29mar

Novas calças da Agora Sou Mãe!

Oii!!

A Loja online da Agora Sou Mãe vai ficar cheia, cheinha de novidades daqui pra frente!

O primeiro produto que quero apresentar pra vocês é a nossa calça Comfy, em plush ou jeans de moletom! Uma calça pra gestantes – e não gestantes também! Democracia é tudo nessa vida! hehe.

Sabe aquela roupa confortável feito um pijama, mas ideal pra qualquer passeio?

A calça perfeita pra receber na maternidade ou em casa, pra fazer uma pequena caminhada, ir ao shopping, trabalhar ou ir ao almoço de domingo.. pra usar muito durante a gravidez e, principalmente, depois. (e eu me imagino fazendo todas essas coisas ao criar cada produto nosso! hehe)

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Deve ser por isso que quando eu começo a desenvolver uma peça pra marca, a primeira coisa que eu penso é: aonde ela pode ser usada?

Precisa ser básica, atemporal e confortável. Ah, e logicamente servir em uma gestante, durante toda a gravidez e além dela. A modelagem que se adapta a todas as fases da mulher é uma preocupação constante. Ninguém merece roupa descartável, concorda? Por isso os nossos tecidos também são escolhidos a dedo, sempre os melhores do mercado, pra durar mesmo.

Tudo isso soa como papinho de vendedora (e de certa forma é, né? ;P), mas também a mais pura verdade. Juro!

O problema é que eu amo tanto tudo, que sou até suspeita pra falar!

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Gostaram chiquitas?

Pra comprar, ou dar aquela espiada “sem compromisso” (como ODEIO quem usa esse termo, haha) é só clicar nos links abaixo:

Calça Comfy Plush Mescla Creme

Calça Comfy Plush Preta

Calça Comfy Jeans de Moletom

Beijos e até mais!

Bia

 

 

 

09fev

Como seria sua biografia?

Ilhada pelo trânsito, paro no shopping e vou direto pro cinema. Sozinha.
Um luxo em tempos de maternidade e casamento, arrisco dizer.

Joy era o nome do filme. E a alegria foi toda minha que, feito pinto no lixo, dediquei aquele tempo SÓ pra mim. Um tempo que me foi imposto, que eu não escolhi. O que me tiraria qualquer parcela de culpa, se isso fizesse meu tipo.

Um filme que dificilmente assistiríamos a dois. Não faz muito o gosto dele, o que me deu uma sensação de liberdade ainda maior. E de autossuficiência. Momento eu me basto, eu me amo! rs..

Não sei bem porque, mas eu me senti fo-da! Ir ao cinema sozinha exerce algum encanto sobre mim. É uma das coisas que eu mais amo fazer ao desfrutar da minha humilde companhia. Mexe com meu ego. Sim, louca. Eu sei (mas foda, no meu eu!).

Ah, o fime! Uma inspiradora história real.
Conta a trajetória pessoal e profissional de Joy Mangano (Jennifer Lawrence abusou nesse papel!) a inventora do Miracle Mop.

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Problemas de família, dificuldades financeiras, maternidade, casamento, nada disso fez com que ela deixasse de acreditar em seu sonho.

Em um trecho do filme, Joy teve que abrir mão de seus projetos pessoais para se dedicar à familia. Normal, né? Talvez como em alguns trechos da nossa vida. Mas a expressão usada ali foi “Dreams on hold”. Ou seja, ela sabia que se tratava de uma fase, que seus sonhos estavam em modo de espera.

Uma vez meu padrasto escreveu que casamento não pode ser um sonífero, um escape impedindo que seus sonhos pessoais se realizem. Eu ainda não era mãe, mas acho que na maternidade também funciona assim.

Viver exclusivamente pros outros é nobre e eu admiro muito. Conheço pessoas que o fazem muito bem e tem nisso sua realização pessoal. Se é pra mim? Penso que não.

Sobre a receita do sucesso de Joy? Eu resumiria em duas palavras: acreditar e insistir. (e insistir).

