Mamãe Bisteca!

Acordei esta manhã com o silêncio dos solitários e o bem estar que a solidão, em algumas poucas vezes, pode nos acometer. Meu filho viajou para Itajaí onde supervisionará as provas do Enem. Preparei um desejum apropriado à dieta, mas compatível com o dia de sábado. Vou comer um hambúrguer com ovos, porque hoje é sábado – saudades do poetinha. Na vitrola botei pra rodar Chat Baker. Um café com leite…rodava I Fall In Love Too Easily.

Continuo amanhecendo numa caminhada na praia do Campeche, esta praia maravilhosa, a mais linda do leste da Ilha. Observo os barcos, alguns muito próximos da costa. São os atuneiros enchendo os porões com os cardumes manjuvas que parecem imensos, indica a quantidade de barcos. De repente, não mais que de repente – outra vez saudades do poetinha, lembro o convite de ontem a noite para comer umas panquecas. Perfeito, um dia como poucos: uma caminhada na praia, almoço frugal, colocar alguma ordem na escrivaninha, olhar alguns textos e, no final da tarde, a panqueca gostosa que minha Bisteca vai fazer.

O convite está aceito, é fácil deduzir. Já estou inclusive me preparando psicologicamente, oportunidade que ocorre uma breve e pequena ousadia: que tal algumas panquecas de frango defumado, com champinhom cortados em cubos pequeninos? Bem, foi só uma “sugestã”. Adora panquecas, adoro todas as panquecas.

Um beijo do padrasto e até o final da tarde.

Valdir Alves.

22 de outubro de 2011.

didiedudu

Didi e Dudu – Outubro de 2011

Por algum motivo, minha caixa de e-mail hoje resolveu ordenar as mensagens por data, começando pela mais antiga.

Obrigada pela “assombraçã”, padrasto. Manda um beijo pra entidade hacker que te ajudou também.

Saudadinha.

(Sobre o adeus.)

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