Quando o velhinho bater as botas

– Mãe, o Papai Noel vai morrer?

– Acho que Papai Noel nunca morre, filho.

– Vai sim, porque ele é velhinho, então acho que ele vai morrer daqui a pouco.

(Senti que a preocupação era garantir que o presente chegasse antes que o Noel o deixasse na mão)

Mãe linguaruda

– Mamãe, eu vou casar?

– Se tu quiser, um dia vai.

– Mas pode ser com você?

– Não filho, vai ter que ser com tua namorada. E eu sou tua mãe, namorada do papai.

– Mas eu vou casar com uma piriguete?

– Não, claro que não. Quem te ensinou isso?

– É que tu disse que piriguete não vale nada e que as pessoas casam com piriguetes.

(Em que momento eu teria dito isso? Socorro).

Aprendendo a blefar na praia

Amiguinha desconhecida para Dudu:

– Oi, tu me empresta teu trator?

– Não sei de quem é.

(E era dele. Sim, eu corrigi. Sim, ele emprestou. Sim, eu ri por dentro.)

Vou lembrando e escrevendo. Vocês sentem falta das pérolas do Dudu por aqui?

 

 

 

 

 

 

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