar pode não ser sempre essa belezinha toda que vemos nas fotos das redes sociais.

Por isso queremos convidar vocês para uma conversa AO VIVO na próxima terça, dia 08/08 ás 20h no nosso instagram @agorasoumae.

Pra nos ajudar, convidamos a enfermeira obstetra, Soninha Silva, especialista na saúde materno infantil e consultora em aleitamento materno.

A ideia é trazer informações atualizadas para você que quer amamentar ou está amamentando se sentir apoiada e mais segura. E claro, tirar suas dúvidas!

Manda suas perguntas pra gente?

Dúvidas sobre crescimento, desenvolvimento e sobre a melhor forma de nutrir seu bebê com segurança.

Vai dizer que você nunca se perguntou: “O bebê não para de chorar, o que eu faço? Como saber quando ele está saciado? E se eu não conseguir? Meu leite é “fraco”, o que faço? Eu sinto muita dor ao amamentar, é normal? E se meu bebê não mamar? Devo me preparar para amamentar? Até quando amamentar? Entre outras..

Vamos juntas? Aparece na nossa transmissão Live!

30jan

10 destinos para passar a Babymoon

Depois que o filho nasce, um casal vira um trio (ou quarteto, quinteto e orquestra sinfônica com direito a agudos de dar inveja, né!) e por mais que a gente  tente driblar é difícil ter momentos românticos de casal apaixonado nos primeiros meses (claro que planejando dá, sempre dá, TEM QUE DAR).  

Pensando nisso, alguns casais têm feito a babymoon. Sabe o que é?

 

Assim que o casal descobre que a família vai aumentar, prepara uma viagem para curtir um pouco só os dois.

Dá pra descansar e guardar forças para as infinitas novidades com a chegada da cria. Alguns casais aproveitam para fazer o enxoval do bebê.

Tem outros que preferem curtir os serviços especializados de alguns hotéis, como massagens, banhos especiais e jantares românticos na praia (suspiros de riqueza).

Conheça os hotéis que oferecem babymoon

Outra coisa importante é o lugar.

Fiz uma lista com 10 resorts pelo mundo que oferecem serviços especiais para Babymoon (muito PHYNO):

Mezzatorre Resort e Spa 

Fica em uma ilha na Itália no Mar Mediterrâneo. Eles fazem um pacote  especial para as viagens de babymoon, incluindo um quarto duplo com vista para o mar, kit de boas-vindas com flores, frutas frescas e bebidas saudáveis. Além de tratamentos como esfoliação massagem e banho turco, também para o maridão. Tudo isso sai por 1115 euros por pessoa, mas o valor pode variar dependendo da época do ano.

Rosen Shingle Creek 

Este hotel fica em Orlando – EUA, e no pacote oferece um quarto VIP com um presentinho para os futuros pais, tratamentos no spa, além do jantar romântico nos restaurantes do hotel. Esse pacote tá em média 720 dólares por casal para uma noite. Daí você pensa em tudo que pode comprar com esse valor, senta e chora. haha.

The Lanesborough Hotel 

Esse hotel é a cara da realeza! No pacote babymoon, quando o casal chega no hotel são logo recebidos com coquetéis (sem álcool) e uma deliciosa seleção de chocolates (GENTEEE). Além dos tratamentinhos, o hotel ainda disponibiliza um guia do bebê com os melhores “outfitters” de Londres, perto da cidade de Knightsbridge, onde fica o hotel. Disponível para as sextas, sábados e domingos o pacote custa a partir de 615 libras.

Breezes Bahamas 

Diretamente do mar de Nassau, nas Bahammas (não preciso dizer mais nada). Além do que os outros hotéis oferecem para babymoon, esse oferece travesseiros extras para as futuras mamães (é muito amor). Com uma estadia mínima de três noites no pacote Babymoon, o valor cobrado é de 200 dólares a diária. Até agora o mais simpático pro bolsito, né não?

