05maio

A classe das mulheres possíveis

Não é de hoje que eu sou fã de Kate Middleton. Tá certo de que muito dessa imagem pode ser construída por bons marqueteiros, mas a campanha da bicha é tão boa que me convence e comove, #mejulguem.

E como nessa semana não se fala de mais nada além do nascimento da princesa Charlotte Elizabeth Diana, resolvi puxar um assunto inspirado pela realeza.

A duquesa de Cambridge ganhou os corações do povo pela simplicidade que procura demonstrar, desfilando com pecinhas baratéx (tenho até um colar igual ao dela… #agorasouprincesa), dirigindo seu próprio carro uma semana antes de parir e, claro, mostrando que é gente como a gentem ao sair da maternidade exibindo sua barriguinha saliente – pela segunda vez – ao invés de se enclausurar,  aparecendo linda e esbelta semanas depois.

kate-saindo-hospital
Willian, Kate e Charlotte saindo da maternidade

 

Lembram que rolou maior polêmica sobre isso na primeira gravidez de Kate Middleton?

Pelo jeito, são coisas de Kates.

A atriz Kate Winslet meteu um sincerão de tirar o chapéu, após sua última gravidez:

“Existe uma parte bem grande de mim – agora mais do que nunca – que tem um senso de responsabilidade sobre a maneira com que outras mulheres se enxergam. Ter um bebê, por exemplo. Eu estive ativamente numa dieta pra perder o peso da gravidez? Não, não estive. Eu genuinanemte não estive mesmo. Não quero, de verdade, ser uma dessas mulheres ‘oh, uau, ela está de volta a forma em apenas doze semanas’. Quando leio coisas assim eu só penso, “Ah, pelo amor de Deus, isso é absolutamente impossível. Quero manter minha saúde, a minha sanidade, estar bem alimentada e feliz. Meu corpo nunca vai voltar ao que era antes, e eu não esperaria que voltasse depois de três bebês.”

Kate Winslet linda, exibindo sua pele madura.
Kate Winslet linda, exibindo sua pele madura.

E gente, posso falar? É libertador ver que essas mulheres tão influentes, de alguma forma, representam a nossa classe.

A “crasse” das vaidosas sim, escravas da beleza jamais!

A classe das que amam um bom PF e não abrem mão de alguns prazeres da vida.

A classe de quem acredita que ser feliz é ser mais do que ser um pedação de carne perfeito.

A classe que sim, se cuida e busca saúde, mas que busca o possível e respeita seus limites.

A classe das mulheres reais!

 

Esses dias eu li em algum lugar a seguinte frase:

“Não fique triste se você não se parece com a mulher da capa da revista. Nem ela mesma se parece com a mulher da capa da revista.”

Achei a mais pura verdade!

Beijo.

08abr

O Dudu morde?

Eu adoro cachorros, mas acho no mínimo estranho, quando as pessoas comparam crianças com cachorros, teve até um post que gerou certa polêmica sobre o assunto, leia AQUI.

O Dudu e as crianças na idade dele estão na maldita fase da mordida. Volta e meia eu vejo uns coitadinhos com aqueles redondos roxos que, com certeza, foram obras de amiguinhos.

É a chamada fase oral, onde o reflexo mais rápido é morder, já que eles não conseguem se expressar através da linguagem verbal e a linguagem do corpo acaba sendo mais eficaz. Quando a criança morde um amigo, a intenção não é de agredi-lo, mas sim chamar sua atenção ou obter algum objeto de forma rápida. Morder vez ou outra é normal, mas precisamos monitorar a frequência com que isso acontece, porque algumas vezes a criança pode estar enfrentando algum tipo de problema.

Duas mordidas. Esse é o saldo que o Dudu levou até agora. A primeira foi aqui em casa mesmo, ganhou do amiguinho do prédio. Ficou muito chateado e chorava com tom de decepção, com aquele beicinho de dar dó. Já a segunda, ganhou na escolinha, porém essa quase não apareceu a marca, pois a professora falou que ele teve o reflexo rápido e deu um empurrão na amiguinha.

Na hora eu fiquei apavorada, com medo que ele tivesse desenvolvendo uma conduta agressiva com os coleguinhas, e a professora falou que não havia nenhum mal em se defender (ufa! porque eu vibrei por dentro quando ela me contou que ele deu um chega pra lá na canibal mirim do mal  – pensamento primitivo de mãe – #aloka).

Mas lógico que tive a preocupação de que meu filho estivesse mordendo as crianças. Foi aí que eu perguntei pra professora, na mais inocente das frases: O Dudu morde?

Sei que ainda é cedo e provavelmente em alguma hora ele vai botar os dentinhos pra fora.

Logo que eu perguntei pra professora, comecei a rir por dentro, porque a pergunta – e o tom – são exatamente os mesmos que eu usaria para perguntar a uma dona de um labrador, chow chow ou yorkshire…

A resposta da professora:

– Não, ele não morde.

– Ainda bem que ele é mansinho. – Pensei.