12jun

O que a gente viu sobre maternidade por aí!

 

Dicas de como viajar grávida e com bebê

Dicas ótimas da Thais Fersoza, para viajar com o bebê.. Ela que está grávida do segundinho, o Teodoro, fez um vídeo explicando tim tim por tim tim todos os preparativos antes e durante a viagem. Ela deixa a dúvida pra gente: como será viajar com dois? Dá uma olhada aqui.

 

O use de celular por pais é um prejuízo pra crinaça?

Estamos todos inseridos na cultura digital, mas como lidar? Pra fazer essa análise, os pesquisadores da Universidade de Michigan e da Universidade do Estado de Illinois  levaram em conta questionários respondidos por pais e mães de 170 famílias. Pode ser que a gente não goste muito do resultado da pesquisa, mas vale a pena a reflexão. Dá uma olhada aqui.

 

Como lidar com os palpites durante a gravidez

Aquele momento de agradecer a Revista Crescer pelas gargalhadas da semana! Porque a gente ouve cada coisa quando está grávida, que só por Deus! Vão falar da sua roupa, vão falar do tamanho da barriga, do quanto você engordou ou do quanto você tem que engordar, vão falar do parto….e não para mais. O que você acham dessas respostinha aqui? (hahahah)

 

Dicas de como cuidar dos cachos dos filhos

Samara Felippo que têm cabelo liso, tem duas filhas cacheadas e percebeu no comportamento da filha que representatividade importa. “Alícia mesmo num momento de crise me confessou a pouca representatividade na escola, na sala de aula, nas propagandas, nos brinquedos. É essa nossa sociedade racista. Quero que ela se ame, se aceite e saiba cuidar de seus cachos maravilhosos.” Muito importante ler essa matéria e oportunizar espaços. Veja aqui.

 

Grávida usa cinto de segurança?

O ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Eduardo Zlotnik, foi entrevistado pelo G1 e falou sobre os cuidados na hora de dirigir e deu dicas para quando estiver na direção. Entrevista de ouro! Dá uma lida aqui.

 

Inclusão no comercial da Johnsons

Precisamos dar visibilidade para a diversidade. E também acolhimento para os pais de crianças com deficiência.  A campanha da Johnson & Johnson para o último dia das mães, trouxe um bebê com síndrome de Down para protagonizar o comercial. Isso foi inédito na nossa publiciadade e é só o começo dessa discussão. A trip fez uma matéria incrível sobre isso, que você pode ler aqui.

 

Minha gravidez e a gravidez da minha mãe são parecidas

Depressão pós parto, diabete gestacional e gravidez de gêmeos são recorrentes na mesma família. Já parto prematuro e náuseas é puro mito! Não é porque sua mãe enjoou muito na gravidez dela, você vai enjoar. Mas mesmo assim várias vezes é bom recordar o passado para ver o que pode acontecer com você. Dá uma lida na matéria completa aqui.

 

 

Eliana está em repouso, saiba o que é um descolamento de placenta.

A placenta além de envolver o bebê é responsável por nutrir e fornecer oxigênio a ele pelo cordão umbilical. Quando acontece esses deslocamentos, dependendo do nível, pode haver uma interrupção no fornecimento de nutrientes e oxigênio para a criança. Descolamentos menores podem se tornar grandes, por isso o repouso. Fica paradinha aí Dona Eliana, estamos com você! Leia a matéria aqui.

28jul

Minha vida mudou quando engravidei!

Hoje quero compartilhar uma entrevista que dei pro blog da Juliana Baron Pinheiro, – Blog Psicologando – . A Ju é daquelas pessoas que fazem meu dia “virtual” melhor. Sempre dou um pulinho por lá pra conferir os textos e reflexões.

Respondi uma entrevista sobre as mudanças que a gravidez trouxe pra minha vida, em todos os aspectos. Falo um pouco sobre o que penso da maternidade e de mim como mulher.  Fiquei super honrada com o convite. Adorei as perguntas e, algumas coisas eu nunca cheguei a contar aqui no blog.

Para ler, CLIQUE AQUI!

Então deixo o convite a vocês! Espero que gostem.

Beijo grande e ótima semana pra gente!

Bia

12maio

Mães empreendedoras

Oi amorecos!

Hoje vim compartilhar um orgulhinho da minha vida com vocês! 

Fui convidada pra uma entrevista do site do empresário Abílio Diniz (aquele lá bem pobrinho, haha!) sobre mães empreendedoras.

Junto comigo, no artigo apareceram outros cases de mães pra se inspirar! Fiquei bem feliz de ser citada no meio de mulheres incríveis!

Para ler, clique AQUI!

Adorei a oportunidade. Fico feliz de poder dividir mais essa alegria com quem me acompanha!! Obrigada a vocês que entram aqui e a quem é cliente da loja!

Em breve teremos novidades na loja e no blog! 🙂

Beijinhos

 

 

13mar

Confessionário Materno: Juliana Baron Pinheiro

Pessoal, preparem-se porque essa entrevista rendeu, tá grande de propósito! E nem tinha como ser diferente, mas garanto que vale cada linha. Pra quem ainda não conhece, a entrevistada de hoje já deu o ar da graça por aqui em um texto divino sobre os rótulos que colocamos nas crianças. É a Juliana Baron Pinheiro, minha querida amiga virtual/real do blog Psicologando que sempre recomendo. Sentamos uma única tarde pra tomar um café e o papo foi tão bom que até me atrasei pra buscar Dudu na escola!

