Qual a chance de eu escrever um post (com começo, meio e fim – e decente) com Dudu ao meu lado?

A minha resposta, há pouco mais de um mês, seria JAMAIS!

Pra minha surpresa (ou de vocês, porque imagino que outras crianças são mais calminhas e isso não represente nada demais), eu consegui escrever um texto todinho com Dudu ao meu lado.

De corpo presente, porém distraído com TV e meia dúzia de brinquedos.

Até que deu pro gasto. E ele nem aí pra coitada da mãe, diga-se de passagem.

Marco esse que mostrou que meu filho já saiu da transição bebê/menino e agora, aos 2 anos e 9 meses, é o mais jovem dos meninos.

Como ele mesmo diz, enraivecido, bicudo e injustiçado: Eu não sou um bebê!”

– Pausa para um óóóinnn e encher de beijo. Aí que o beiço fica do tamanho do mundo!

Nesse mesmo período, outros fatos aconteceram exaltando o grito de independência do nosso pequeno tirano.

Esses dias ele (que é grude, chiclete nimim! kkk) surpreendeu pedindo que eu me retirasse do quarto, pois queria brincar sozinho. Vê se pode!

Mais das pérolas do Dudu! Haha!

Doeu um pouco, não vou mentir. Mas ao mesmo tempo essa segurança que ele demonstra enche meu coração de orgulho!

Coloquei até vídeo da cena no instagram, segue lá guria.

E pra finalizar, o ultimato da independência. O safado suprimiu o mã do mamãe. Virei SÓ mãe.

Assim, do nada! Continuo sendo “mamãe” quando ele se machuca ou chora, e só eu sirvo, normalmente quando tá com sono.

Fora isso sou a mãe. Não demora serei promovida à “minha véia”. Cruzes!!!

Tá fácil não, minha gente.

 

 

 

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