16jan

Nome do seu filho: 5 coisas pra pensar ANTES de escolher!

É engraçado como todo mundo pensa junto e acaba escolhendo os mesmos nomes para os bebês, né? Mas isso não é por acaso, na verdade nos inspiramos naquilo que está ao nosso redor: filmes, livros, músicas artistas e por aí vai. 

Na lista dos nomes mais populares de 2016 estão em primeiro lugar Alice e Miguel, outra vez. Sim, esses nomes também estiveram no topo de nomes mais usados em 2015, de acordo com a pesquisa de nomes do Baby Center.

Escolher nome de filho é dureza, minha gente. Um bom começo são os critérios de eliminação:

Não é legal ser o nome do ex, porque imagina a situation (daí você se pergunta porque não namorou apenas Sidscleysons e Whandersons).

Nome DA EX não dá nem pra pensar direito (parece que automaticamente quando alguém fala  dá um tilt na gente).

Ah, o nome daquela colega mala parece que carrega a chatisse nele, melhor não arriscar. (vai que, né?)

Depois de riscar a imensa lista dos nomes que seu filho NÃO teria por infinitas razões (e olha que normalmente ela é grande e sempre tem coisa boa nela, né?), separei algumas dicas e critérios pra te ajudar na hora da escolha:

       Nomes POP TENDÊNCIA TOP FIVE

Pensa como era a sua chamada da escola, tinha sempre uns amigos com o mesmo nome. Nos tempos de hoje, quando chamar Alice umas três vão responder “Presente”, ou quando for escolher o e-mail e…“nome de usuário já existente, sugestão Alice533689”. Nenhum grande problema, eu sei. A não ser que você se importe com isso.

      Jacinto Pinto = Vamos pensar no sobrenome também?

E se o sobrenome for também comum aqui no Brasil, como Silva, Oliveira, Santos? Escolher um nome comum, nesse caso, pode dificultar a vida da pessoinha. Prepare seu filho para ser confundido (SEMPRE), e também a ser conhecido pelo sobrenome “Ô Santos, responde pra mim quem foi Pedro Álvares Cabral?!”.

–       Filosofe, pense no significado do nome

Acho que todo mundo faz isso, mas não custa reforçar (porque né, imagina  o nome que significa “aquele que vive sofrendo”). Então, dá uma olhadinha nos significados dos nomes que você escolheu, esse pode ser um fator decisivo.

      Pode soletrar? A Grafia também é importante

Avalie também a grafia, porque deve ser horrível ter que soletrar o nome toda vez que alguém pergunta. E claro, nos apelidos que poderiam surgir do nome. 

      Teste o nome gritando ele por aí (use com moderação)

Bom, pode parecer estranho, mas funciona. Fizemos em casa uma lista de alguns possíveis nomes, daí comecei a grita-los pela casa “Julieta, vem comer!”, “Antônio, não pode subir na estante menino!”. É engraçado, mas pensa que você vai chamar esse nome por toda uma vida e alguém vai ouvi-lo por toda uma vida também, então você precisa gostar de dizer. Ah! Promete que vai fazer isso só em casa?

No mais, boa sorte e aceita sua escolha porque na adolescência provavelmente seu filho vai reclamar do nome que você escolheu! 😛

Ah, e se quiser acessar a lista dos 100 nomes mais populares de 2016, achei aqui!

 

13out

Adulto tem direito de ser criança!

Acho a diversão uma coisa seríssima.

Tenho pavor de gente que não se permite ser tola, sabe?

Na terapia aprendi que a nossa criança grita forte, dentro da gente, todos os dias. Mas poucas vezes deixamos ela sair.

Ser criança é muito mais do que ter pouca idade.

E cada vez que ela grita alto e sobressai a minha personalidade “adulta”, é no mínimo libertador.

Ontem briguei com meu filho por causa da sobremesa, que resolvemos dividir.

dia-da-crianca

POR QUE COMER TÃO RÁPIDO EDUARDO?

Mas não, não era pra ensinar. Era apenas porque eu queria que sobrasse mais mesmo.

O ensinamento era o discurso politicamente correto, mas tava preocupada mesmo, com aquele chocolate sumindo na velocidade da luz. E com a babaceira compartilhada que estragava a estética da coisa toda. E com a desproporção absurda com que o bolinho e o sorvete eram consumidos. Um verdadeiro desrespeito.

AFINAL, POR QUE DIVIDIR UMA SOBREMESA?