Ju Baron Ju Baron2

Nome Completo: Juliana Baron Pinheiro 

Nome do filho e idade: João Pedro – 4 anos

Profissão: Sou formada em Direito, mas no momento, voltei a definir a minha profissão como estudante.

Gravidez Planejada? Como foi? Não foi nem um pouco planejada. Eu namorava há alguns meses, morava em outra cidade e tinha recém me formado. No começo foi um susto, pegou todo mundo de surpresa, mas aos poucos a nova condição foi se assentando e a família inteira passou a curtir a novidade. Hoje, João é a paixão de todos.

Pensa em ter mais? Sim! Queria já no ano passado, mas não foi possível por conta de uns tratamentos de saúde. Estamos nos programando para julho desse ano.

Por ser estudante de Psicologia e expor suas opiniões em rede, chove pedido de conselho? 

Sobre a maternidade não muito, até porque quase não escrevo sobre o tema, mas recebo muitos e-mails e mensagens de pessoas que se identificam com a minha história, de pessoas pedindo dicas e de pessoas que compartilham as suas angústias, principalmente, por alguma dificuldade que sentem em promover mudanças nas suas vidas.

Na maternidade, estudar Psicologia já pesa de alguma forma? Você se cobra mais depois que entrou no curso, especialmente por as pessoas acharem que você sempre sabe o que faz? Tem muito medo de errar? 

Olha, eu ainda estou no começo do curso, mas já quando eu só fazia terapia e gostava muito do assunto (adoro aprender sobre Constelações Familiares), vivia fazendo relação entre a teoria e a prática. Nem sempre é fácil enxergar aquilo que sabemos que estamos “errando”, mas não me cobro muito não. Aprendi que sou bem humana, bem normal e que nem sempre a teoria se aplica à prática, porque existem nossas fraquezas, nosso cansaço…

Perguntinha boba: O povo costuma achar que está sendo analisado? Você analisa o tempo todo, mesmo sem querer?

Eu sempre fui muito de observar o que acontece ao meu redor, antes mesmo de entrar na Psicologia, mas, realmente, isso se intensificou depois que comecei a ter acesso a algumas teorias e tal. Acho que além do meu marido, que ficou com receio depois que escutou de um conhecido que era para ele se cuidar porque eu entraria na sua mente, acho que ninguém pensa assim. Minhas amigas até gostam de ouvir aquilo que eu aprendo tanto em sala, como na terapia de grupo para mulheres que eu participo há dois anos. Um lugar em que eu adoro ficar sentada, principalmente porque sempre adorei e adoro observar as dinâmicas familiares, é o parquinho infantil. Ainda mais agora que vou começar a ter mais matérias que tratam do desenvolvimento infantil. Fico sentada só olhando como o comportamento das crianças é reflexo do comportamento dos seus pais.

E o que te chama mais atenção na conduta dos pais e filhos no parquinho? tem algum exemplo daquilo que acha errado? (espero não estar nele, haha)

Então, eu não faço um julgamento, apesar de nunca escapar dele. Procuro fazer mesmo é uma observação, principalmente, dos rótulos que se dão às crianças, o que acontece muito nesse ambiente. Outra coisa que eu observo é a maneira como alguns pais fingem que não veem o mau comportamento dos seus filhos, como algumas mães histéricas, meio que gritando, pedem para que os seus filhos se acalmem, como outras são cuidadosas ao extremo, já vi até algumas que não deixam as filhas sentarem no chão para não sujar o vestido, e como algumas mamães esquecem de si mesma, o que aparece muito bem no ausência do brilho nos seus olhos. Agora lembrei do filme “Antes da meia noite”, que encerra uma trilogia maravilhosa. Nessa última parte da história, fica nítido como a infelicidade de uma mulher consigo mesmo e com a sua vida, reflete-se em todo o resto, especialmente, no modo como ela encara a maternidade. Ih, isso é tema para horas e horas de conversa.

Eu amo os teus textos. Você tem disciplina pra escrever ou espera baixar aquela inspiração divina? Como funciona esse processo criativo?

Teve um tempo em que eu esperava a tal inspiração, mas agora que resolvi me dedicar a isso e fazer acontecer, sento todos os dias para escrever um pouco, ou muito, aí depende mesmo da inspiração. Mas todos os dias estou sentada aqui. Também estou trabalhando num projeto de livro, então, esse compromisso me fez ser mais disciplinada com a escrita. Como o blog é meu, não tenho assim limite de datas, mas quando se trata do blog “Sobre a Vida”, por exemplo, aonde sou colaboradora (agora duas vezes por mês), preciso estar sempre atenta para não deixar passar o período combinado com o Fred, psicólogo e autor do blog.

Como é sua rotina e da sua família? Pode resumir um dia seu pra gente?

Agora que as aulas recomeçaram, eu acordo ali pelas seis e meia, me arrumo, faço o meu café, deixo as coordenadas de almoço para a Bia (a santa que trabalha na nossa casa) e saio. Meu marido acorda um pouco depois e é quem tem contato com o João, quando ele acorda, ali pelas oito. Geralmente, eu ligo da faculdade no meio da manhã pra saber como estão as coisas. Eu chego por volta do meio dia, almoço e levo o João para escola. Ele almoça antes de eu chegar porque sempre come melhor quando eu não estou…haha…acho que isso acontece com todas as mães. Então, eu levo o João para Escola e volto para casa para estudar e escrever. Umas duas vezes por semana, à tarde, vou ao mercado e coisas do tipo. Umas cinco e meia eu pego o João na Escola e venho para casa. Dou banho, brinco, dou a janta, brinco mais um pouco e depois ele dorme. Isso em um dia aonde ocorre tudo bem, porque claro, às vezes temos os nossos contratempos, como ele dormir na volta da Escola e tal.