14abr

Boyhood e um passeio pelos meus medos

Ah, como é difícil ser mulher! (leia com suspiros ao fundo)

Eu sei que não disse qualquer novidade. Muito menos tenho a intenção de entrar no assunto desigualdade entre sexos por aqui. Tenho preguiça de discutir certas coisas.

Apenas vou falar de mim. Do que vivo e do que sinto, usando um dos filmes mais bonitos que já vi como âncora desse texto.

Provavelmente você já viu ou ouviu falar em Boyhood – Da Infância à Juventude, que estreou final do ano passado por aqui. O filme, gravado em 12 anos com o mesmo elenco principal, acompanha a vida de um menino comum, dos 5 aos 18 anos de idade.

Eu só consegui assistir na última semana, dentro do avião, com meu marido e nosso filho de quase 4 anos, ansioso para chegar na Disney.

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O tímido menino Mason é o personagem principal do filme. Lembrou fisicamente o meu filho, um ano mais novo que ele no início da trama, que naquele momento usava um par de fones de ouvido e assistia a um filme infantil do seu interesse, com os dedos entrelaçados aos meus e calmamente acomodado em seu assento. Pouco menos de um ano atrás, não assistiria nada por mais de 20 minutos, muito menos usaria fones de ouvido, sequer estaria quieto em uma poltrona de avião.

Não poderia existir melhor momento pra acompanhar as transformações reais, amadurecimento e as nuances da personalidade de Mason ao longo de 12 anos. Era quase que como uma amostra grátis pra mim.

Não foi só a história de Mason que me emocionou. Sua mãe Olivia, perfeitamente interpretada por Patricia Arquette (protagonista na minha percepção), trouxe vida às minhas maiores preocupações e também aos meus medos, relacionados à maternidade ou não.

As escolhas de Olivia para proporcionar uma vida melhor aos seus filhos, as coisas que ela precisou abrir mão, o desafio de educar, no caso dela sozinha e divorciada, a perda da dependência natural dos filhos que crescem, a síndrome do ninho vazio, o envelhecimento, as mudanças do corpo e como o tempo pode ser mais cruel com as mulheres, a solidão.

Quando não me via em Olivia, via minha mãe, ou via outras mulheres que passam por tantas dificuldades e, ainda assim, têm garra e disposição criar e apreciar as coisas boas da vida.

A beleza de momentos únicos e passageiros, mostrados na simplicidade do cotidiano, tornou tudo tão real que nem parece um filme. Parece uma vida.

A quem não viu, não sabe o que tá perdendo.

Beijoca.

Post publicado originalmente na minha coluna na Revista Donna. 

19mar

Sobre maternidade e o encontro com a própria sombra

por Juliana Baron

 

Estou lendo o livro “A maternidade e o encontro com a própria sombra” da Laura Gutman, e estou adorando. Talvez você já tenha ouvido falar (bem ou mal) dele ou você não tenha gostado muito da leitura – e te entendo completamente -, mas como eu comungo demais com a posição da autora e como acho que vale a reflexão, hoje quis vir falar um pouco sobre ele.

De forma bem resumida, Laura afirma em seu livro, que a maternidade, além de ser um momento maravilhoso, revela a sombra da mãe (entenda por sombra a parte escura do mundo psíquico e espiritual) e que o bebê sente como se fossem todos os seus sentimentos, os da mãe, sobretudo, aqueles dos quais não tem consciência. A autora, ao longo da obra, explica e exemplifica essas afirmações e fala sobre como essas manifestações, que refletem a sombra da mãe, podem servir para o seu crescimento pessoal.

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Disse no início que entendo quem não gostou do livro, porque sei que ouvir sobre o vinculo e a responsabilidade direta que temos sobre nossos filhos, não é mesmo tão sonoro assim. Compreender e aceitar que choros, cólicas e incomodações, por exemplo, têm ligação direta com a maneira como nós mães nos tratamos e nos sentimos, pesa e pode causar muitos incômodos internos. Não, não estou trazendo à tona aquele clichê de que “a culpa é sempre da mãe” porque sempre fujo dessa piada sem graça e detesto quando usam o termo “culpa”. Quer vincular o cuidado de uma mãe ao comportamento do filho? Fale em responsabilidade.