Pô, logo a melhor parte. O macarrão ninguém quer dividir, é cada um com seu prato cheio, comendo na intensidade desejada… competitividade zero! E se quiser repetir, sempre tem!

Por que com a sobremesa não é assim? Quem inventou essa maldita ideia?

Pedir 3 colheres pra um petit gateu deveria ser tão grave e ofensivo quanto falar de boca cheia, ou arrotar à mesa.

Cadê etiqueta nessa hora? Bem que os franceses poderiam ter inventado essa regra, poxa vida.

Andei lendo num desses textos virais da internet (não me pergunte a fonte porque não tenho a mínima ideia), sobre os direitos da criança, e lá no finalzinho alguém (muito feliz) acrescentou que todo adulto tem direito de ser criança.

E pronto!

Ontem, dia 12/10/16, após o barraco das colheres pelo petit gateu, foi o máximo. Comuniquei à minha família e registrei devidamente no meu instagram @beatrizmendes que não irei mais dividir sobremesa. Afinal, é um direito meu. Mal educado, eu sei. Mas ainda assim um direito.

Meu padrasto dizia que a gente só deveria confiar em velhos e crianças, porque eles soltam os maiores sincerões da vida.

Prefiro acreditar então, que tô deixando a minha criança falar mais alto, do que me considerar uma idosa de 30 (embora esteja no meio do caminho entre os dois, a criança é a minha escolha, ué!).

Assumir quem a gente realmente é, sem firulas, e no fim das contas se divertir às custas disso, é exercer o melhor da criança que há em nós.

Feliz dia da criança!

(atrasado, porque bom mesmo é ser um pouco criança todo dia).

13set

Ser mãe é rir da própria cara!

 

Sanidade.

Mantê-la, depois que a gente vira mãe, pode ser tão simples quanto assoviar e chupar cana.

É, minha amiga. Eu digo e repito: ser mãe é bom, mas é roça!

Natureza sábia que só, até deixa a gente mais esquecida e avoada pra não despirocar de vez (leia sobre momnesia aqui!).

O jeito então, é mesmo aprender a tirar sarro das situações desconfortáveis que toda mãe (toooooooda mãe) passa.

E rir da sua própria cara (sempre, porque se você não rir, outro fará.. haha)

Juntei minha (des)experiência materna com o talento da irmã desenhista, boas risadas e paguei em cerveja.

O resultado vocês podem ver aqui.

gestante-frase-divertida gravida-humor look-do-dia-de-mae humor-dia-a-dia-mae humor-gestante maternidade-mae-humor

E pra finalizar, uma pequena definição sobre MOMNESIA que tomei a liberdade de criar:

momnesia-foto

Porque se divertir ainda é o melhor remédio!

 

 

 

 

 

18abr

II Seminário Internacional de Mães

 

Seminário internacional de mães

Ser mãe é não saber.

Ao mesmo tempo em que não existe uma fórmula mágica, entre uma conversa e outra, entre um artigo e outro, sempre aprendo alguma coisa que interfere na minha visão sobre a maternidade. E sim, ela vive em constante mudança.

A minha mãe foi criada pra ser dona de casa. Já eu, fui criada pra ser dona da minha própria vida e não depender de ninguém. Pelo menos era isso que meus pais tentavam ensinar, ainda que a realidade deles não refletisse suas palavras.

Ela era dona de casa, ele provedor.

E dentro desses dois modelos antagônicos de criação que eu tive: teoria versus prática, associado às minhas experiências e à criação do meu marido, eu vivo tentando construir a mais sensata (ou menos louca) personalidade materna.

Talvez, se eu não tivesse buscado me conhecer melhor, fuçando o fundo do baú mesmo, com terapia, leitura, conversa e, principalmente, com troca de experiências com todo tipo de gente, eu não estaria seguindo o mesmo curso.

Se é o jeito certo? Não sei dizer. E arrisco dizer que ninguém sabe. Essa nova figura de mulher e mãe ainda é um ponto de interrogação gigante pra mim.

Ser mãe é não saber.

Mas ser mãe é, definitivamente, buscar o saber, a todo tempo.

 

Cheia de vontade, quero convidar vocês a participarem comigo do II Seminário Internacional de Mães, que tem como principal reflexão o tema: Que mãe você quer ser?

Aprender a ser mãe e reaprender a ser mulher; educação; impacto dos filhos sobre a psique feminina, e alimentação estão dentre os principais assuntos que serão abordados no evento. As palestrantes são maravilhosas, entre as minhas preferidas: Cris Guerra e Laura Gutman, do livro “A maternidade e o encontro com a própria sombra”.