Como funciona o processo de sono do João? Ele dorme sozinho? Tem rotina? Teve alguma dificuldade?

Olha, o processo já passou por várias fases, mas eu sou bem firme quando decido mudar o hábito dele. Nesse momento, depois de termos passado dois meses na casa de praia, aonde o João dormia num colchão no mesmo quarto que o nosso, ele está se readaptando à sua cama. Eu faço ele dormir lá e caso ele venha para a nossa cama no meio da noite, eu levo ele de volta para o seu quarto. Já estamos nesse processo há alguns dias e agora ele quase não acorda mais. Eu também explico antes de ele dormir, que caso ele acorde e fique com medo, que é para ele me chamar e não ir direto para a nossa cama. Ele entende e faz dessa forma, isso quando eu acordo e escuto o chamado, porque tenho um sono tão pesado, que nos últimos dias, essa função de ir até o quarto dele fica para o meu marido. Mas em resumo, eu explico e converso bastante e raramente cedo. Procuro ser bem firme nas minhas colocações.

Qual o melhor programa em família para as horas vagas?

Nós vamos muito à casa dos meus sogros, que moram numa casa deliciosa ou para a casa de praia. Também levamos o João para o teatro, para o parquinho…

Como é o seu trabalho e como concilia carreira e maternidade?

Então, como eu disse, hoje eu mais estudo e escrevo, o que já posso dizer que é o meu trabalho. Eu parei de trabalhar fora no ano passado porque estava difícil conciliar com a faculdade (minhas aulas vão das 07:50 às 12:10) e porque eu não estava conseguindo me dedicar ao que eu mais gosto de fazer, que é escrever. Eu chegava muito cansada e acabava caindo numa rotina que não me permitia ser criativa ou sentir inspiração. Foi uma decisão bem complicada, porque temos essa cultura de se formar e logo cair no mercado de trabalho, fazer por “merecer” o dinheiro, etc., mas eu não era nem um pouco feliz com o que eu fazia. Bom, a história é longa e a conto bastante no meu blog. Hoje posso dizer que concilio bem uma coisa com a outra, principalmente, porque eu faço o que eu amo, sou feliz por isso, o que se reflete totalmente em mim como mãe.

Como funciona a divisão das tarefas na sua casa? Conta com alguma ajuda de babá/empregada ou encara tudo sozinha? E o marido/pai.. qual o papel dele?

Como eu tenho os horários bem flexíveis e sou bem agilizada, muitas coisas da casa ficam por minha conta, mas o meu marido é bem parceiro! Não gosto do termo “ajudar” para se referir a ele porque acho que pai não ajuda, pai participa. O papel dele é o de pai e de marido. Faz tudo o que eu faço e muitas coisas, faz mais e melhor do que eu. Muitas pessoas me dizem que eu tenho sorte em ser casada com ele e, realmente, eu sou bem agradecida por Deus ter colocado ele na minha vida, mas com certeza se não fosse a vontade e o esforço dele em formar e manter a nossa família, nós não estaríamos juntos. Como outros maridos, ele também gosta de assistir TV ao invés de lavar a louça, puxa o nariz quando está cansado e o João pede pra brincar, mas faz. Então, se foi uma benção ele ter aparecido, foi porque nós quisemos que deu tão certo. 

O que te tira do sério?

Hoje em dia nada me tiiira do sério, porque eu aprendi que cada um dá conta do que dá conta. Não posso julgar o outro ou o que acontece ao meu redor, porque estarei fazendo isso de forma subjetiva, através do meu olhar. Mas confesso que, em relação à maternidade, duas coisas me incomodam bastante. Primeiro, são os pais que rotulam os filhos, como já escrevi num texto para o seu blog. Já escutei mãe dizendo para o seu filho de dois anos que ele era estranho porque não parava quieto, já escutei mãe dizendo para o seu filho de dois anos deixar de ser controlador, mãe dizendo que a personalidade da filha de quatro anos é manhosa e chorona. Sei que fazem isso por ignorância (no sentido de não saber), mas se tanto as mães como os pais soubessem o mal que fazem aos seus filhos, confinando-os e os definindo por características que limitam. Realmente, às vezes, o meu filha ESTÁ manhoso, mas isso não quer dizer que ele SEJA manhoso. Entende a diferença? Fora que ninguém nasce “um capeta”, é tudo reflexo do contexto em que a criança vive e por vezes é difícil os pais admitirem essa responsabilidade. Fico muito triste por saber o quanto essa criança vai sofrer depois até entender que na verdade ela não é “uma peste”, “impossível”, “agitada” ou “lerda”. Outra coisa que me incomoda é o modo como algumas mães encaram a figura paterna. Umas nem permitem que eles cheguem aos filhos e outras aceitam o que uma parte da cultura diz, de que pai é quem trabalha fora, que pai não tem tempo para brincar com o filho, que pai não pode ter tarefas em casa. Parece brincadeira?  Mas é muito mais comum do que imaginamos. Eu mesma já caí nessa armadilha de que preciso dar conta de tudo sozinha, porque o homem e blá blá blá. Sim, algumas mães “escolhem” abdicar de tudo para criarem os filhos, mas isso não substitui a presença paterna. Para quem se interessar, a psicóloga Elizabeth Monteiro acabou de lançar um livro chamado “Cadê o pai dessa criança?”. Precisamos acabar com esse ranço do século passado. 

