19jun

Endometriose X disfunção sexual: o que tem a ver o útero com a calça?

O corpo da mulher ainda é um mistério sendo descoberto aos poucos. O prazer feminino, por exemplo, só começou a ser discutido depois da década de 70.

 

O que fazer com os sintomas da endometriose? 

Pasmem minha gente, mas tem gente descobrindo o clítoris agora, em 2017!

Tá, mas o que a endometriose tem a ver com isso?

De acordo com o estudo feito pela Dra. Flávia Fairbanks mulheres com endometriose têm mais que o dobro de disfunções sexuais em relação àquelas que não têm a doença.

Isso pode ser revelador pra muita gente. E com a revelação vem a dúvida: o que é endometriose?

O endométrio é o tecido que reveste a parte interna do útero e que todo mês fica mais espesso. É nesse tecidinho bendito que o óvulo fecundado se instala e começa a gravidez.

Se não tem gravidez, é o endométrio que descama e pra alegria de algumas e a tristeza de outras, a menstruação desce.

Daí que em algumas mulheres acontece um refluxo da menstruação, escapando um pouco pelas trompas. Então, células parecidas com o endométrio, começam a acumular fora da cavidade uterina.

 

O que é endometriose?

Gente, essa doença atinge tantas mulheres que precisamos muito dessas pesquisas.

Alguns sintomas que você pode observar no seu corpo são: cólica menstrual fora do período da menstruação (no meio do ciclo ou durante todo o ciclo), dor nas relações sexuais, principalmente descritas na profundidade, infertilidade e alterações do ritmo intestinal e da urina na época da menstruação.

Imagina como fica a vida sexual de uma mulher com esses desconfortos todos? Um horror, claro.

Por isso que é importante a pesquisa sobre a doença. Sempre que se pesquisa sobre algum assunto os avanços no diagnóstico e no tratamento são imensos. Então, obrigada a Dra. Flávia Fairbanks por avançar nesse assunto que pode ser mais um passo para tratar esse transtorno que aflige milhares de mulheres.

A pesquisa da Dra. Flávia, ginecologista do Hospital das Clínicas da USP, estima que 10% da população feminina apresentam essa doença e, quando são estudadas populações específicas de mulheres com dor pélvica ou infertilidade, a prevalência pode atingir até 47% dos casos.

Como ficar grávida com endometriose?

É possível diagnosticar a endometriose através de alguns exames como: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética. Entre outros exames complementares que podem ser pedidos também.

Mesmo sendo uma doença benigna, ainda não se sabe a causa da doença, por isso também não existem informações para preveni-la.

Descobri pelo site gineco.com.br que existem dois tipos de tratamento.

1- Tratamento cirúrgico por laparoscopia:

Dessa forma, a endometriose é removida e em alguns casos, é possível eliminar só os focos da doença ou as complicações que ela traz – como cistos, por exemplo.

2- Tratamento com medicamentos:

A alopatia é extensa então existem diversos medicamentos disponíveis para tratar a endometriose. No site também diz que é possível reduzir os sintomas utilizando o DIU com levonorgestrel.

Quem tem endometriose e quer engravidar, saiba que é possível. Converse com o seu médico. =)

 

É importante também saber que ainda não existe cura para a endometriose. Os tratamentos aliviam as dores e amenizam os sintomas todos.

O que as mulheres podem fazer para manter a saúde em dia é consultar regularmente o ginecologista.

Não sofra sozinha, mesmo ainda não tendo uma cura, os sintomas podem ser aliviados, as dores todas podem ser amenizadas e a vida sexual reativada!

 

10mar

Veja o que rolou na semana da mulher!

Tem acontecido tanta coisa nesse mundão de meu deus que tá difícil acompanhar tudo.

 

Chega mais pra saber das últimas!

 

Victoria Beckham incentiva mães a trabalharem

 

A estilista e ex-spice girl tem quatro filhos minha gente, QUATRO (e eu aqui com unzinho e rebolando). Ela trabalha bastante e incentiva as mães a trabalharem e a dar esse exemplo aos filhos. (me identifico!) Se quiser ler a matéria toda tá aqui.

 

Teste comprova e capacidade multitarefa das mulheres

 

Olha, essa pesquisa científica que o Fantástico mostrou nós já sabemos faz tempo (né, não?). Mulheres de fato conseguem fazer mais coisas ao mesmo tempo, nosso dia tem mais que 24h com certeza (rs). Assista o vídeo da matéria aqui.