Ok, mas por que afirmo que as colocações de Laura me agradam? Porque por experiência própria, sei que a maternidade releva as nossas próprias sombras e depois de algum tempo de análise, me foi revelada a via mais do que direta entre o que eu vivo e como meu filho se apresenta. Imaginamos que iremos engravidar, que tudo serão flores e que os únicos contratempos serão os físicos, como excesso de peso, enjoos e azia. Só que não. Parece que a partir do momento em que nos descobrimos grávidas, nos enchemos de dúvidas e emoções desconhecidas, contraditórias. É como se a poeira das nossas inquietações, que Laura diz que seriam todas nossas misérias, alegrias, inseguranças e situações que precisam ser resolvidas, fosse assoprada para fora do nosso tapete psíquico. Muitas vezes, até escolhemos não vê-la, afinal estamos ocupadas demais com os preparativos e as listas, mas então o bebê nasce e a poeira continua por ali. E se escolhemos não vê-la, as inquietações se apresentam através de sintomas comuns. É o leite que não desce, o bebê que só chora, uma tristeza que toma conta…

Entendo que não é fácil falarmos sobre caos interno, crise de identidade e desestruturação espiritual durante um dos momentos mais bonitos na vida de uma mulher, mas tenho para mim que há beleza em toda essa impermanência e que se nos déssemos mais atenção durante esse período, sairíamos muito mais fortes dele. Criaríamos filhos mais saudáveis psiquicamente, mais disponíveis para a vida e muito mais independentes. Também entendo que talvez a gravidez não seja o melhor momento para que todas as mulheres reflitam sobre suas pendências emocionais ou vasculhem seus alicerces psíquicos. Sei que algumas possuem questões mais práticas a serem resolvidas, como o relacionamento com o pai daquele filho, por exemplo, mas acredito, de verdade, que a gestação vai muito além de passar creme na barriga, fazer um book bacana ou pensar na decoração do quarto, e se pudermos e estivermos dispostas a mergulhar para dentro de nós mesmas, sairemos dela muito mais íntegras e evoluídas.

Enfim, para quem não conhece o livro e para quem gosta de questionar suas crenças empoeiradas, fica a indicação.

Como essa semana completo 38 semanas de gestação, talvez não apareça no próximo mês, mas assim que eu me organizar na nova rotina, entre uma mamada e outra e entre uma reflexão e outra, espero aparecer por aqui.

Beijos, Juliana Baron

(Não entrei muito na questão da figura paterna porque só posso falar por mim, que sou mãe, e o livro foca no que Laura chama de fusão emocional bebê-mãe).
Juliana Baron é um milhão de mulheres em uma só e isso, às vezes, gera uma confusão absurda (por isso, tanta terapia) e, consequentemente, muito assunto para escrever. É apaixonada pelo universo feminino e pretende trabalhar com ele assim que se formar em Psicologia. É mãe do João e está grávida de mais um menino, mas jura que vive uma vida para além da maternidade. É coach, gosta de ler, de escrever, de organizar armários, de colecionar coisas e de relembrar a infância.

11fev

Querer não é poder, mamãe!

por Juliana Baron

 

Se você costuma ler textos sobre maternidade, já deve estar cansada do papinho de que vivemos nos equilibrando entre todos os nossos papéis como mulher e já deve ter lido muitas dicas ou promessas milagrosas de aproveitamento eficaz do seu tempo. Porém, hoje resolvi fazer o papel de advogada do diabo e vim lhe dizer, como coach, como mãe, como leitora voraz de livros nesse sentido e como alguém que recebe todos os dias alguns pedidos de ‘”ajuda” de quem se diz precisado de luz, que você nunca irá conseguir dar conta de tudo o que você deseja fazer, num período de 24 horas. I´m sorry.

Juro que não quero ser pessimista e nem estragar o seu início promissor de ano.