Toda mãe tem um momento de fuga, em que quer achar o botão OFF de qualquer jeito.. Qual o seu? Para onde costuma ir e o que faz?

Como eu fico sozinha em casa à tarde fazendo o que eu gosto, não sinto tanta falta de ligar esse botão, que eu acho ESSENCIAL para a saúde mental das mães. Até escrevi um texto esses dias em que comento sobre isso, sobre esse tempo que deveria ser uma “obrigação” nas nossas vidas “Saudades de mim”. Tempo para se desligar das exigências alheias e se alimentar daquilo que se gosta de fazer. Eu não diria nem fugir, mas se abastecer mesmo.

O que você mais inveja (no bom sentido) na vida de quem não tem filhos?

Eu digo que depois que eu tive filho, entendo quem não quer ter. Algumas pessoas se chocam quando eu digo isso, mas é verdade. Filho é sinônimo de abdicação, doação, não no sentido ruim desses termos, mas não tem como negar que nossas prioridades mudam depois que eles nascem. Eu tinha planos de seguir carreira no Direito, por exemplo. Me formei e fui morar em São Paulo para fazer pós e lá o meu mundo se abriu. Mesmo tendo mudado de carreira por outras circunstâncias, hoje quando penso em me formar e trabalhar com grupos, me preparar para palestras, fazer cursos fora do Brasil, penso que não posso, pelo menos tão cedo, concretizar isso. Mas são fases e momentos. Depois eu vou conseguir e ainda vou ter a minha família linda, então, tudo bem. 

O que as pessoas que não tem filhos mais invejariam em você?

Invejar eu não sei, mas posso dizer que me sinto muito mais madura e experiente depois que me tornei mãe. Passei por tantas sensações, dúvidas, aprendi a dar conta de outro ser (nunca tinha trocado uma fralda antes do João nascer), superei alguns limites, precisei rever toda a minha vida. Enfim, uma experiência que com certeza moldou quem eu sou hoje.

Quais são os seus principais cuidados de beleza? Malha, faz dieta?

Desde julho de 2013 mudei muitos dos meus hábitos depois de um período em que fiquei meio neurótica com medo de morrer. Vi tantas pessoas ao meu redor descobrindo doenças do nada, que fiquei com medo de acontecer comigo. Na época, trabalhei isso em terapia, fiz vários check ups e decidi cuidar da saúde, enquanto ela existe! Quero me cuidar, para poder colher no futuro, com muita disposição, tudo o que eu estou plantando hoje. Eliminei oito quilos desde então, com academia e reeducação alimentar. Hoje estou numa nutricionista e em 2014 ainda não fui pra academia, mas pretendo recomeçar em abril.

E produtos de beleza? Algum milagroso pra dividir com a gente?

Não sou muito ligada nisso de saber as novidades ou ter um ritual diário. Uso bons produtos para o cabelo, que desde a amamentação cai às pencas, adoro maquiagem, tiro sempre antes de dormir, passo protetor todos os dias, essas coisas. Tento usar cremes no rosto, pescoço e a parte de cima das mãos antes de dormir, pra evitar de ter que fazer procedimentos estéticos no futuro, mas nem sempre eu lembro.  Como a minha pele é bem oleosa, também, nem tudo eu posso usar.

Comprou algum produto (ou produtos) no enxoval que se arrependeu? E o que você comprou que não abriria mão e amou? Vale de tudo, do fútil ao útil!

Não compraria de novo a poltrona de amamentação, porque eu amamentei por um ano em todos os lugares, menos sentada lá. Também não decoraria o quarto tão para bebê porque essa fase passa rápido e logo precisamos externar o crescimento dos filhos nas paredes do quarto. Usei muito aquela almofada de amamentação e todas as fraldinhas possíveis. Comprei de rolo e minha sogra fez de vários tamanhos. Usava muitas por dia (João tinha refluxo) e não precisava lavar tudo correndo.

E pra manter a chama do casamento acesa depois dos filhos? Tem algum segredo que pode revelar pra gente?

Toda sexta feira, meus sogros pegam o meu filho na escola e ficam com ele até no sábado à tarde. Nesse dia eu e meu marido ficamos juntos, curtindo a paz e a companhia um do outro. Raramente aceitamos compromissos nesse dia porque se tornou um hábito mesmo. Umas duas vezes por ano passamos o final de semana em alguma pousada (adoramos o litoral paulista), onde eu passo o tempo lendo e escrevendo e ele surfando. 

Qual foi a coisa mais absurda que já te falaram sobre maternidade? E quando estava grávida, o que mais te irritava?

Muita coisa me irritava nesse período até porque eu me importava muito com a opinião dos outros. Mas acho que o que mais me irritava eram os comentários do tamanho da minha barriga, que sempre foi grande. Ela era bonita, não tive aquela linha e o meu umbigo ficou lindo até o final, mas ela era bem redonda. Questionavam-me muito se não eram gêmeos, ao sétimo mês de gravidez!!!!! Soltei algumas farpas nessa época. Desculpa, gente. Tudo culpa dos hormônios! 

Como mãe, qual o seu maior medo?

Acho que o de morrer e não ver meu filho crescer e o de perdê-lo. Aqueles bem comuns.

Complete à vontade, sem dó nem piedade!