 

Saúde mental na maternidade

 

Esse texto é bem naquele estilo “seja a mulher da sua vida”. Ainda no clima do dia das mulheres, essa reflexão é importante para nossa saúde mental e também para a saúde dos nossos filhos. Leia mais aqui.

 

Supernanny responde as dúvidas mais frequentes dos pais

 

As vezes eu queria que a Supernanny fosse tipo a Mary Poppins e aparecesse em casa naqueles momentinhos mais difíceis. Toca aqui se você tá comigo nessa! Podemos ver um vídeo dela com dicas aqui. (Mas já vou dizendo, educar filho dos outros é sempre moleza, quero ver com os dela! haha).

 

Mulheres grávidas podem engravidar?

 

Ainda bem que não aconteceu comigo! (hahahaha) Uma coisa de cada vez, né? Por mais absurdo que possa parecer, a ciência descobriu que algumas mulheres podem ovular durante a gravidez. (chocada) Lê aqui ó.

 

Mulher de Gustavo Lima grávida

 

Lindona na foto, com aquele look comfy que a gente ama, pra fechar o resumão! Olha a modelo aqui.

Na ASM você encontra peças assim, versáteis, práticas e confortáveis.

Confere lá e conta pra gente!

 

14jul

O inverno e a gripe

Ah, o inverno! Como eu gosto dele. Vinho, foundue, pijamão e coberta no sofá o dia todo! Saidinhas românticas, séries em dia. Ah, isso tudo é tão bom!

Peraí, tem algo faltando nesse treco (e muita coisa “sobrando” no parágrafo acima). Voltemos então ao mundo real.

Xixi na cama, nariz ranhento, alergias, calça curta, blusa curta, todo dia uma nova “peste”. É gripe pra lá, resfriado pra cá! Xô, urucubaca.

Dudu-gripado

Êta inverno. Pensando bem, vai demorar muito pra ir embora?

Verdade seja dita: o in-verno pode ser um in-ferno. Pelo menos pra quem tem filhos pequenos.

Volta e meia o Dudu tem aqueles ataques de tosse, nariz entupido. E já viu como sempre piora à noite? Essa semana mesmo, tá todo mundo bichado aqui em casa, inclusive ele (mesmo com a vacina da gripe e cuidados em dia)!

Como prevenção, tento redobrar os cuidados com alimentação e higiene nessa época. Dou bastante vitamina C (principalmente em forma de morango, laranja e limão), e aquela boa e velha recomendação de lavar sempre as mãos e evitar lugares fechados.

Mas escrevo esse post pra contar uma novidade pra vocês: o Benegrip lançou uma versão pediátrica, o Benegrip Multi, que pode ser utilizado a partir dos 2 anos e tem paracetamol como o analgésico e antitérmico, ativo indicado pelo Ministério da Saúde em casos de suspeita de dengue, zika e chikungunya*.

É um antigripal líquido sabor frutas vermelhas, o que facilita já que as crianças tem dificuldade para engolir comprimidos.

Além disso, ele age em todos os sintomas: dor, febre e nariz entupido (em um só produto). Um alívio!

Ah, Sempre leia a bula e consulte seu pediatra!

post-patrocinado

*Referência Bibliográfica: Brasil. MS-SVS. Dengue: diagnóstico e manejo clínico-adulto e criança. Brasília, 2013. Brasil. MS-SVS. Febre de chikungunya: manejo clínico. Brasília, 2015. Brasil. MS-SVS. Febre do zika vírus: manejo clinico. Disponível em:  http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/dengue_manejo_adulto_crianca__4ed_2011.pdf. Acesso em 01 abr. 2015. Benegrip Multi: Paracetamol 13,30 mg/mL, cloridrato de fenilefrina 0,33mg/mL e maleato de carbinoxamina 0,13mg/mL. MS 1.7817.0768. Indicações: Analgésico e antitérmico. Descongestionante nasal em processos de vias aeres superiores. Benegrip Multi é um medicamento. Durante o uso, não dirija veículos ou opere máquinas, pois sua agilidade e atenção podem estar prejudicadas . Julho/2016. COSMED S/A. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO

25fev

Caderno do Pré Natal saudável [dica da boa!]