Ponta dos Ganchos Exclusive Resort 

Oferece um bangalô ao casal, com café da manhã e jacuzzi no quarto (!!!). E além das massagens e de um presentinho para a mamãe e o bebê, o hotel oferece ao casal um jantar romântico, numa ilhazinha bem em frente. Três noites nesse paraíso (sério, vejam as fotos no site do hotel) a partir de 6.185 reais, o valor vai depender da data por conta da temporada. Uma observação chique: Beyoncé escolheu o hotel quando veio ao Brasil (então pensa no luxo!).

UXUA Casa Hotel e Spa 

Em Trancoso na Bahia, o que esse hotel tem de diferente dos outros, são os produtos que usam nos tratamentos. Todos feitos a mão, com ingredientes nativos (quero!). O valor para cinco noites sai em média 13 mil reais (vou ficar querendo!). Em um pacote como esse os valores vão depender também da época do ano, vale conferir no site. Detalhe básico: A Jessica Alba fez a piscina da sua casa em Los Angeles inspirada na desse hotel!

Sunset Jamaica Grande 

Na jamaica, já imaginou? Esse hotel além de ter a maior praia da região, oferece para o casal que está na babymoon um ensaio fotográfico. No pacote as diárias variam de 250 a 300 dólares por noite.

Sofitel 

A rede Sofitel também oferece pacotes de babymoon com tratamentos especiais e sessões de yoga. O valor vai depender de qual destino você escolher, porque essa rede tem hotel no mundo todo!

 

Mandarin Oriental NY 

Em Nova York minha gente, uma ótima opção para fazer também o enxoval porque fica bem no meio da cidade. Tem SPA e tudo mais na faixa de mil dólares a noite. Pra quem curte uma vibe cosmopolita, é uma ótima pedida.

Royal Palms Resort e Spa 

Aos pés da montanha Camelback no Arizona, o hotel tem um pacote que inclui charuto e conhaque para o maridão e uma massagem pré-natal pra você. O casal também ganha uma sessão de fotos, ou seja, não se preocupa com nada. O pacote para a babymoon sai 660 dólares o dia com o código promocional: BabyBliss.

Muitas celebrities ficaram em alguns desses hotéis, é um verdadeiro luxo!

Pacotes especiais para babymoon
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A verdade é que a babymoon ainda não é praticada por muitos hoteis, porque é ainda pouco conhecida. Mas claro que, mesmo sem usar o nome comercial chic, quem faz a babymoon é a gente, do jeito que nosso gosto e bolso permitir!

Bora usar a criatividade e montar nossa própria babymoon!

O mais importante mesmo é que seja tranquilo (afinal tem uma GRÁVIDA no rolê) e que seja um momento para se guardar boas lembranças a dois.

Depois de olhar esses hotéis dá vontade de ficar grávida só pra fazer uma babymoon (hahahaha).

Ah, e só pra lembrar, antes da viagem é bom se certificar com o obstetra se tá tudo bem, se as vacinas estão em dia e se não vai atrapalhar o pré natal.

Importante também pensar no período da viagem, pra você não se cansar muito com o peso extra do barrigon.

E claro, a mala recheada de roupas confortáveis e versáteis, pra você não levar muito peso e ter espaço para as compras (SIM, QUEREMOS). Ah, e passa na nossa loja online. Tá cheio de looks perfeitos pras grávidas em babymoon. =)

14jul

O inverno e a gripe

Ah, o inverno! Como eu gosto dele. Vinho, foundue, pijamão e coberta no sofá o dia todo! Saidinhas românticas, séries em dia. Ah, isso tudo é tão bom!

Peraí, tem algo faltando nesse treco (e muita coisa “sobrando” no parágrafo acima). Voltemos então ao mundo real.

Xixi na cama, nariz ranhento, alergias, calça curta, blusa curta, todo dia uma nova “peste”. É gripe pra lá, resfriado pra cá! Xô, urucubaca.