 Foi uma grávida muito…reclamona…haha. Como eu disse, não esperava engravidar, vivia um momento de descobertas, engordei um tanto, vivia inchada, o João nasceu em março, ou seja, passei o verão BEM grávida e tive T-O-D-O-S os sintomas chatos. Então, reclamava bastante. Mas sei que vai ser diferente na próxima vez.

Depois que virei mãe, eu nunca mais…planejei o futuro como fazia antes, quando não tinha que pensar em outra pessoa além de mim. Mas é uma delícia pensar no coletivo, agora.  

Nunca me avisaram que…os primeiros meses seriam tão complicados. Não tinha tido contato próximo com bebês e sofri bastante até absorver as transformações e até descobrir que não morreria de sono. 

Sinto-me culpada quando…não tenho paciência para sentar e brincar. Nossa, isso me consome, mas realmente, nem sempre eu consigo sentar e mergulhar no mundo do João. Então, prefiro contar histórias ou sair de casa com ele.

Perco a cabeça quando…escuto as histórias que alguns professores trazem de como algumas crianças são tratadas pelas instituições e pela família, geralmente, de renda mais baixa. Não é que eu perco a cabeça, mas isso me entristece. Sei que eles não poderiam fazer muito diferente, porque são produtos do meio, mas me dói pensar no sofrimento psíquico e físico dessas crianças. 

Amo muito quando…o João vem e espontaneamente se declara, ou quando diz que eu estou lindo e cheirosa, assim, de repente.

Mãe vive ocupada, mesmo assim não abro mão de…correr pra livraria cheirar os livros e ler as revistas que amo, sem precisar gastar dinheiro.

Antes de ser mãe eu não sabia que podia amar tanto outra pessoa, de uma forma tão incondicional e até doída, agora eu sei, porque vivencio.

Minha maior dificuldade é… acho que eu tenho uma preocupação em observar o João com cuidado para deixar ele ser o que ele quiser. Tento não rotular e não limitar, mas ao mesmo tempo dou os limites, ensino algumas regras que precisamos aprender para viver em sociedade. Ainda não é a hora, mas já tento falar sobre preconceito, sobre a desigualdade, ensino que ele tem que arrumar a cama, cuidar das suas coisas, guardar os seus brinquedos…

Meu maior defeito, como mãe, é… às vezes, me confesso explosiva. Em alguns dias, em que ele está mais chatinho por causa de sono e tal, eu perco a paciência e aumento o tom de voz. Acontece muito pouco hoje, mas eu me odeio quando faço isso, porque sei o quanto isso é um desserviço na nossa relação.

Minha maior qualidade, como mãe, é…eu recebo vários elogios sobre a maneira como criamos o João, que é um menino muito amado…por mais que eu me auto critique bastante, acho que estamos, eu e meu marido, fazendo um bom “trabalho” como pais.

Ser mãe é….algo maravilhoso. Costumo brincar que o João trouxe muita vida para minha vida. Depois da sua chegada, precisei me movimentar, passei a refletir mais sobre as minhas escolhas e só estou onde estou hoje, por conta dele. Talvez, se não tivesse engravidado, teria seguido no Direito Tributário e ainda estaria me debatendo entre quem queriam que eu fosse e quem eu queria ser, de verdade. Tornar-me mãe foi como nascer de novo. E melhor.

Quais textos seus recomenda para as mães? Pode linkar.

Tem uma categoria no meu blog chamada “Existe vida além da maternidade?”, aonde eu vinculo os poucos textos em que escrevo sobre o assunto. De outros sites, eu não tenho nada para indicar já que eu quase não acesso muitos blogs que falam sobre a maternidade. Mas aproveito para deixar a dica dos livros da psicóloga Elizabeth Monteiro e dos comentários que ela faz em sua página no facebook. Comungo muito com a visão que ela tem da criação dos filhos. Na internet não acesso nada referente ao assunto. Aproveito a oportunidade para dizer que, como eu não sou extremista, não leio e não aconselho blogs cheios de imposições e regras. Também não gosto dos que fazem referências como “mães de verdade”, já que, principalmente, depois da faculdade, questiono muito colocações como “de verdade”. O que seriam mães de verdade? O meu conceito de uma mãe de verdade pode ser diferente do teu, e essa generalização pode causar um desserviço às mães desavisadas.

Concordo em gênero, número e grau! Não existe manual pra maternidade!

Já estava com saudades do confessionário! Adorei retomar com uma pessoa tão esclarecida, querida e especial!

 

16dez

Confessionário Materno – Damylla Damiani

A entrevistada de hoje é Damylla Damiani, mãe da Bárbara, grávida da Manuela e consultora de estilo da marca Damyller! 

Damylla2 Damylla

Nome Completo: Damylla Minatto Damiani

Nome da filha e idade: Bárbara Damiani de Faria, 2 anos e 1 mês e grávida da Manuela.

Profissão: consultora de estilo Damyller 

Gravidez Planejada? Como foi (está sendo)? A primeira gravidez, da Bárbara foi planejada e foi uma fase maravilhosa, curtimos muito! Já essa gravidez de agora (da Manuela) veio um pouco antes do que prevíamos, ano que vem, mas estamos muitooo felizes e está sendo maravilhoso explicar e ensinar à Bárbara que ela ganhará uma irmãzinha. Inclusive foi ela quem escolheu o nome Manuela.

Como é sua rotina e da sua família? Pode resumir um dia seu pra gente? Minha rotina é e sempre foi bem corrida. Depois que se tem filhos, temos que deixar várias coisas de lado e eleger certas prioridades.