Imagino que você estivesse cheia de esperança de que em 2015 zeraria sua lista de pendências e conseguiria terminar o ano com a bunda dura, com um casamento feliz, com filhos bem educados, fluentes em inglês e exímios nadadores, com a conta do banco bem gorda de comissões e com a tão sonhada graduação no curso de culinária fitness. Só que eu preciso lhe dizer que não vai rolar. Sabe por quê? Porque o problema não é a quantidade de tempo que lhe é dada todos os dias. A impossibilidade se dá, em decorrência da quantidade de coisas que você quer fazer.

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Agora você pode estar aí dizendo para si mesma que dá conta sim da missão, que nem são assim tantas atividades, mas esse é o momento de reconhecer que nem sempre, querer é poder, mãe!

Penso eu que você é capaz de fazer qualquer coisa, mas não tudo ao mesmo tempo. Vai dizer que você nunca esqueceu um pouco do casamento por conta do cansaço, ou trabalhou pelo celular enquanto fingia brincar com o filho, ou pediu pizza para o jantar porque na hora que esteve disponível, preferiu ir à drenagem ao invés do supermercado?

Garanto que assim como eu, você também acha, quase sempre, que poderia estar fazendo mais e melhor. Pois é, “alguém” inventou que mães são super mulheres e que tem super poderes. Aí nós, que adoramos sentir uma culpa e expandir nosso dom materno a tudo que nos cerca, abraçamos a causa e agora nos debatemos tentando encontrar uma solução para esse encaixe impossível.

E hoje eu vim dar essa solução? Claro que não!

Aliás, se você tiver, me conta, por favor. Hoje eu só vim dizer para você que tudo bem chegar ao verão que vem com a bunda mole, meio de bico com o marido, com um filho que tem medo de piscina e não tão ryca e phyna como gostaria. Porque existem motivos mais do que justificáveis para você não conseguir riscar todos os itens da(s) sua(s) lista(s).

Primeiro: você é humana e só tem 24 horas por dia.

Segundo: a maioria desses compromissos não é tão importante como você acredita que é.

Terceiro: você “perderá” muito tempo do seu ano, brincando com o seu filho, descansando as pernas, jogando conversa fora com o marido, enfim, vivendo para além das expectativas supervalorizadas que criou para si mesma. E não adianta culpar a sociedade ou a irritante da Gisele Bündchen, porque somos nós quem permitimos essa cobrança exacerbada.

Ok, sei que falei mal de dicas no início do texto, mas quero terminar esse post dizendo para você que uma possível “solução” é exercitar o poder de escolha das verdadeiras prioridades na sua vida. O texto teve um tom de brincadeira, mas é legal manter uma rotina de exercícios, namorar o marido, economizar, trabalhar, matricular o filho no inglês ou na natação.

A ideia é que nada vire um esforço excessivo ou um motivo para você se culpar ou se punir. Também não caia nessas promessas de aproveitamento de tempo feitas, muitas vezes, por pessoas que nem mães são. Nada contra, sem julgamentos, mas acredito que só quando temos filhos entendemos de verdade a dificuldade de aplicar teorias na prática, de conciliar resultados com amor.

Dá para se organizar de uma forma melhor? Dá! É importante traçar uma rotina e metas para otimizar o seu tempo? Muito! Mas cada uma sabe melhor do que ninguém o que lhe é fundamental ou prioridade.

Então, relaxe, mãe. Faça o que estiver ao seu alcance e o mais importante, aproveite cada instante da vida do seu filho, porque essa é uma meta insubstituível com um prazo imperdoável.

*****

Juliana Baron é um milhão de mulheres em uma só e isso, às vezes, gera uma confusão absurda (por isso, tanta terapia) e, consequentemente, muito assunto para escrever. É apaixonada pelo universo feminino e pretende trabalhar com ele assim que se formar em Psicologia. É mãe do João e está grávida de mais um menino, mas jura que vive uma vida para além da maternidade. É coach, gosta de ler, de escrever, de organizar armários, de colecionar coisas e de relembrar a infância.