Dudu-gripado

Êta inverno. Pensando bem, vai demorar muito pra ir embora?

Verdade seja dita: o in-verno pode ser um in-ferno. Pelo menos pra quem tem filhos pequenos.

Volta e meia o Dudu tem aqueles ataques de tosse, nariz entupido. E já viu como sempre piora à noite? Essa semana mesmo, tá todo mundo bichado aqui em casa, inclusive ele (mesmo com a vacina da gripe e cuidados em dia)!

Como prevenção, tento redobrar os cuidados com alimentação e higiene nessa época. Dou bastante vitamina C (principalmente em forma de morango, laranja e limão), e aquela boa e velha recomendação de lavar sempre as mãos e evitar lugares fechados.

Mas escrevo esse post pra contar uma novidade pra vocês: o Benegrip lançou uma versão pediátrica, o Benegrip Multi, que pode ser utilizado a partir dos 2 anos e tem paracetamol como o analgésico e antitérmico, ativo indicado pelo Ministério da Saúde em casos de suspeita de dengue, zika e chikungunya*.

É um antigripal líquido sabor frutas vermelhas, o que facilita já que as crianças tem dificuldade para engolir comprimidos.

Além disso, ele age em todos os sintomas: dor, febre e nariz entupido (em um só produto). Um alívio!

Ah, Sempre leia a bula e consulte seu pediatra!

post-patrocinado

*Referência Bibliográfica: Brasil. MS-SVS. Dengue: diagnóstico e manejo clínico-adulto e criança. Brasília, 2013. Brasil. MS-SVS. Febre de chikungunya: manejo clínico. Brasília, 2015. Brasil. MS-SVS. Febre do zika vírus: manejo clinico. Disponível em:  http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/dengue_manejo_adulto_crianca__4ed_2011.pdf. Acesso em 01 abr. 2015. Benegrip Multi: Paracetamol 13,30 mg/mL, cloridrato de fenilefrina 0,33mg/mL e maleato de carbinoxamina 0,13mg/mL. MS 1.7817.0768. Indicações: Analgésico e antitérmico. Descongestionante nasal em processos de vias aeres superiores. Benegrip Multi é um medicamento. Durante o uso, não dirija veículos ou opere máquinas, pois sua agilidade e atenção podem estar prejudicadas . Julho/2016. COSMED S/A. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO

11fev

Querer não é poder, mamãe!

por Juliana Baron

 

Se você costuma ler textos sobre maternidade, já deve estar cansada do papinho de que vivemos nos equilibrando entre todos os nossos papéis como mulher e já deve ter lido muitas dicas ou promessas milagrosas de aproveitamento eficaz do seu tempo. Porém, hoje resolvi fazer o papel de advogada do diabo e vim lhe dizer, como coach, como mãe, como leitora voraz de livros nesse sentido e como alguém que recebe todos os dias alguns pedidos de ‘”ajuda” de quem se diz precisado de luz, que você nunca irá conseguir dar conta de tudo o que você deseja fazer, num período de 24 horas. I´m sorry.

Juro que não quero ser pessimista e nem estragar o seu início promissor de ano.

Imagino que você estivesse cheia de esperança de que em 2015 zeraria sua lista de pendências e conseguiria terminar o ano com a bunda dura, com um casamento feliz, com filhos bem educados, fluentes em inglês e exímios nadadores, com a conta do banco bem gorda de comissões e com a tão sonhada graduação no curso de culinária fitness. Só que eu preciso lhe dizer que não vai rolar. Sabe por quê? Porque o problema não é a quantidade de tempo que lhe é dada todos os dias. A impossibilidade se dá, em decorrência da quantidade de coisas que você quer fazer.

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Agora você pode estar aí dizendo para si mesma que dá conta sim da missão, que nem são assim tantas atividades, mas esse é o momento de reconhecer que nem sempre, querer é poder, mãe!

