27nov

Gato por lebre? Não troque a receita do seu médico

Oi gente!

Quem me acompanha já deve ter percebido que o blog vestiu a camisa da campanha nacional “Respeite sua Receita”, cujo objetivo é conscientizar os pais sobre os riscos do uso indiscriminado de medicação, principalmente antibióticos, e da importância de seguir as orientações da receita médica.

Acontece que, muitas vezes por distração ou falta de conhecimento, a receita médica pode ser trocada na hora da compra do medicamento.

Olha essa cena:

O atendente te oferece um produto “quase igual” ao que o médico receitou e alega ter o mesmo efeito. Essa diferença normalmente pode ser na dosagem ou até na composição da medicação. E mesmo que existam trocas autorizadas pelo governo e que podem ser feitas somente pelo farmacêutico responsável da loja, ela muitas vezes acontece por vários motivos, entre eles, pela diferença de preço.

Embora estranha, essa prática infelizmente é comum, eu mesma já presenciei algumas vezes, e provavelmente tu também já.

Somente o médico que conhece o histórico do teu filho pode assegurar qual o melhor medicamento e dosagem pra ele. Nós precisamos ficar atentas e garantir que o tratamento será feito corretamente.

Sei que estamos batendo firme nessa tecla e que nem combina comigo falar tão sério, mas não tinha como ser diferente, com saúde não se brinca! Seguir à risca a receita do médico da sua confiança é a forma mais segura de tratar o seu filho e evitar problemas futuros.

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01out

Com antibiótico não se brinca!

A famosa consulta médica com a vizinha: quem não fez, pelo menos conhece alguém que tenha feito.

“Fulaninho tá doente, com os mesmos sintomas do Ciclaninho. Eles têm quase a mesma idade e tamanho. Deve ser a mesma coisa, vou poupar minha ida ao médico, passar na farmácia e repetir o tratamento, certo?”

Errado! E se esse tratamento for com antibiótico, o risco é ainda maior.

O uso indiscriminado de antibióticos pode aumentar a resistência das bactérias, fazendo com que modifiquem e se fortaleçam, o que pode colocar em risco a eficiência do medicamento.

O histórico de cada criança é o que vai determinar o tratamento adequado e não existe prescrição coletiva para antibiótico. O tratamento deve ser usado apenas para infecções geradas por bactérias. Em caso de infecções virais, ele é ineficaz.

Além disso, as doses e intervalos da medicação devem ser cumpridas, podendo influenciar na multiplicação das bactérias. Claro que 15 minutinhos a mais ou a menos não causam nenhum grande problema, mas bom senso é essencial nessas horas!

Sempre consulte seu médico antes de medicar, siga as orientações e respeite a sua receita!

Antibiótico é coisa séria, de verdade!

Aproveita para assistir ao recado que a apresentadora Astrid Fontenelle e o infectologista Edmilson Migowski têm pra gente! 

 

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