No último sábado fomos, os três, assistir ao Divertida Mente, última animação da Pixar.

O filme se passa, quase todo o tempo, dentro cabeça da menina Riley – do nascimento à pré adolescência.

As emoções são materializadas pelos personagens Medo, Nojinho, Raiva, Alegria e Tristeza, que se comunicam e dividem um grande computador: a mente da menina.

Há também uma explicação muito legal sobre a construção da personalidade e os valores, como família e amizade.

As coisas começam a ficar diferentes quando Riley se muda de cidade, perde todos seus amigos antigos e sua família começa a passar por algumas dificuldades e desafios.

A Alegria, emoção dominante até o momento em sua vida, começa a dar espaço para os outros sentimentos e a Tristeza tenta tomar conta de Riley.

Impossível não dar boas risadas com as discussões conjugais e coisas que passam na cabeça dos pais de Riley. Super me identifiquei!

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A forma com que os sonhos acontecem e o porquê de simplesmente esquecermos certas coisas.

E o motivo de coisas tão inúteis e ridículas não sairem da nossa cabeça, como aquela velha música chiclete.

A maior lição que o filme trouxe é que, por mais que a gente queira, é uma ilusão viver só com a Alegria, e que ela mesma, precisa dos outros sentimentos pra poder ser de verdade.

Um pequeno tapa de luva no mundo maravilhoso apresentado pelas nossas queridas redes sociais.

Eu tinha uma expectativa do filme e fui surpreendida com algo bem diferente. Pra melhor, pelo menos pra mim.

Já o Dudu – quase aos 4 anos – ficou entediado em alguns momentos, por não entender as analogias e piadas adultas apresentadas, mas mesmo assim gostou.

Entrei no cinema esperando uma animação bobinha – sugestionada pelo nome do filme em português – e saí de lá refletindo sobre a vida. Coisa de mãe, será?

Trailer 

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Beijo!

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