Penso eu que você é capaz de fazer qualquer coisa, mas não tudo ao mesmo tempo. Vai dizer que você nunca esqueceu um pouco do casamento por conta do cansaço, ou trabalhou pelo celular enquanto fingia brincar com o filho, ou pediu pizza para o jantar porque na hora que esteve disponível, preferiu ir à drenagem ao invés do supermercado?

Garanto que assim como eu, você também acha, quase sempre, que poderia estar fazendo mais e melhor. Pois é, “alguém” inventou que mães são super mulheres e que tem super poderes. Aí nós, que adoramos sentir uma culpa e expandir nosso dom materno a tudo que nos cerca, abraçamos a causa e agora nos debatemos tentando encontrar uma solução para esse encaixe impossível.

E hoje eu vim dar essa solução? Claro que não!

Aliás, se você tiver, me conta, por favor. Hoje eu só vim dizer para você que tudo bem chegar ao verão que vem com a bunda mole, meio de bico com o marido, com um filho que tem medo de piscina e não tão ryca e phyna como gostaria. Porque existem motivos mais do que justificáveis para você não conseguir riscar todos os itens da(s) sua(s) lista(s).

Primeiro: você é humana e só tem 24 horas por dia.

Segundo: a maioria desses compromissos não é tão importante como você acredita que é.

Terceiro: você “perderá” muito tempo do seu ano, brincando com o seu filho, descansando as pernas, jogando conversa fora com o marido, enfim, vivendo para além das expectativas supervalorizadas que criou para si mesma. E não adianta culpar a sociedade ou a irritante da Gisele Bündchen, porque somos nós quem permitimos essa cobrança exacerbada.

Ok, sei que falei mal de dicas no início do texto, mas quero terminar esse post dizendo para você que uma possível “solução” é exercitar o poder de escolha das verdadeiras prioridades na sua vida. O texto teve um tom de brincadeira, mas é legal manter uma rotina de exercícios, namorar o marido, economizar, trabalhar, matricular o filho no inglês ou na natação.

A ideia é que nada vire um esforço excessivo ou um motivo para você se culpar ou se punir. Também não caia nessas promessas de aproveitamento de tempo feitas, muitas vezes, por pessoas que nem mães são. Nada contra, sem julgamentos, mas acredito que só quando temos filhos entendemos de verdade a dificuldade de aplicar teorias na prática, de conciliar resultados com amor.

Dá para se organizar de uma forma melhor? Dá! É importante traçar uma rotina e metas para otimizar o seu tempo? Muito! Mas cada uma sabe melhor do que ninguém o que lhe é fundamental ou prioridade.

Então, relaxe, mãe. Faça o que estiver ao seu alcance e o mais importante, aproveite cada instante da vida do seu filho, porque essa é uma meta insubstituível com um prazo imperdoável.

*****

Juliana Baron é um milhão de mulheres em uma só e isso, às vezes, gera uma confusão absurda (por isso, tanta terapia) e, consequentemente, muito assunto para escrever. É apaixonada pelo universo feminino e pretende trabalhar com ele assim que se formar em Psicologia. É mãe do João e está grávida de mais um menino, mas jura que vive uma vida para além da maternidade. É coach, gosta de ler, de escrever, de organizar armários, de colecionar coisas e de relembrar a infância.

Você também me encontra em Blogpsicologando.com

 

07jan

O que eu aprendi com a Diabetes Gestacional

Nunca pensei que usaria o meu primeiro texto do ano para falar sobre a minha Diabetes Gestacional. Aliás, nunca pensei que teria Diabetes Gestacional. Mas como esse é um espaço que utilizo para transbordar um pouco meu amor pela maternidade e tudo aquilo que a circunda e como precisei refletir sobre vários pontos depois que descobri a DG, nada mais justo do que discorrer sobre esse tema que vem roubando a cena nos últimos dias.