Eu fiquei PASSADA com a quantidade de informações úteis que o Caderno de Atenção ao Pré Natal possui.

pre-natal-dicas-gestanteÉ um documento – um livro, bem dizer – criado pelo Ministério da Saúde que abrange tudo sobre a saúde da gestante e do bebê, inclusive no pós parto. Eu descobri hoje totalmente por acaso, navegando sem rumo.

Vale à pena baixar o arquivo em PDF e ter como uma espécie de guia (claro que nada substitui a consulta médica, tá?) As orientações são bem claras e os temas são os mais diversos possíveis, tudo organizado e separado no sumário.

Lá tu encontras as fórmulas pra calcular o teu ganho de peso saudável, informações e dicas sobre alimentação, possíveis infecções e doenças na gravidez, cálculo da idade gestacional e data prevista do parto, lista de exames, saúde bucal, pós parto (depressão pós parto entre outros assuntos), além de todas as questões legais da gravidez (direitos da gestante e do pai), entre outros milhares de assuntos.

Informação boa nunca é demais!

27nov

Gato por lebre? Não troque a receita do seu médico

Oi gente!

Quem me acompanha já deve ter percebido que o blog vestiu a camisa da campanha nacional “Respeite sua Receita”, cujo objetivo é conscientizar os pais sobre os riscos do uso indiscriminado de medicação, principalmente antibióticos, e da importância de seguir as orientações da receita médica.

Acontece que, muitas vezes por distração ou falta de conhecimento, a receita médica pode ser trocada na hora da compra do medicamento.

Olha essa cena:

O atendente te oferece um produto “quase igual” ao que o médico receitou e alega ter o mesmo efeito. Essa diferença normalmente pode ser na dosagem ou até na composição da medicação. E mesmo que existam trocas autorizadas pelo governo e que podem ser feitas somente pelo farmacêutico responsável da loja, ela muitas vezes acontece por vários motivos, entre eles, pela diferença de preço.

Embora estranha, essa prática infelizmente é comum, eu mesma já presenciei algumas vezes, e provavelmente tu também já.

Somente o médico que conhece o histórico do teu filho pode assegurar qual o melhor medicamento e dosagem pra ele. Nós precisamos ficar atentas e garantir que o tratamento será feito corretamente.

Sei que estamos batendo firme nessa tecla e que nem combina comigo falar tão sério, mas não tinha como ser diferente, com saúde não se brinca! Seguir à risca a receita do médico da sua confiança é a forma mais segura de tratar o seu filho e evitar problemas futuros.

Selo-Blogagem-Coletiva

 

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28out

Ômega 3 na gestação: mitos e verdades

Omega-3-na-gestação

 

Para as mamães de plantão, estudos têm mostrado que a suplementação na forma de óleo de peixe ao longo da gestação e durante a amamentação pode reduzir significativamente o desenvolvimento de alergias alimentares e cutâneas nos primeiros anos de vida, além de dar origem a bebês mais inteligentes, com Q.I. mais elevado. Além dos suplementos, o ômega-3 pode ser encontrado em fontes alimentares como peixes gordurosos de águas frias e profundas (sardinha, cavala, salmão, arenque e truta), algas marinhas comestíveis, sementes de linhaça e chia e seus óleos.

Mas atenção! Se você está grávida e quer enriquecer a sua dieta com ômega-3 deve ter cautela. Isso porque os peixes ricos em ômega-3 têm apresentado altos níveis de contaminação por mercúrio (tóxico ao sistema nervoso do bebê), e podem não conter a quantidade adequada de ômega-3 devido à alimentação de cativeiro baseada em ração. O ômega-3 na linhaça e chia está em uma forma química que não é facilmente “aproveitável” pelo organismo. As algas marinhas são ótimas fontes, entretanto é preciso consumir em grandes quantidades para atingir as doses que mostram os benefícios citados.

Assim, devido as limitações relacionadas aos alimentos a melhor maneira de obter o ômega-3 é através da suplementação de óleo de peixe, a qual deve ser prescrita por um nutricionista nas doses adequadas para a gestante ou lactante em questão, e levando em consideração suas particularidades. Pode-se assim enriquecer a dieta com linhaça e chia trituradas adicionadas a frutas, iogurtes, sopas e saladas, e algas marinhas tostadas para consumir eventualmente sobre saladas e sopas, obtendo outros nutrientes importantes através destes alimentos.

Luiza Kuhnen Teixeira
Nutricionista Funcional CRN10 2422
Mestranda Nutrição Clínica UFSC PPGN

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