Você também me encontra em Blogpsicologando.com

 

14dez

Ou tudo ou nada! Tem problema ser assim?

Você também é daquelas que prefere nem começar algo que sabe que não vai terminar logo?

“Ah, se não vou terminar tudo, eu nem começo. Tenho horror a coisa feita pela metade.”

E assim acumulam-se milhares de fotos sem serventia no meu celular, gavetas e prateleiras bagunçadas, pilhas de roupas, etc.

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“Afinal, se não vou conseguir arrumar todo o armário ou perder uma tarde toda apagando fotos, prefiro esperar quando tiver tempo pra isso! Esse negócio de grão em grão a galinha enche o papo não cola aqui não.”

Mesmo com a natureza desorganizada, bagunça é algo que me deixa extremamente irritada. Não consigo trabalhar e pensar direito no meio da bagunça, mas ela sempre aparece e me tira do sério. Daí baixa a Maria e lá vai a louca perder maior tempão apagando incêndio. Era sempre assim. Inclusive os termos entre aspas eram as minhas falas.

Nunca tinha visto como um grande defeito essa minha mania de “tudo ou nada” – que aliás funciona(va) pra quase tudo na minha vida. Até este post no blog, por exemplo, sabia que iria terminá-lo numa só sentada.

Até entender na terapia o quanto isso influencia em vários aspectos que me incomodam sobre a minha personalidade. A minha dificuldade não é exatamente em organizar, mas sim em manter as coisas organizadas. O negócio é não deixar acumular…

Essa forma dicotômica de pensar (tudo ou nada!) ensina nossa mente a agir assim diante dos problemas, além de criar uma aversão às atividades que a gente costuma acumular, e por isso acaba acumulando mais e mais. É quase um efeito bola de neve. Isso interfere diretamente nas ações de longo prazo, como por exemplo, emagrecer. Ou então uma atividade complexa, como organizar toda a casa para o ano que vem.

Sem falar que, com a maternidade é quase impossível fazer qualquer coisa sem interrupções, né?! Socorro.

Mas como melhorar?

Eu sou testemunha de que é possível melhorar, e muito. Ao longo desse ano mudei pequenas atitudes que fizeram diferença. A organização da minha casa foi o maior exemplo. Claro que chega nessa época do ano e as coisas estão mais bagunçadinhas. Mas ao começar a limpa pro ano que vem (ritual que eu faço antes da virada de cada ano), percebi que a coisa tá bem mais suave do que ano passado.

Eu consegui melhorar com um exercício proposto em terapia. O desafio era pegar uma atividade que eu tinha o hábito de procrastinar e realizá-la em doses homeopáticas. Escolhi arrumar meu guarda-roupas dividindo por setores por dia. Nos primeiros dias fiquei me coçando pra não burlar a regra, queria arrumar tudo de uma vez. Depois de 10 dias ele estava arrumadinho, e eu perdi menos de 10 minutos cada vez que eu mexia nele.

Além de não sentir, inconscientemente comecei a não deixar acumular, porque aquele sentimento de abuso foi se quebrando aos poucos. Esse exercício é uma forma de “burlar” a nossa mente, ensinando a ela que algumas coisas são melhores quando feitas aos poucos, sem precisar deixar pra depois.

E assim a coisa vai se expandindo pros outros níveis da vida.. hehe #agorasoufilósofa. Claro que ainda tenho muito desse “tudo ou nada” em mim, e sei que muito é da minha personalidade mesmo. Mas conseguir mudar e arrumar pequenas coisinhas não fez nenhum mal, muito pelo contrário, foi uma baita ajuda!

E esse foi o papo cabeça de hoje! Pode não servir pra todo mundo, mas foi tão bom pra mim que quis compartilhar com vocês nesse embalo de ano novo vida nova!

E vale lembrar que a verdadeira mudança acontece quando é de dentro pra fora! E normalmente não é do dia pra noite. (outro desafio pra quem quer as coisas sempre pra ontem! ui.)

 

Beijão e ótima semana!