No meio do mês de dezembro passado, depois de alguns exames, descobri que estou com a tal Diabetes Gestacional. Resumidamente, o meu pâncreas não deu conta de produzir insulina, que é o hormônio responsável pela redução da glicemia, pra todo mundo (eu, bebê e placenta), portanto, precisei parar de consumir todo e qualquer alimento que possa dar um pico de glicemia no meu corpo. A primeira pergunta que as pessoas me fazem é se ela acarreta riscos. Sim, se não controlada pode deixar o bebê com sobrepeso e tendência a apresentar diabetes, a mãe diabética após o parto, mas se for feita uma dieta balanceada associada a exercícios, nem a insulina é necessária e tudo corre mais do que normal.

Desde o dia da descoberta, passei a pesquisar muito sobre o assunto. Primeiro, descobri que ela é mais comum do que parece e não, nem sempre ela tem uma razão específica como casos de diabete na família ou excesso de peso da gestante. Então, se você também descobriu a DG, não se sinta culpada, ela pode ser apenas uma incapacidade do seu pâncreas e não um castigo divino por aquelas sobremesa que você comeu na semana passada.

Ta, mas tudo são flores? Na na ni na não. Pelo menos para mim não foi. Quando confirmamos o diagnóstico, chorei feito criança na frente da obstetra que estava substituindo o meu médico em férias. Senti um peso imenso, uma responsabilidade absurda diante daquela nova condição. Desde sempre meu peso e a comida são uma questão para mim. Voltei para a análise esse ano justamente para aprofundar o que está por trás desse meu efeito sanfona e a da minha dificuldade em controlar a boca. Verão passado eu estava super bem, me preparando para engravidar com um peso bacana, mas quando engravidei eu julho, já estava quase dez quilos acima do meu peso ideal. Nos últimos meses eu vinha tentando me controlar, mas não estava conseguindo e de repente, a vida me obrigou a olhar melhor para essa área.

Senti-me ridícula, confesso, mas chorei bastante no consultório. Porém, como nada é por acaso, era para a Dra. Mônica estar ali naquele dia, porque fiz quase uma hora de consulta/terapia e fui totalmente acolhida por ela. Muito mais do que me explicar sobre a DG, ela falou sobre aceitar, sobre receber essa condição. Me disse que eu deveria agradecer porque meu problema tinha solução e eu tinha todas as armas para vencê-lo. Que muitas vezes a vida nos cobra, nos cobra e até esquecemos de curtir e cuidar da gravidez e que agora, a cada picada, eu lembraria do motivo genuíno de tudo aquilo ali.

Desde então, estou em dieta restritiva total. No dia seguinte à confirmação, marquei uma consulta relâmpago com a minha nutricionista e como aprendi, não cortei nada, apenas substituí. Ok, cortei MUITA coisa, já que minha alimentação não era das melhores. Não posso ingerir açúcares e afins (como xarope, glicose ou glucose de milho, sacarose, dextrose, maltodextrina, frutose), carboidratos refinados (pão, arroz e massas) e derivados do leite (essa parte foi a mais difícil). Virei a louca dos rótulos e quase não saio de casa porque nunca sei como as comidas são preparadas. Basicamente, posso comer frutas (nem todas e nem em grandes quantidades), legumes, alimentos 100% integrais e proteínas. Também desde o dia primeiro de janeiro, comecei a medir a minha glicose três vezes por semana, quatro vezes por dia. Ainda não sei o resultado das minhas medições porque ainda não traçamos o meu perfil, mas pesquisando na internet, vi que, a princípio, os números estão ótimos já que variam de 80 a 100.

Ok, mas o que, diabos, eu aprendi com a Diabetes Gestacional? Primeiro, aprendi a escolher e selecionar o que coloco para dentro do meu corpo. Lendo os rótulos, vi o quanto de substâncias ingerimos sem nem imaginar o mal que fazem. Esses produtos “0 açúcar”, por exemplo, em geral são CHEIOS de químicas disfarçadas que são tão prejudiciais quanto o próprio açúcar! Também entendi que na vida aprendemos pela dor ou pelo amor…hahaha…às vezes é preciso uma chacoalhada dessa para que paremos tudo o que estamos fazendo para refletirmos sobre nossas atitudes. E isso vale para todas as outras áreas da minha vida. Ah, de quebra, em quinze dias, perdi dois quilos, mesmo sem querer já que na gravidez não podemos perder peso e sem passar fome, e não inchei nadinha até agora.

