Nossa ajudante – que é uma “mãe” na roda aqui em casa – tá de férias.

Antes de qualquer coisa, quero dizer que admiro muito quem dá conta de tudo, seja por necessidade ou opção, e também sei que, nos dias de hoje, é um priviégio contar com alguém pra ajudar nos serviços domésticos.

Fato é que sim, fiquei mal acostumada.

Tudo isso culminou na semana que fiz o evento SC Fashion Outlet com a minha loja.

Até hoje o meu carro tá de mula. Foram 4 dias imensos de muito trabalho, atendendo clientes e organizando nosso estande, e meti a mão na massa em tudo!

Enquanto isso, do lado de cá, Dudu e o pai “cuidando da casa”.

Quando cheguei em casa no último dia – exausta, eu tava a cara da derrota – e vi a zona, juro, deu vontade de chorar (tá, e chorei mesmo!).

Sabe aquela sensação de não ter por onde começar? Então, bem ela.

E sou dessas que não pensa na bagunça, apenas surta.

Por sorte, aprendi ano passado na terapia que sim, trabalho de formiguinha faz a diferença (soa tãão óbvio, mas vai falar pro meu inconsciente!).

Era daquelas que arrumava tudo de uma vez só, me recusava a fazer as coisas em suaves prestações.

A sensação que eu normalmente tenho é que tirar um par de tênis do meio da sala não faz diferença, já que ele tava fazendo “onde está o Wally” no meio de escova de cabelo, pilhas, grampeador, brinquedos, roupas, embalagens de comida, cinto, carteira, bolsas, etc.

Aquilo ia levar, no mínimo, uma dia todo.

Eu tava sem tempo – e ânimo – pra arrumar o balaio de gato.

Pois lá fui eu, desafiando meu modelo mental (olha que evoluída!), aproveitando cada viagem quarto-sala sala-quarto quarto-banheiro sala-cozinha, pra fazer uma entrega express de itens não bem vindos em cada local.

Mas não parei nada que eu tinha que fazer pra arrumar não. Foi aos poucos, e somente à medida em que eu precisava me locomover, aproveitava o trajeto.

Pausa.

Por um momento, parei pra ler o que eu escrevi até agora e, acho que não sou normal! (perdão).

Maaaas, o que eu realmente queria dizer com esse mimimi todo, não disse.

Tá. Então vou dizer.

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Fiquei surpresa de como eu consegui envolver o Dudu nas atividades domésticas.

Ele que está lavando as roupas com minha ajuda, tá conselho tutelar?.

Separa em cores, coloca na máquina, eu coloco os produtos de limpeza e ele liga. Depois estendemos juntos.

Além disso, tá me ajudando a passar a vassoura elétrica (meu mais novo caso de amor, não sei como vivi sem isso antes! Teeeeem que ter!).

Estica o lençol da cama, coloca a mesa, guarda os brinquedos – esse já fazia antes.

Foi muito legal perceber o quanto ele já pode ajudar em casa, mesmo sem ter completado 4 anos. E o quanto ele se sente importante fazendo.

A gente pegou um limão bem azedo e até que saiu uma limonada docinha!

#agorasouotimista

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