Conheci a Bia lá no início do blog, no começo da década passada. Uma das primeiras memórias que tenho é ler o blog e adorar a leveza dos textos, pela coragem e verdade com que ela tratava um tema quase sempre tão romantizado. Embora alguns anos mais velha que ela, eu ainda não pensava em ser mãe, mas algo ali me atraia, era diferente – provavelmente a capacidade dela de rir de si própria e de compartilhar tudo isso de forma transparente e generosa.

Mais tarde, lembro de visitar o pequenino estande de uma embrionária Agora Sou Mãe, na época uma marca apenas de camisetas, numa feira de moda da cidade.

Depois, ela virou colunista do Donna quando eu estava no Diário Catarinense. Há uma década, quando o conteúdo sobre o assunto era bem mais raro, ela já era essa voz representativa no meio materno. 

Hoje, 2021, eu recém-mãe e nossos caminhos voltam a se cruzar. Numa tarefa imersiva deliciosa pude ler o blog todo desde o primeiro post em 03/7/2011 Está tudo registrado lá: as emoções do início da vida de mãe da Bia, os primeiros anos do Dudu e o amadurecimento da marca. Cada um dos mais de 400 textos publicados refletem uma jornada brilhante, mas possível, e carregam um pouco de todas nós. Me vi em vários momentos, me consolei nos mesmos desafios que ela. Ri e chorei.

Lá no início, diante da cansativa, mas apaixonante vida de mãe do Dudu, ela abriu mão do antigo e seguro trabalho para ficar mais perto do filho e em seguida criou uma marca de camisetas para grávida. O mesmo humor e leveza do DNA da blog foram levados para a marca, batizada com um bordão que a Bia já usava no Instagram, o  #agorasoumae. 

Enquanto o Dudu crescia tendo parte dos seus passos compartilhados no blog, a Agora sou Mae também se desenvolvia plenamente e muito saudável. Festinhas de aniversário, as primeiras viagens, introdução alimentar, privação de sono, as primeiras palavras, os dentinhos. Tudo vivido e compartilhado no blog enquanto ASM crescia, ganhando coleções que iam bem além das camisetas do início. E assim, nesse caminho do maternar e empreender, hoje tão mais frequente de se ver, Bia foi se encontrando.

No aniversário de um ano do Dudu, ela elencou 12 coisas que tinha aprendido sendo mãe. Uma delas:

Depois que virei mãe comecei a “me achar” mais! Represento uma fortaleza pra ele e isso me torna mais forte e confiante. Receber esse tsunami de carinho todos os dias me dá força pra correr atrás das coisas que eu quero com coragem e mais vontade”.

Deu certo! Hoje,10 anos depois do primeiro post contando sobre aquele inesquecível e inesperado positivo no Natal de 2010, a Agora sou mãe se firma como a maior marca para gestante do país. A Bia, mãe do Eduardo e da Luiza, ganhou uma sócia, a Lauren, tão apaixonado pelo universo da Agora sou mãe quanto sua fundadora. A paixão e dedicação da dupla ficam evidentes para quem tem contato com a marca, seja através de um produto ou dos conteúdos que dialogam tão bem com as mães. 

E eu, hoje mãe da Teresa, de cinco meses, fico feliz de fazer parte de algo que sempre admirei: a conexão que a marca estabelece em alguns dos momentos mais importantes das nossas vidas: a gestação, a amamentação, a maternidade. Me vi acolhida lendo o blog durante um puerpério intenso. Espero que possamos fazer isso por mais e mais mães agora nesta nova fase do blog – um menino grande, de 10 anos, e ainda com muito por conquistar. 

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