Enfim, comecei o ano como sempre desejei, me alimentando de forma saudável, mesmo que meio obrigada.

Aproveito para desejar a todas vocês um excelente 2015. Que você aprenda mais pelo amor, mas que se a vida lhe impuser condições um tanto arbitrárias e chatinhas, como aconteceu comigo, você as acolha, agradeça e faça diferente.

E se você também descobriu que tem Diabetes Gestacional, acalme-se e procure o seu médico. Nada está perdido. Ah, se alguém também passou por isso e deseja compartilhar a sua experiência, ficarei super feliz e grata pelas dicas ou sugestões. Nessas horas, vale demais escutarmos histórias (de sucesso, por favor) alheias.

Até mês que vem.

Beijos, Juliana Baron

juliana-baron-pinheiro

Juliana Baron é um milhão de mulheres em uma só e isso, às vezes, gera uma confusão absurda (por isso, tanta terapia) e, consequentemente, muito assunto para escrever. É apaixonada pelo universo feminino e pretende trabalhar com ele assim que se formar em Psicologia. É mãe do João e está grávida de mais um menino, mas jura que vive uma vida para além da maternidade. É coach, gosta de ler, de escrever, de organizar armários, de colecionar coisas e de relembrar a infância.

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07nov

A participação dos antibióticos na vida do Dudu

A nossa relação com os antibióticos aqui em casa sempre foi de amor e ódio. Ódio porque, logicamente, nunca foi uma opção. Cada vez que ouvia do médico “vamos partir pro antibiótico” me cortava o coração. E amor pela simples e rápida melhora que Dudu apresentava ao tomar esse tipo de medicamento.

Muito dessas idas e vindas das infecções bacterianas eram causadas pelo tamanho da adenoide e da amídala do Dudu, e de um quadro de alergia respiratória, que raramente permitia que elas voltassem ao tamanho normal.

Depois de muito questionar os médicos e de ter toda segurança que estaria fazendo a coisa certa, operamos o Dudu. Foram tiradas as amídalas e também a adenoide.

antibioticos-com-receita

A cirurgia felizmente foi um sucesso e ele está em processo de recuperação. Submeter uma criança ao centro cirúrgico só em último caso, após falhas seguidas no tratamento passado pelo médico que a examinou. Cada organismo se comporta de uma maneira e, claro, algumas pessoas só são curadas por intervenção cirúrgica.

Mas até chegar nesse ponto, foram quase 3 anos de infecções recorrentes. Qualquer gripe que ele pegava, normalmente deixava um rastro, uma infecçãozinha de brinde aparecia dias depois. Vivia nessa tensão com medo de o Dudu ficar doente, às vezes chegava a estranhar quando ficava muito tempo sem adoecer.

Muitas vezes eu tinha certeza, até pelo aprendizado na prática, que era caso de antibiótico. Mas eu nunca, nunquinha mesmo, tomei essa decisão sozinha. Sempre levei ao pediatra para que ele consultasse o histórico do Dudu e assim decidíamos pelo melhor tratamento, que mudava de acordo com a gravidade do caso e tipo de infecção.

Uma dica legal para as crianças mais enjoadinhas é começar a dar o remédio uns minutinhos antes do horário expirar. No início eu era mais tolerante com os horários de medicação, mas depois descobri a importância de cumprir os intervalos prescritos, até falei sobre isso neste post AQUI.

Espero e acredito que a gente vai reduzir muuuuuito o uso dos antibióticos aqui em casa.

E nunca medique seu filho com antibiótico sem consultar o médico.

Antibiótico é coisa séria!

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