Minha rotina antes da Bárbara nascer era mais “rotina” mesmo. Depois que ela chegou mudei um pouco meus horários e agora com a chegada da “Manu” para o ano que vem, pretendo mudar mais coisas… Hoje meu dia-a-dia se resume a acordar, fazer drenagem linfática já de manhã cedinho, depois ir pro trabalho, onde fico até às 17 horas. Quando saio, pego a Barbara na escola e depois casa, onde ficamos juntas até ela dormir. Nesse tempo brincamos, ela me conta como foi na escola, o que fez, etc… uma fofa! 2x por semana faço personal no final de tarde, pois com a gravidez não quero descuidar, e caminho mais 3x na semana 40 minutos em ritmo moderado. 

Qual o melhor programa em família para as horas vagas? Curtir cada minuto ao lado da nossa pequena. Ela esta em uma fase maravilhosa de descobertas, onde tudo é lindo! Ela é super inteligente, falante, interage muito com a gente. Uma delicia! 

Como é o seu trabalho e como concilia carreira e maternidade? Aqui na empresa é tudo sempre muito corrido, quando vejo já é hora de ir embora. Como passo o dia aqui, não vou pra casa almoçar, quando chego tento dedicar ao máximo meu tempo para estar com a Bárbara. Ou brincando, ou lendo livros, mimando, enfim….é um tempo nosso!!

Como funciona a divisão das tarefas na sua casa? Conta com alguma ajuda ou encara tudo sozinha? E o pai.. qual o papel dele? Tenho uma secretária que é nota 1000, um amor de pessoa! Ela cuida da casa e da Barbara, já que à tarde ela estuda… O papel do marido/ pai é o banho, isso é com ele e ele faz da melhor forma possível! Sem contar que ela adora ver tv na companhia dele, comer balinhas…..coisas de pai e filha.

O que te tira do sério? Já fui muito estressada com bagunça. Sempre fui extremamente organizada, minha casa, antes de ter a Barbara era impecável, tudo no lugar, organizado. Depois que ela chegou, tive que abrir mão dessa mania e hoje vejo que dá pra organizar de uma maneira que fique bom pra nós duas rsrsrsr. 

Toda mãe tem um momento de fuga, em que quer achar o botão OFF de qualquer jeito.. Qual o seu? Para onde costuma ir e o que faz? Meu momento de fuga é quando estou malhando na academia ou caminhando! Eu ADORO me exercitar. Uma vez achava um saco, um compromisso….de uns anos pra cá, incorporei a minha rotina, assim como é comer, dormir, e vivo muito melhor! Me faz um bem danado e me ajuda a organizar a cabeça, as idéias….me faz relaxar! 

O que você mais inveja (no bom sentido) na vida de quem não tem filhos? A disponibilidade para fazer tudo a qualquer hora rsrsrs! De não ter que se prender a alguém tão dependente. A minha vida antes da Bárbara era só pra mim e agora é pra ela…. mas sou muito mais feliz hoje!! 

O que as pessoas que não tem filhos mais invejariam em você? O desconhecido amor de quando se é mãe. Um amor que só sabemos quando vivemos, que é impossível explicar!!!!! 

Quais são os seus principais cuidados de beleza? Malha, faz dieta? Como já falei, tenho acompanhamento de personal na academia 2x por semana (agora grávida, tive que diminuir um pouco o ritmo), não abro mão das minhas caminhadas diárias também… além de arejar, elas me deixam relaxada! Quanto a alimentação, tento me cuidar, mas não sou neurótica…. já abri mão de muitas coisas que adorava e que hoje não sinto a menor falta…. Hoje considero que tenho uma alimentação super saudável e muita qualidade de vida.

E produtos de beleza? Algum milagroso pra dividir com a gente? Gosto de produtos de beleza mas não sou viciada de comprar tudo… Agora na gravidez, vários cremes não posso usar… Não abro mão do filtro solar (uso o branquinho e um com cor), pó com proteção solar, rímel e blush de leve. Gosto dessa aparência saudável…. não sou de maquiagens fortes. No corpo abuso dos cremes de hidratação, principalmente na barriga e seios, para evitar as temidas estrias.

Comprou algum produto (ou produtos) no enxoval que se arrependeu? E o que você comprou que não abriria mão e amou? Vale de tudo, do fútil ao útil! Adorei a tal da babá eletrônica rsrsrs usei e uso até hoje. Desde o dia que voltamos do hospital, a Barbara já foi pro quarto dela e a babá ajudou muito, pois ficava dando aquela espiadinha a toda hora. O que me arrependo que me precipitei e comprei, foi a ordenhadeira elétrica…. como quase não tive leite, amamentei muito pouco e a maquina foi um investimento que não usei nada!! 

E pra manter a chama do casamento acesa depois dos filhos? Tem algum segredo que pode revelar pra gente? Muita paciência, pois a vida, principalmente da mãe muda 1000%!

De médica e louca toda mãe tem um pouco? Sim! Antes de ser mãe não acreditava muito nessas coisas, mas depois que a Bárbara chegou, vi que quando quero, viro uma leoa mesmo! 

Qual foi a coisa mais absurda que já te falaram sobre maternidade? E quando estava grávida, o que mais te irritava? Os milhares de conselhos….cada coisa que meu deus!