 

O evento será em Belo Horizonte, no dia 04 de junho. Eu vou estar lá assistindo todas as palestras e quero encontrar vocês!

Os ingressos já estão no quarto lote, mas quem quiser participar, tenho um cupom de desconto de 20% no valor total, basta acessar este link e usar o código “agorasoumae20” no momento do pagamento!

Para mais informações, acesse AQUI!

 

Espero vocês lá.

Beijos, Bia!

29mar

Novas calças da Agora Sou Mãe!

Oii!!

A Loja online da Agora Sou Mãe vai ficar cheia, cheinha de novidades daqui pra frente!

O primeiro produto que quero apresentar pra vocês é a nossa calça Comfy, em plush ou jeans de moletom! Uma calça pra gestantes – e não gestantes também! Democracia é tudo nessa vida! hehe.

Sabe aquela roupa confortável feito um pijama, mas ideal pra qualquer passeio?

A calça perfeita pra receber na maternidade ou em casa, pra fazer uma pequena caminhada, ir ao shopping, trabalhar ou ir ao almoço de domingo.. pra usar muito durante a gravidez e, principalmente, depois. (e eu me imagino fazendo todas essas coisas ao criar cada produto nosso! hehe)

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Deve ser por isso que quando eu começo a desenvolver uma peça pra marca, a primeira coisa que eu penso é: aonde ela pode ser usada?

Precisa ser básica, atemporal e confortável. Ah, e logicamente servir em uma gestante, durante toda a gravidez e além dela. A modelagem que se adapta a todas as fases da mulher é uma preocupação constante. Ninguém merece roupa descartável, concorda? Por isso os nossos tecidos também são escolhidos a dedo, sempre os melhores do mercado, pra durar mesmo.

Tudo isso soa como papinho de vendedora (e de certa forma é, né? ;P), mas também a mais pura verdade. Juro!

O problema é que eu amo tanto tudo, que sou até suspeita pra falar!

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Gostaram chiquitas?

Pra comprar, ou dar aquela espiada “sem compromisso” (como ODEIO quem usa esse termo, haha) é só clicar nos links abaixo:

Calça Comfy Plush Mescla Creme

Calça Comfy Plush Preta

Calça Comfy Jeans de Moletom

Beijos e até mais!

Bia

 

 

 

09fev

Como seria sua biografia?

Ilhada pelo trânsito, paro no shopping e vou direto pro cinema. Sozinha.
Um luxo em tempos de maternidade e casamento, arrisco dizer.

Joy era o nome do filme. E a alegria foi toda minha que, feito pinto no lixo, dediquei aquele tempo SÓ pra mim. Um tempo que me foi imposto, que eu não escolhi. O que me tiraria qualquer parcela de culpa, se isso fizesse meu tipo.

Um filme que dificilmente assistiríamos a dois. Não faz muito o gosto dele, o que me deu uma sensação de liberdade ainda maior. E de autossuficiência. Momento eu me basto, eu me amo! rs..

Não sei bem porque, mas eu me senti fo-da! Ir ao cinema sozinha exerce algum encanto sobre mim. É uma das coisas que eu mais amo fazer ao desfrutar da minha humilde companhia. Mexe com meu ego. Sim, louca. Eu sei (mas foda, no meu eu!).

Ah, o fime! Uma inspiradora história real.
Conta a trajetória pessoal e profissional de Joy Mangano (Jennifer Lawrence abusou nesse papel!) a inventora do Miracle Mop.

joy-o-filme

Problemas de família, dificuldades financeiras, maternidade, casamento, nada disso fez com que ela deixasse de acreditar em seu sonho.

Em um trecho do filme, Joy teve que abrir mão de seus projetos pessoais para se dedicar à familia. Normal, né? Talvez como em alguns trechos da nossa vida. Mas a expressão usada ali foi “Dreams on hold”. Ou seja, ela sabia que se tratava de uma fase, que seus sonhos estavam em modo de espera.

Uma vez meu padrasto escreveu que casamento não pode ser um sonífero, um escape impedindo que seus sonhos pessoais se realizem. Eu ainda não era mãe, mas acho que na maternidade também funciona assim.

Viver exclusivamente pros outros é nobre e eu admiro muito. Conheço pessoas que o fazem muito bem e tem nisso sua realização pessoal. Se é pra mim? Penso que não.

Sobre a receita do sucesso de Joy? Eu resumiria em duas palavras: acreditar e insistir. (e insistir).