[Mãe do lar. criada pra casar e agradar seu marido. Coloca, todos os dias a mesa pro jantar, pro almoço, só ela. Sempre ela.]

Tô apaixonada pela série Mad Men, que me permite uma amostra grátis de um passado não tão distante – meados de 1960, e de valores tão diferentes, mas ainda iguais em alguns aspectos.

A série se passa em Nova York e tem como cenário dominante uma agência de publicidade.

A vida era muito boa, claro, pra quem era homem, branco, cristão e heterossexual.

As contas da agência (marcas famosas como Lucky Strike e Heinz) e o processo criativo são um show a parte.

Cenário e figurino impecáveis. Super bem ambientada, Mad Men me fez acreditar que foi gravada em 1960.

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Ela acontece paralelamente com a História dos EUA, a eleição do presidente Kennedy e sua morte, a morte de Marilyn, Martin Luther King e até o Conrad Hilton (vovô da Paris) faz parte da série.

Cigarro, bebida, casamento, relacionamentos, criação dos filhos, preconceito, machismo, são coisas que a gente vê em todos os episódios.

O que mais me encanta são os diálogos e situações do dia a dia, aqueles que muito se parecem com o papo das nossas avós – e até das nossas mães e que, se a gente não prestar bem atenção, ainda estão enraizados na nossa cultura, mas a gente luta contra.

Só não vai esperando algo super agitado. A série é ótima, mas às vezes meio parada.

Já estou na penúltima temporada e amando. Santo Netflix.

Outro que é muito bom e também tem no Netflix é o How I Met Your Mother.

Beijo e ótimo fim de semana!

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