Como mãe, qual o seu maior medo? De nesse mundo doido de hoje em dia, não dar a educação certa, os limites ideais. Sou coração mole, mas na hora que tiver que apertar, sei que será necessário. Quero que minhas filhas cresçam, com o mesmo exemplo que tive dos meus pais: respeito, amor, família… 

 Complete à vontade, sem dó nem piedade!

Foi (é) uma grávida muito… na primeira gestação, ansiosa! Na segunda estou me cuidando muito, não quero mais sofrer tanto pra perder os quilos extras!

Depois que virei mãe, eu nunca mais tive uma noite inteira de sono!

Nunca me avisaram que minha vida mudaria pra sempre e que nunca mais iria dormir tranquila… fico pensando nas meninas crescendo, nas preocupações…

Sinto-me culpada quando às vezes pego o celular e fico pendurada no instagram, ao invés de dar atenção a ela.

Perco a cabeça quando ouço barbaridades sobre maus tratos em crianças!

Amo muito quando ela me dá aquele beijo apertado e aquele abraço gostoso, bem espontâneo; 

Mãe vive ocupada, mesmo assim não abro mão de me cuidar e estar bem.

Antes de ser mãe eu vivia pra mim agora eu vivo em função dela!

Minha maior dificuldade é quando tenho que viajar….a despedida e a distancia é sempre motivo de dor.

Meu maior defeito, como mãe, é querer que ela não fique suja, sempre cuidado das roupas…. 

Minha maior qualidade, como mãe, é {…} 

Ser mãe é a chance mais maravilhosa que Deus nos deu, de conhecer o amor de verdade!

Adorei as respostas e conhecer mais um pouquinho da Damylla! Babo nas fotos do instagram dela, sempre saudável, linda e lógico estilosa! Um dia eu chego lá.. haha.

Beijinhos!

 

04nov

Confessionário Materno com Mariana Amaral

Quem senta no divã do blog hoje é a Mariana Amaral, mãe da Aninha (colega de sala linda do Dudu) e dona de uma marca de acessórios que leva seu nome e faz o maior sucesso! 

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Nome Completo: Mariana do Amaral 

Nome e idade da filha: Ana Luísa do Amaral de Melo, 2 anos e 9 meses 

Profissão: Empresária (Mariana Amaral Acessórios

Gravidez Planejada? Como foi? Minha gravidez foi a maior surpresa que eu já tive, quando descobri tinha apenas 21 anos, e apesar de ter um relacionamento de 7 anos, ainda não era casada. Tive muita dificuldade para aceitar a gestação, sofri muito, acreditava que atrapalharia todos os meus planos, que não era a hora e que eu não estava pronta, mas não havia mais o que fazer. Enjoei do primeiro dia até a hora da cesariana, vomitava diversas vezes durante o dia e a noite. Quando a Ana Luísa nasceu eu entendi o que é o amor de verdade. Acho que não existe nada mais lindo, mais perfeito. Hoje eu vejo que se eu escolhesse uma “hora certa” ela jamais chegaria, e que essa surpresa, foi na verdade o melhor presente que já ganhei. 

Como é sua rotina e da sua família? Pode resumir um dia seu pra gente? Acordo as 6:30 da manhã, e vou a academia, (nessa hora a Aninha fica com a minha mãe, porque meu marido sai pra trabalhar cedo). Volto pra casa, tomo um banho, e corro pro trabalho. O fato de o meu escritório ser do lado da casa da minha mãe, facilita muito a minha vida. Ao sair para almoçar deixo-a na escolinha, e volto para o trabalho, normalmente quem busca ela é o papai, que às vezes já leva ela pra casa, e outras deixa ela no ateliê comigo. Normalmente, saio do trabalho tarde, aí chego em casa e tem aquela maratona, dar banho, comida, brincar um pouquinho e cama! Temos o hábito de dormir com as galinhas, já que acordamos super cedo!

Qual o melhor programa em família para as horas vagas? Ir a praia é nosso programa favorito, mas quando o tempo não ajuda, vamos ao parque ou ao shopping.

Como é o seu trabalho e como concilia carreira e maternidade? Meu dia a dia é super corrido. Amo meu trabalho e ele exige muito de mim, estou sempre com pressa, na “correria”, tenho que me virar nos 30 pra dar conta de tudo, passo pouco tempo com a Aninha, mas tento aproveitar ao máximo o tempo que estou com ela. Tenho ajuda da minha mãe e do maridão, que é bem presente. Muitas vezes a Aninha me acompanha em muitos compromissos, ela é muito compreensiva e parceira.

Como funciona a divisão das tarefas na sua casa? Conta com alguma ajuda ou encara tudo sozinha? E o marido.. qual o papel dele?  Meu marido me ajuda desde a maternidade, posso contar com ele sempre que fico apurada, muitas vezes ele leva ela pra casa e quando eu chego já esta de banho tomado e já jantou. Tenho também a minha mãe que me ajuda muito, fica com a Aninha na parte da manhã e quebra meus galhos, quando preciso sair. Mas ainda assim, nós mamães sabemos que quando a coisa aperta é só a gente que “da jeito”.  Se não houvesse essa parceria, com certeza teria que ter alguém em casa pra me ajudar. Nas tarefas domésticas conto com uma faxineira uma vez por semana. Como todas sabemos, é muito pouco. Tenho que dar conta de lavar roupa, fazer comida e manter a casa em ordem. Faço o que posso!

Toda mãe tem um momento de fuga, em que quer achar o botão OFF de qualquer jeito.. Qual o seu? Para onde costuma ir e o que faz? A Academia me ajuda muito a descarregar o stress, nunca fui muito adepta, mas de um ano pra cá tenho me dedicado bastante e tem me ajudado muito. Amo praia, e sair pra colocar o papo em dia com as amigas. Mas na maior parte do tempo ela me acompanha, somos muito amigas e parceiras. 

O que você mais inveja (no bom sentido) na vida de quem não tem filhos? Acho que me arrumar com tempo, tomar aquele banho longo… Deitar na cadeira da praia e esquecer do mundo! Agora, é sempre com os dois olhos bem abertos, e sempre correndo! 

O que as pessoas que não tem filhos mais invejariam em você? Acho que são muitas coisas. Essa cumplicidade, amizade e amor que criamos, é algo único. Não existem palavras que posam descrever o amor que sentimos, é lindo, é puro. 

Quais são os seus principais cuidados de beleza? Malha, faz dieta? Comecei a malhar a um ano. Inicialmente não seguia nenhuma dieta, mas o tempo vai passando e tem que correr atrás, não só por uma questão estética, mas pela saúde também. Era totalmente sedentária, e tinha os piores hábitos possíveis, de uns meses pra cá tenho cuidado mais da alimentação e me dedicando cada vez mais a malhação. Hoje já não é mais um sacrifício, amo a academia, me faz muito bem, e quando os resultados vão chegando você vai se dedicando cada dia mais. Sou super vaidosa, adoro moda, beleza, mas sou preguiçosa e não tenho muito tempo, pra mim é um sacrifício ficar numa maca de massagem uma hora, cabelereiro então, nem se fala, só em casos de extrema necessidade. 

E produtos de beleza? Algum milagroso pra dividir com a gente?

Não uso nenhum, tenho preguiça até de usar hidratante! Hahaha Gosto de investir em shampoos bons, como os da linha da Loreal.

Comprou algum produto (ou produtos) no enxoval que se arrependeu? E o que você comprou que não abriria mão e amou? Vale de tudo, do fútil ao útil! Comprei muitos bicos, todos os modelos e formatos, ela não usou nenhum! Hoje eu vejo o quanto foi melhor, por não passar pelo processo de tirar.  Tinha também um daqueles carrinhos todo cheio de acessórios, mas usei mesmo foi um bem levinho (aquele que abre e fecha semelhante a um guarda-chuva)que comprei para uma viagem, porque ele pode ser levado na bagagem de mão. Foi uma das minhas melhores aquisições! Comprei também uma maquininha de tirar leite elétrica, não serviu para nada! Nunca consegui tirar, apenas com a manual. 

E pra manter a chama do casamento acesa depois dos filhos? Tem algum segredo que pode revelar pra gente? Acho que aí está um dos pontos mais difíceis. Depois de uma rotina cansativa de trabalho, no final do dia você quer se jogar na cama e deu! Pra ajudar a Ana Luísa dorme na minha cama até hoje. Tenho lido muito a respeito, e a questão hormonal influencia muito, principalmente para as usuárias de anticoncepcional, inclusive fiz uns exames recentemente. Ainda assim, tento vencer a rotina aproveitando uma baladinha vez ou outra, ou fazendo programas de namoradinhos, esses normalmente são os mais difíceis, porque sempre levamos nosso “pacote” junto!

De médica e louca toda mãe tem um pouco? Sempre temos nossas teorias, e pra ajudar sempre tem uma tia, avó, prima amiga, que gosta de dar uma opinião. Não sou neurótica. Não tenho essa coisa de esterilizar tudo, cuidar com o brinquedo, não brincar aqui ou ali. Acredito que as crianças precisam de anticorpos, precisam brincar e aproveitar o momento. Sou bem tranquila nada de neuras!

Qual foi a coisa mais absurda que já te falaram sobre maternidade? E quando estava grávida, algum comentário que te tirava do sério? Escutei muito: “Aproveita e dorme agora!”, ficava bem angustiada, sempre adorei dormir e achava que nunca mais ia dormir uma noite inteira. No início realmente foi bem complicado, mas com o tempo você se adapta a nova vida e nada mais é sacrifício. A maternidade tem muito mais coisas boas a oferecer do que coisas ruins. Até hoje a gente escuta muita coisa, absorvo o que acho bom e finjo que não escuto o que acho ruim. 

Complete à vontade, sem dó nem piedade!

Foi uma grávida muito… disposta! (Apesar de sempre enjoada!)

Depois que virei mãe, eu nunca mais… Quis outra coisa!

Nunca me avisaram que… eu seria tão feliz!

Sinto-me culpada quando… Trabalho demais e sobra pouco tempo para ela.

Perco a cabeça quando… ela faz suas reinas, e coisas erradas.

Amo muito quando… Quando acordo com muitos beijinhos!

Mãe vive ocupada, mesmo assim não abro mão de… conversar, entender e brincar.

Antes de ser mãe eu não sabia que eu conseguiria, agora eu vejo, que quando nasce um filho, nasce também uma mae!

Minha maior dificuldade é…. entregar os deveres da escola em dia! (Sorry Prof.) 

Meu maior defeito, como mãe, é…. são tantos, mas sempre tento corrigi-los.

Minha maior qualidade, como mãe, é… querer estar sempre perto. Aprendendo todo o dia. 

Ser mãe é…. Algo lindo, perfeito, é um sentimento único que só quem é sabe. É a melhor coisa que existe! Amo ser Mãe!

Adorei conhecer melhor a Mari, além de linda ela é um amor de pessoa!

Beijinhos e boa semana!

Bia